Tubos: Oferta local de máquinas supre transformadores

Os transformadores contam no mercado com bom número de fornecedores de linhas completas de equipamentos.

Temos marcas bastante tradicionais com fábricas no Brasil, casos da Bausano, Extrusão Brasil, Miotto e LGMT, além de escritórios de representação de máquinas importadas, como o da Krauss Maffei, por exemplo.

A seleção da linha de equipamentos adequada para a implantação de uma célula de produção de tubos é bastante estratégica para os empresários interessados em investir na atividade.

De maneira geral, para a produção de tubos plásticos rígidos, a linha conta com extrusora, cabeçote(s) com as ferramentas (pino, fieira e calibrador) para a produção de diferentes diâmetros e um calibrador a ser montado para operar na hora do banho de resfriamento, além de outros periféricos, como puxador, serra e calha receptora.

Para os flexíveis, a composição básica da linha compreende extrusora, cabeçote e demais ferramentas (pino, fieira e calibrador), calha de resfriamento, puxador, guilhotina e, se necessário, bobinador.

“A peça chave para a escolha do equipamento é o tipo de material a ser utilizado na fabricação dos tubos”, explica Renato Rocha Borges, diretor comercial da Extrusão Brasil, empresa fabricante de extrusoras mono roscas, duplas roscas, duplas roscas contra rotantes (paralelas e cônicas) e duplas roscas corrotantes, além dos outros periféricos necessários para a montagem de linhas completas.

“Para a transformação do PVC, a máquina recomendada é de dupla rosca. Já para os tubos de polietileno ou polipropileno, as mono roscas são as mais indicadas.

Os periféricos, em geral, são os mesmos para o PVC ou as resinas poliolefínicas”, exemplifica.

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