Tubos, chapas e perfis: Segmento de tubos de PE mantém ritmo de crescimento, apesar de cenário incerto

Plástico Moderno, Tubos, chapas e perfis: Segmento de tubos de PE mantém ritmo de crescimento, apesar de cenário incerto
Indefinição. De alguma maneira, o mercado de máquinas extrusoras para tubos, chapas e perfis está com o freio puxado. Com os projetos engavetados, os transformadores colocaram os fabricantes em compasso de espera. Se no início de 2014 as expectativas eram de que este ano atípico – com Copa do mundo de futebol e eleições – seria efusivo, agora ao fim do primeiro trimestre já é possível constatar frustração.

Sim, ainda existe um grande potencial de expansão do mercado de tubulações plásticas. A demanda dos tubos poliolefínicos está aquecida, não é de hoje. Sabe-se que o polietileno (PE) vem sendo cada vez mais utilizado em redes e adutoras de água bruta e tratada e esgoto sob pressão, em diâmetros nos quais tradicionalmente se utiliza policloreto de vinila (PVC) e mesmo o FoFo/Ferro Fundido.

Plástico Moderno, Teruel: mercado de tubulações poliolefínicas segue em ascensão
Teruel: mercado de tubulações poliolefínicas segue em ascensão

Este potencial se confirma em um lançamento da Tigre. A companhia trouxe ao mercado brasileiro um sistema composto por tubos PEX (polietileno reticulado) multicamada, conexões metálicas e ferramentas específicas para a sua instalação. O projeto contou com a parceria de empresas europeias e se trata de um desenvolvimento indicado para a condução do gás de residências e de estabelecimentos comerciais de grande e pequeno porte. “Esta solução já é uma realidade na Europa”, comenta Carlos Teruel, gerente de produtos da Tigre.

Hoje a companhia possui uma vasta gama de tubulações em polietileno de alta densidade (PEAD) para o segmento de infraestrutura. A joint-venture Tigre-ADS, aliás, fabrica produtos destinados para drenagem e saneamento. No segmento predial, o polietileno está presente com a linha PEX. “O mercado de tubulações poliolefínicas deverá seguir convivendo juntamente com outros materiais, como é o caso do PVC e do metal”, comenta o gerente.

As apostas do grupo Tigre no avanço das tubulações de polietileno reticulado são de longa data. Para a empresa, o material vem galgando espaço de destaque no mercado, mas ainda tem campo a ser explorado. “O PEX trouxe um novo conceito de instalação hidráulica para o Brasil na condução de água fria e quente”, aponta Teruel. O material é indicado para a construção vertical e sobretudo para grandes centros, ou seja, locais onde a mão de obra é mais cara, e, às vezes, escassa. “Os kits pré-fabricados para as construtoras tornam a instalação mais fácil, reduz o tempo da obra e geram menos resíduos”, acrescenta.

O mercado brasileiro de tubos, no entanto, se concentra no uso do PVC. Não por acaso, o carro-chefe da Tigre continua sendo a linha de tubos e conexões feitos desse material. No entanto, nos últimos anos, a fabricante se dedica também a outros produtos. Segundo Teruel, a companhia está focada em prover soluções, seja qual for a matéria-prima.

Mas um dos pilares dos novos investimentos são as conexões especiais, feitas a partir de tubos e chapas de PVC. A empresa está investindo em uma nova planta para fabricação do produto, localizada na unidade de Rio Claro-SP. “A Tigre buscou o que há de mais moderno para tornar o processo o mais automatizado e padronizado possível, fugindo um pouco do conceito original de conexão especial (ou conexão conformada)”, explica o executivo. Segundo ele, os equipamentos (curvadoras, bolsadeiras, rosqueadeiras, cortadores e tornos CNC, entre outros) são de alta produtividade e atendem às mais exigentes normas de segurança. Historicamente, era um processo manual, pois demandava cortes, soldas feitas através de varetas de PVC, curvas moldadas dentro de tanques de glicerina, por exemplo.

As conexões especiais atendem tanto o segmento predial quanto o de infraestrutura e o de irrigação. A empresa produzia essas conexões no passado (décadas de 1980 e 1990), mas terceirizou o processo. Com o objetivo de tornar o produto mais competitivo, decidiu voltar a fabricar.

Plástico Moderno, Em nova planta, fábrica produz tubos de PEAD de até 1.600 mm
Em nova planta, fábrica produz tubos de PEAD de até 1.600 mm

PE em alta – A FGS Brasil, empresa fundada em 1997 pela Sóllita Grupo, investiu alto no mercado de tubos lisos de PEAD. Em 2013, iniciou as operações em sua nova planta, localizada em Cajamar-SP, e desde então abastece o mercado com novos desenvolvimentos, como o sistema de tubulação multicamada flexível para gás – Gasflex – e água (quente e fria) – H2flex.

O Gasflex se trata de um tubo com uma estrutura de polietileno, alumínio e polietileno desenhada para substituir cobre e aço em redes de gás. Enquanto o H2flex utiliza a composição sanduíche com polietileno, alumínio, polietileno reticulado para o transporte de água quente e fria. “O sistema multicamada tanto para água quente quanto para gás é uma realidade no Brasil”, diz Roberto Gadotti, diretor e presidente da FGS Brasil. A norma técnica para tubos de água já existe e a de gás está para ser publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O potencial desse mercado é enorme. A FGS Brasil, sabendo disso, anuncia que pode produzir até cinco mil toneladas por mês de tubos de PEAD. A planta conta com nove linhas de extrusoras, capazes de fabricar sistemas de tubulações de 20 mm até 1.600 mm. “A empresa possui laboratório com capacidade para testes PHI (1000 hs a 80ºC), para tubos de até 2.000 mm, além disso, somos os únicos no Brasil com condições de fazer tubos de até 1.600 mm”, ressalta Gadotti. A fabricante atende todo o mercado nacional e internacional, sendo 6% da sua produção para exportação.

Grande parte da população brasileira não possui saneamento básico. “Existem estados nos quais o índice chega a 90%”, aponta Gadotti. Só por isso é possível entender por que a companhia alcançou recordes de produção em 2013. Houve um aumento na fabricação de tubos de grandes diâmetros da ordem de 70% em relação a 2012.

Os tubos de PE propiciam significativa redução no custo final da obra e economia na manutenção por conta da possibilidade de vazamento zero. Entre as suas características estão a leveza (0,96 g/cm3), alta resistência química, baixo coeficiente de rugosidade, ou seja, reduzida perda de carga e ausência de incrustação, além de ser atóxico e com vida útil acima de 50 anos, entre outras.

Plástico Moderno, Fabricante alemã investe em eficientes sistemas de motorização
Fabricante alemã investe em eficientes sistemas de motorização

Mais tubos – O mercado de tubulações poliolefínicas como um todo traz em si a promessa de um grande potencial de expansão. Segundo Bruno Sommer, gerente de extrusão na América Latina da KraussMaffei Group do Brasil, nos últimos anos, houve um aumento no consumo de tubos poliolefínicos, principalmente de PEAD. ”Os mercados de tubos de gás, conduítes elétricos e dutos de água têm demandado cada vez mais tubos de PEAD”, afirma. As apostas se voltam para os tubos corrugados de grande diâmetro para drenagem. “Definitivamente são uma tendência em crescimento no Brasil. Com a definição da norma para este tipo de tubos, acredito que novos players aparecerão neste mercado”, diz o gerente.

Outro segmento em ascensão, obviamente, é o de tubos de PVC. Para ele, há espaço e disposição do transformador em investir em linhas de extrusão de alto rendimento. O caminho para a sua expansão está projetado, e o seu percurso já foi desenhado pela indústria de PVC. A demanda das máquinas monorroscas (KME) para polipropileno (PP) e para PEAD ainda é muito menor do que a dos modelos para processar o PVC. Não por acaso, a dupla rosca contrarrotante para PVC da série 36L/D continua sendo o carro-chefe da KraussMaffei Berstorff no Brasil e na América do Sul. A linha conta com uma proteção especial nas roscas para reduzir o desgaste causado pela abrasividade dos compostos de PVC e, além disso, segundo Sommer,  apresenta excelente poder de homogeneização e mistura. “Também possui os mais eficientes sistemas de motorização”, completa.

Mas, em certa medida, o sucesso mundial nas vendas das extrusoras monorroscas da linha KME se aplica também no Brasil. De acordo com Sommer, houve um aumento da quantidade de máquinas desta série vendidas a novos clientes. Ele destaca como atributos o conceito de acionamento com baixa manutenção, o rendimento específico estável em toda a faixa de rotação, e a baixa temperatura de massa, entre outros. Foram comercializadas até o momento mais de 1.200 extrusoras deste tipo em todo o mundo.

Plástico Moderno, Com amplo portfólio, Amut-Wortex aposta em perfis com mais tecnologia
Com amplo portfólio, Amut-Wortex aposta em perfis com mais tecnologia

Recém-chegada – Apesar de ainda não ter completado um ano de atividades, a joint-venture Amut-Wortex apresentada oficialmente em maio de 2013, já tem condições de avaliar o mercado brasileiro. Com um amplo portfólio de máquinas para a transformação e a reciclagem dos plásticos, a empresa diagnosticou aquecimento no segmento de extrusão de tubos. As linhas para a fabricação de tubulação plástica tiveram maior procura, tanto dos modelos monorrosca quanto dos dupla rosca. Não por acaso, um dos destaques de sua linha de produtos é justamente a série para processar tubulações de PEX para transporte de água quente – são  extrusoras mono e multicamadas. Outra família com boa aceitação tem sido a de máquinas para produção de tubos automotivos coextrudados.

“O mercado consumidor vem procurando produtos com mais tecnologia, com destaque para a coextrusão e acabamento estético, como, por exemplo, os perfis com impressão”, aponta o diretor da Wortex, Paolo De Filippis. Segundo o executivo, os clientes buscam automação dos processos e maior produtividade. Até por isso o país abriu espaço para a demanda de projetos especiais. A própria Amut-Wortex aposta nas vendas de modelos para produção de pratos descartáveis (de baixo peso), fabricados em linha com a extrusora de chapas e a termoformadora.

Visando à inclinação do mercado para a aquisição de extrusoras consideradas mais sofisticadas, a Amut-Wortex inova abastecendo o setor com máquinas de perfis que proporcionam a coextrusão e a impressão diretamente, eliminando assim as operações de acabamento. Para De Filippis, aliás, a demanda por perfis aumentou no país, com destaque para a indústria moveleira. Para este segmento, a fabricante oferece uma linha para a fabricação de “fita de bordas”; ela embute acessórios completos para impressão e gravação.

A empresa também traz como diferencial as máquinas para produção de perfis de Wood Plastics Composites (WPC). A saber, a italiana Amut é conhecida pelo fornecimento de soluções para a produção do WPC. No entanto, a demanda ainda não deslanchou no Brasil. O produto é feito com materiais recicláveis provenientes do consumo pós-industrial e da coleta seletiva, um dos principais gargalos da indústria de reciclagem no país.

Chapas – O clima de incertezas ronda o mercado de chapas. O ano de 2014 começou trazendo perspectivas de que seria melhor do que o anterior, mas ainda não empolga os fabricantes de máquinas extrusoras. Esse é o caso da Rulli Standard. Na opinião de Paulo Leal, engenheiro da empresa, os projetos até são cogitados, porém não saíram do papel. “Estão aguardando a aprovação de seus diretores”, analisa.

Apesar de ainda não ser possível prever como será o seu desempenho neste ano, as expectativas são de que após a realização da Copa do Mundo de futebol, os transformadores voltem a investir. “Espero que após o encerramento desse evento esportivo, o mercado retome o seu trilho”, diz. A base de comparação é positiva. Em 2013 houve aumento de 30% nos pedidos da Rulli Standard, em relação ao ano anterior.

As apostas recaem nas vedetes da marca, as extrusoras EC-130 e a EC-100. Na avaliação de Leal, as máquinas se destacam porque são versáteis quanto à aplicação. Aliás, amplo, o mercado de chapas se caracteriza, justamente, por sua flexibilidade. Bom, ao menos em teoria. No país, essa tecnologia não é tão explorada quanto poderia. Nos EUA as chapas de PVC tanto compactas como espumadas são amplamente utilizadas na construção civil, na indústria de forma geral, e no segmento de comunicação visual, enquanto no Brasil, este último mercado é praticamente o único para o qual se usa chapas de PVC, com mais força. “Chapas compactadas e espumadas ainda não são de muito conhecimento dos nossos industriais”, aponta Leal.

Desde a primeira máquina de chapa fabricada em 1978, a Rulli Standard vem se aperfeiçoando no mercado. Até 1985, a norte-americana Davis Standard tinha sociedade com a Rulli, da qual herdou o sobrenome mantido até hoje, e mais do que isso: a tecnologia.

Telhas dão fôlego – O mercado de telhas de PVC traz um alento aos fabricantes de extrusoras. Consciente desse aquecimento do setor, a KraussMaffei Berstorff no Brasil desenvolveu sistemas para chapas de PVC onduladas para aplicação na indústria de telhas. O foco inicial eram as linhas de telhas onduladas translúcidas (opacas), mas no portfólio há também combinações de extrusoras e cabeçote plano para as telhas coloniais.

Segundo Sommer, a companhia possui longa experiência em sistemas de extrusão e coextrusão de chapas de PVC, incluindo recursos para processar com alta quantidade de carga de carbonato de cálcio. A tecnologia empregada no design dos cabeçotes planos e também nos blocos de alimentação da coextrusão (feedblock) habilitam a fabricante alemã a oferecer sistemas com alto rendimento e tolerâncias precisas nas camadas da chapa.

Recentemente também passou a abastecer o mercado com sistemas para a fabricação de chapas resistentes a intempéries, feitas a partir de um composto feito com matérias-primas renováveis (cascas de arroz). Denominadas chapas-Resysta, elas são utilizadas em aplicações exteriores (fachadas) devido ao seu design similar ao da madeira.

É certo: a indústria de telhas traz uma brecha para a expansão da extrusão de chapas também para os produtores nacionais. Por este motivo, a fabricante de máquinas Extrusão Brasil lançou um conjunto completo para fabricação de telhas de PVC. Trata-se de uma exclusividade para o mercado latinoamericano: uma dupla rosca cônica de 80/156 e 92/188. Aliás, para Leonardo Borges, gerente comercial da empresa, o país se inseriu na rota internacional e assumiu a produção de telhas de PVC como um novo negócio. “A tendência é a instalação de fábricas para telhas de PVC no Brasil. É um processo inovador e desconhecido até então por aqui”, diz.

A Extrusão Brasil não tem boas recordações de 2013. Período para esquecer? Talvez, afinal, não houve crescimento. “O ano foi ruim, as vendas não deslancharam”, afirma Borges. De qualquer maneira, os modelos mais comercializados foram os conjuntos completos para extrusão de tubos e perfis, com extrusora dupla rosca paralela de 67mm e 75mm. Estes foram os campeões em vendas, mas outros equipamentos também tiveram boa aceitação, como a dupla rosca cônica para telas de PVC e perfilados nos tamanhos de 80/156 e 92/188.

Este ano, no entanto, embute a promessa de recuperação. Apesar de considerado difícil, Borges aposta em crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Segundo ele, a Extrusão Brasil é líder em vendas de máquinas dupla rosca paralela e cônica para a produção de tubos e perfis. Ou seja, tem o aval do mercado para ditar tendências. Ele aposta em máquinas menores e cada vez mais produtivas comandadas por CLP capazes de controlar além da extrusora, todos os periféricos da linha.

Perfis – A demanda por perfis industriais e de uso no mercado automobilístico segue um constante ritmo de crescimento. O avanço tecnológico dos plásticos de engenharia reforça esta tendência de se incluir cada vez mais tubos e perfis plásticos na produção de automóveis, ônibus, caminhões e demais aplicações automotivas, como alternativa aos produtos utilizados anteriormente. “Existe um consumo emergente para linhas de extrusão de tubos e perfis automotivos, em consonância com a permanente substituição de elementos metálicos nos sistemas de alimentação, arrefecimento, frenagem, entre outros”, explica Enrico Miotto, diretor da Indústria de Máquinas Miotto.

Essa ascensão pouco tem a ver com o mercado de perfis para janela. Apesar do boom imobiliário no que tange às residências de alto padrão, os pedidos não fazem jus ao potencial do produto. Pelo menos, por enquanto, afinal, na avaliação de Miotto, os perfis plásticos para janela apresentam inúmeras vantagens em relação a outros materiais.

No geral, o cenário é adverso. O aumento da taxa de juros e a alta da inflação são apenas alguns dos percalços enfrentados pelos fabricantes de extrusoras de tubos e perfis. No entanto, para a Indústria de Máquinas Miotto, 2013 foi positivo. Apesar do crescimento esperado não ter sido alcançado, bons negócios se efetivaram, atenuando as perdas registradas no ano anterior. A ajuda para sustentar o saldo no azul veio das linhas de extrusão para encapamento de fios e cabos, incluindo os modelos automáticos que podem atingir velocidade de até 1.000 m/min. As máquinas foram concebidas e executadas pela Miotto e, segundo seu diretor, caracterizam-se pela excelente relação custo-benefício na fabricação contínua de condutores elétricos para os segmentos da construção civil, indústria automotiva, cabos de controle e de instrumentação.

Os destaques do seu portfólio são as máquinas monorrosca 75 mm (linha econômica de extrusão de eletrodutos) de diâmetro e a dupla rosca com diâmetros de 75 mm, 90 mm, 110 mm ou 140 mm,  para produção tubos de água e esgoto.

Esta que é uma das mais tradicionais fabricantes de máquinas extrusoras do país, a Miotto, aponta as melhorias no gerenciamento do processo produtivo como as recentes evoluções tecnológicas aplicadas às linhas de extrusão. O diretor exemplifica com recursos da sua fábrica, como os dispositivos ópticos para medição e correção automática, arquivos de receitas autoajustáveis, sistemas por ultrassom para monitoramento automático de espessuras, bombas dosadoras para extrusão de precisão e telas de alarme e manutenção preditiva, comunicação de parâmetros em rede e softwares para registro e controle estatístico de processo.

A KraussMaffei, fabricante alemã de extrusoras para chapas, tubos e perfis, tem no Brasil suas vendas concentradas no segmento de tubos, no entanto, Sommer observa incrementos no volume de pedidos de máquinas para perfis de PVC. “Isso se dá devido ao aumento ainda que pequeno na demanda de esquadrias de janelas em PVC, e também pelo crescente consumo de máquinas para sistemas construtivos de PVC”, explica o gerente.

Até por isso, considerada uma das gigantes na fabricação de máquinas para perfis em PVC no mundo, a KraussMaffei agora abastece o mercado também com linhas completas de extrusão de perfis de PVC. Denominadas XS, essa novidade se destina em especial para os segmentos de perfis técnicos e de janela. São produções padronizadas: 80-100kg/h, 200kg/h, 300kg/h e 400 kg/h. “As máquinas têm alto rendimento e uma excelente relação de custo-benefício”, afirma Sommer.

Investir em setores que vão além dos tradicionais tubos tem sido positivo, pois os megaeventos esportivos não resultaram até agora em um cenário favorável para a indústria de extrusão de tubos. “A promessa das grandes obras de infraestrutura não foi realizada”, lamenta Sommer.

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