Transformados plásticos: Previsões otimistas de vendas

Consumidores de transformados plásticos alimentam previsões otimistas de vendas para este ano

Peças feitas de plástico são aproveitadas em aplicações as mais distintas e o desempenho de alguns setores da economia exerce forte influência nos resultados dos transformadores. Entre alguns dos principais segmentos atendidos, a perspectiva para 2024 é otimista, a expectativa unânime dos usuários de manufaturados é de crescimento. Os resultados no ano passado variaram caso a caso.

Ranking dos principais segmentos que mais consomem plástico:

  • A liderança está no setor de construção civil, responsável por 25,4% do total de plástico produzido no País em 2022, de acordo com estudo realizado pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).
  • Em seguida, aparecem os setores alimentício (21,9%)
  • Depois, os artigos de comércio e varejo (7,8%)
  • Na sequência, automóveis e autopeças (6,2%)
  • Por fim bebidas (6%), entre outros.A lista mensura mais doze segmentos, entre eles móveis, agricultura, químicos, papel e celulose, eletrônicos e descartáveis.

Transformados plásticos: Resultados

A Abiplast não se pronunciou até o fechamento dessa edição sobre os resultados obtidos pela indústria de transformação do plástico em 2023 e nem se posicionou sobre as perspectivas para 2024. O faturamento do setor de transformados plásticos em 2022 foi de R$ 117,5 bilhões. O levantamento também aponta cerca de US$ 3,8 bilhões gerados pelas importações e US$ 1,4 bilhão referente a exportações de transformados plásticos.

Em 2022, a indústria teve 6,7 milhões de toneladas de produção física. Juntas, as indústrias de transformação e reciclagem fomentaram quase 360 mil empregos, mantidos por cerca de 12,6 mil empresas. O setor é o 4º maior empregador da indústria de transformação brasileira. Para cada R$ 1 milhão adicionado em sua produção, 29 empregos indiretos são gerados, há aumento de R$ 1,3 milhão no PIB brasileiro e de R$ 3,35 milhões na produção total da economia. Entre as resinas mais consumidas, estão o PP (20,3%), PEBDL (16,1%), PEAD (13,8%), PVC (12,9%), reciclados (13,2%), PET (5,8%), PEBD (9,7%) e PS (6,2%).

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