Tampas – Mercado incorpora leveza aos novos sistemas de fechamento

O ano de 2012 despontou perfazendo um cenário próspero para os fabricantes de tampas plásticas do país. Em meio a esse clima de euforia, soluções em sistemas de fechamento foram apresentadas sob a óptica da sustentabilidade, mas sem refutar seu viés mercadológico. A ideia de abastecer o mercado com produtos capazes de gerar menor impacto ambiental está cada vez mais presente entre os novos projetos, reforçando a proposta de que as empresas precisam inovar, mas sem perder o foco na qualidade e nos baixos custos de produção.

A promessa de diminuir o consumo de matéria-prima, com a fabricação de tampas mais leves, tornou-se factível e se disseminou por todo o setor. E não é só isso, novos conceitos foram adotados pela indústria como a criação de tampas de uma peça só (feitas com um único tipo de material) e a utilização de resinas de fonte renovável.

Em prol da leveza– Este ano será marcado pela migração total dos envasadores de bebidas (o maior consumidor de tampas plásticas do país) para um novo padrão de gargalos das garrafas PET, agora mais curtos (finish short). Há alguns anos começou um movimento da indústria mundial de embalagens para adotar terminações menores para este tipo de

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Extra Loki Mini se destina a garrafas de gargalo curto

garrafa, o que se traduziria na produção de tampas mais baixas (ou seja, leves). Publicado pela International Society of Beverage Technologists (ISBT), com sede em Minnesota, nos Estados Unidos, o modelo proposto – sim, não se trata de uma norma – mudou o paradigma do mercado de bebidas, sugerindo o finish PCO 1881, em detrimento do antigo padrão PCO 1810, a escolha da indústria há mais de duas décadas.

A nova referência surgiu com a proposta de assegurar o mesmo desempenho da anterior, porém com desenho de rosca abreviado e com o passo (largura) mais estreito. Em números, a terminação da garrafa passou a ser cerca de 1,5 grama mais leve, e as tampas economizaram algo em torno de meio grama de resina por unidade.

Se antes o conceito transitava entre os projetos e se restringia ao campo das intenções, o cenário atual é outro. Esse

Plástico, Guilherme Rodrigues Miranda, seu vice-presidente e gerente-geral da América do Sul da Closure Systems International (CSI), Tampas - Mercado incorpora leveza aos novos sistemas de fechamento
Segundo Miranda, as peças podem ser ainda mais flexíveis

padrão foi agregado aos novos desenvolvimentos, incorporando os portfólios dos principais fornecedores de sistemas de fechamento do país; e hoje nem mesmo se limitam ao mercado de bebidas.

Outras indústrias, como a de óleos comestíveis, também iniciaram essa transição. A sua abrangência ainda é restrita e não está consolidada como no caso das bebidas, porém não deixa de configurar um forte indicativo de que não haverá retrocesso.

O princípio é o mesmo: a redução de peso. Segundo estimativas, o conjunto ficou 1,3 grama mais leve. A nomenclatura, por sua vez, mudou: a migração é do finish 21/29 para o 21/26 – essa numeração se refere às medidas do gargalo, segundo o ISBT.

A iniciativa se expandiu. A Closure Systems International (CSI), empresa líder global no projeto, produção e aplicação de tampas de bebidas, aposta que a economia de matéria-prima por unidade ainda não alcançou o ápice, segundo conta Guilherme Rodrigues Miranda, seu vice-presidente e gerente-geral da América do Sul. Em outras palavras, a companhia continua investindo em pesquisas para desenvolver sistemas de fechamento para as garrafas PET ainda mais leves. “Essa tendência não se esgotou, não chegou ao limite”, observa Miranda.

Não por acaso o carro-chefe da CSI é a Extra Lok Mini. Campeã de vendas, essa tampa compõe a linha “mini”, nomenclatura utilizada pela fabricante para identificar os produtos destinados aos gargalos curtos. Sua principal característica se sustenta na possibilidade de ser cerca de 20% mais leve do que as outras famílias de produtos.

São diversos os desenvolvimentos com o sobrenome “mini”. Eles contemplam aplicações diferenciadas, consideradas de alto desempenho, como a tampa Sport Lok Mini, modelo push-pull, desenhado para o consumo em movimento, e o sistema de fechamento MB Lok Mini, indicado para o uso em bebidas alcoólicas, à base de malte (cervejas) ou que possuam sistema de envase a frio. Também há produtos sem vedante, como é o caso da Omni-Lok Mini. A peça, segundo o fabricante, permite a máxima retenção de carbonatação e integridade do selo baixo, mesmo em condições adversas de temperatura.

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SportGuard elimina o uso de selo de indução

Aliás, a CSI foi a pioneira no país a se enveredar pelo caminho das tampas baixas. Em meados de 2005, a companhia desenvolveu no mercado mexicano o PCO 1873 (este tipo de terminação continua em uso somente nessa região), antes mesmo do PCO 1881. “O finish 1881 pode ser considerado uma evolução do 1873, no sentido de ter uma performance ótima tanto com tampas de uma peça como de duas peças”, explica Sergio Henrique Nascimento, gerente de manufatura para a América do Sul da CSI.

Claro que a maior fornecedora de tampas para o mercado de bebidas do país explora a tendência dos modelos curtos à exaustão. Mas também direciona a sua tecnologia a um vasto número de opções. Só para o setor de refrigerantes são diversos os sistemas de fechamento. A saber: a tampa Wing Lock, projetada para aplicação de baixo torque e alta velocidade; Double Lok 28 mm, para operações de engarrafamento com aumento constante de velocidade; Double Lok Speed Bump 28 mm, projeto patenteado de rosca que promete estabilidade permanente da aplicação; Double Lok XT, modelo desenvolvido para evitar perdas de carbonatação ou vazamento por conta das variações de temperatura no transporte ou armazenamento, e Double Lok M4, para garrafas de vidro, gargalo tipo MCA 1 e MCA 2, entre outros.

Até a Gerresheimer (antiga Védat), empresa líder no mercado de tampas para a indústria farmacêutica, endossou esse movimento rumo à leveza de seus produtos. A empresa desenvolveu a tampa Kalipto 28, para frascos de bebidas, com esse novo padrão de terminação. A ideia aqui é reduzir o consumo de PET entre 1,2 g e 1,5 g por pré-forma. A tampa de PP é fabricada por compressão e possui vedante standard ou com o formato bilabial, com perfil especialmente criado para garantir a hermeticidade da tampa em condições extremas, sem reagir ou interferir na composição do líquido. Em tempo, vale lembrar que o mercado farmacêutico no Brasil já adota tampas de 24 mm de rosca, consideradas leves se comparadas às de 28 mm (convencionais no mercado mundial).

A tendência é notória: as tampas estão cada vez mais leves. Mas bom-senso se faz necessário. De acordo com Claudio Patrick, diretor da Clever Pack, os extremos devem ser evitados. “Vi tampas para água e refrigerantes vendidas nos mercados alemão e italiano que chegam a ser desagradáveis de serem manipuladas, por serem muito finas e baixinhas”, diz. Ele exemplifica com o caso de tampas para água fabricadas na Itália que pesam 0,76 grama e têm altura de 7,8 mm (sem o lacre que fica no frasco). “Nunca vi uma tão pequena aqui no Brasil”, reforça.

Menos é mais – Competitivo, o mercado de tampas plásticas também revela sua vocação para desenvolver produtos inovadores configurando a premissa “menos é mais”. Essa postura se reflete nos lançamentos dos grandes players do setor, como a America Tampas (antes conhecida entre os fabricantes de sistemas de fechamento como Crown Tampas). A empresa apresentou no ano passado um novo conceito para isotônicos, a tampa SportGuard, em parceria com a marca Powerade. O produto, dotado de um sistema de controle de fluxo de vazão, elimina o uso de lacre termoencolhível ou selo de indução – o que reduz o custo final da embalagem. Outra novidade está no fato de ser um modelo flip-top e não push-pull (o tipo mais convencional para produtos esportivos). No entanto, cabe ressaltar que essas características não se sobrepõem a quesitos como a praticidade e a segurança oferecidas ao consumidor, comenta o presidente da companhia, Gustavo Alvarez.

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Sistema antissabotagem é indicado para embalagens de bebidas

Um desenvolvimento recente da equipe brasileira da America Tampas se volta ao mercado de inseticidas (com as linhas SBP e Mortein). De acordo com Alvarez, a economia também se faz presente, pois um único sistema de fechamento foi utilizado nos dois produtos da marca – além disso, são 25% mais leves que as tampas antigas.

Outra inovação da companhia é a tampa Picasso. Produzida na Europa, ela é flip-top, feita de PP transparente e conta com abertura em 180º, com sistema integral que evidencia o rompimento do lacre. “Uma vez aberta, a banda cai e fica retida na base da tampa”, explica Alvarez. A Picasso pode ser produzida com ou sem uma válvula de silicone. A válvula, quando utilizada, permite que a garrafa possa ser virada de cabeça para baixo sem que haja vazamento. Essa tampa, escolhida pela Nestlé para uso em suas marcas de água na Europa, representa um lançamento da Astra Plastique, empresa do grupo GCS, e parceira tecnológica da America.

Em 2010, a America Tampas passou a ser controlada pela Petropar. A companhia conta com parques industriais em Venâncio Aires (RS) e Manaus (AM), onde produz por injeção e compressão. “Somos uma empresa 100% brasileira e uma das maiores dos mercados nacional e sul-americano”, afirma Alvarez. A companhia produz cerca de 4 bilhões de tampas no Brasil e é responsável pelo desenvolvimento do mercado na América do Sul da Global Closure Systems (GCS), antiga divisão de tampas plásticas da Crown. “Temos acesso ao maior portfólio de patentes do mundo por meio da nossa parceira tecnológica GCS”, reforça Alvarez. A America Tampas atua em várias frentes: bebidas, alimentos, higiene e limpeza, beleza e farmacêutico, mas o seu principal negócio é o de bebidas.

Uma peça só– Reduzir o impacto ambiental das tampas plásticas se tornou tema tão recorrente que as companhias apostam em maneiras diversas de oferecer ao mercado produções mais eficientes do ponto de vista da sustentabilidade. Uma das propostas se traduz na fabricação de tampas de uma peça só, ou seja, compostas por um único material, a fim de facilitar a reciclagem e reduzir os custos da produção. A economia se dá com a eliminação de etapas da fabricação e o

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Adell aposta na apresentação de um novo lacre 100% seguro

menor consumo de energia elétrica e de matéria-prima.

Novata no segmento de bebidas, a Mirvi Brasil, empresa líder na fabricação de tampas para a indústria nacional de óleo comestível, quer introduzir no mercado o que seu gerente de vendas, Marcelo Adell, chama de “quebra de paradigma”. Trata-se de uma solução que adota o conceito de uma peça só (sem o vedante) e inova com um exclusivo sistema batizado como antissabotagem. “Estamos lançando um lacre 100% seguro”, enfatiza Adell. O modelo se baseia na diferenciação; a tampa de PEAD é injetada e contempla o novo finish PCO 1881 das garrafas PET.

O sistema está sendo direcionado, sobretudo, ao mercado de água sem gás, mas está disponível para outras aplicações. A empresa também o oferece nas tampas para água com gás – neste caso, a liberação do gás é feita de forma controlada; e para óleo, o lacre em questão é embutido na tampa.

A Mirvi Brasil, obviamente, não está sozinha na propagação dessa ideia de uma única peça. A Dow Chemical Company apresentou no ano passado como novidade as tampas plásticas feitas somente de PEAD, em substituição àquelas compostas de PP, na parte exterior, e de um disco de vedação de EVA. “Essa é uma tendência que gera a necessidade de resinas com alta tecnologia e novos desenhos de sistemas de selagem”, explica Miguel Molano Niampira, da equipe de embalagens rígidas e duráveis da Dow. Para essa aplicação, a companhia desenhou grades de PE com características especiais, que compõem a linha de resinas bimodais Continuum. Foto: Cuca Jorge

A Continuum DMDA 1250 NT7 apresenta uma arquitetura molecular capaz de permitir o balanço entre rigidez e ESCR (environmental stress cracking resistance – resistência à quebra sob tensão ambiental), sem a necessidade de um disco de vedação. A ideia é garantir que o material suporte severos requerimentos de bebidas de alta carbonatação, como a resistência à pressão constante que o gás faz sobre a tampa quando a garrafa está fechada.

“Sua distribuição de peso molecular bimodal também permite excelentes propriedades organolépticas graças a um controle específico de compostos orgânicos voláteis”, comenta Niampira.

Além do apelo sustentável, a iniciativa tem o respaldo de um grande mercado em potencial. Segundo levantamento divulgado pela Dow, na América Latina, a indústria de tampas para garrafas plásticas de PET cresce cerca de 5% ao ano – para o próximo ano, estima-se o consumo de 51 bilhões de unidades na região.

Casos específicos– Quando o assunto são as tampas de uma peça só, há de se considerar a velha máxima: cada caso é um caso. Os materiais utilizados dependem da aplicação e da formulação, exatamente o que acontece no segmento

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Bonfim oferta soluções capazes de aliar funcionalidade à leveza

agroquímico, cujas peculiaridades exigem um cuidado especial. De acordo com o gerente comercial da Unipac, Vailton Carlos Bonfim, existem situações em que o sistema agrega materiais complementares, como diante da necessidade de utilização de um lacre de metal para aumentar a segurança do produto envasado. Mas nem por isso a peça deixa de ser reconhecidamente amiga do ambiente. “Como são complementares e não integrados, os componentes permitem a reciclagem”, ressalta Bonfim.

Sim, é possível respeitar as particularidades de cada segmento, sem perder o foco na economia de materiais. Setores como o de produtos químicos e agroquímicos, que se caracterizam por requisitos bastante exigentes no que se refere à segurança, também são abastecidos por soluções capazes de aliar funcionalidade à leveza. Não por acaso, a fabricante desenvolveu um sistema de abre e fecha para aumentar a eficiência da tampa, graças à presença de ligações (pinças). “Na hora de fechar, um sistema absorve todo o torque; e, na hora de abrir, esse sistema não age, facilitando a abertura”, explica Bonfim.

Segundo o fabricante, o modelo é leve (pesa cerca de 30% a menos que outros similares) e conta com um selo de alumínio, encaixado – e não colado. Quando a tampa é fechada, o selo é torcido. Uma vez aberta, quebra-se o lacre e a tampa não pode ser reutilizada. Até por essa característica, o modelo tem boa aceitação em embalagens para defensivos agrícolas. Essa tecnologia é aplicada em tampas com 63 mm (utilizadas em embalagens de 5 litros ou mais), e nas de 45 mm (para frascos de 1 litro ou menos).

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Tampas autolacráveis priorizam a segurança

“O setor de tampas procura desenvolver mecanismos capazes de tornar o envase e o transporte seguros e a abertura e o fechamento mais simples”, afirma Bonfim. Segmentos tão peculiares como o de produtos químicos e o de agroquímicos, reduto da Unipac, divisão de negócios do grupo Jacto, também exigem atenção especial quando o assunto é segurança de manuseio e transporte, bem como no que se refere ao uso e ao descarte das embalagens e tampas após a utilização do produto. “Não se pode conceber que uma tampa permita o vazamento do produto ou cause algum tipo de dano ao usuário e mesmo à embalagem na hora da abertura. Por isso, o sistema de abertura e fechamento e a resistência da tampa são fatores determinantes no desenvolvimento de um item”, explica Bonfim. Foto: divulgação

A Unipac injeta tampas de PP autolacráveis para fechamento de embalagens que trazem como princípio básico a segurança, a fim de garantir a proteção contra a abertura involuntária, violação ou vazamentos.

Foco no diferente – O movimento rumo à prática sustentável também conta com empresas focadas em nichos de mercado. Segundo Claudio Patrick, diretor da fabricante Clever Pack, a indústria de tampas plásticas precisa prover o mercado com produtos focados na sustentabilidade, mas capazes de melhorar também a sua usabilidade.

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PE com características especiais permite a fabricação de produtos sem disco de vedação

Até por esse motivo, a fabricante se pauta em uma política de redução de custos, mas sem deixar de prover o setor com produtos inovadores e de fácil manuseio.

O conceito posto à prática pode ser comprovado com um desenvolvimento específico para o público infantil. Trata-se de uma tampa composta por uma única peça do modelo flip-top à prova de crianças. Feita de PP, ela contraria a maior

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Eisler elevou a produção de tampas feitas com PE de fonte renovável

parte do mercado, que adota para esse público peças feitas de PP e PE ou de uma peça, mas com parede dupla (leia-se mais pesada).

O modelo, indicado aos mercados farmacêutico, de higiene pessoal e limpeza, possui um sistema patenteado que depende de dois movimentos simultâneos para sua abertura: a compressão de duas travas e o levantamento da peça superior basculante. A peça foi feita com um recurso capaz de indicar ao usuário quando está travada, com um click.

Na prática, um estampido é emitido, com o acionamento da trava, o que, para Patrick, a torna ideal para uma mãe com deficiência visual. “Ela pode ter certeza, pelo som, de que seu filho está seguro”, exemplifica. Para ele, os desenvolvimentos também devem ser inclusivos, destinando-se a classes menos favorecidas ou deficientes, além de englobar a coleta seletiva, a reciclagem e afins.
A Clever Pack tem sede no Rio de Janeiro e conta com três linhas de tampas. São modelos à prova de crianças, com lacre integrado e com trava. Todas são flip-top e feitas de PP.

Verde – Outro viés voltado ao menor impacto ambiental das tampas plásticas se dá com o uso de matéria-prima de fonte renovável. A Tetra Pak no início deste ano anunciou que todas as tampas de rosca StreamCap utilizadas em suas embalagens cartonadas passaram a ser feitas com polietileno produzido com cana-de-açúcar. Em parceria com a petroquímica Braskem, a companhia resolveu ampliar o fornecimento do que chama de ‘tampas verdes’. “O objetivo é fazer com que a nova tampa seja uma realidade no dia a dia de todos os brasileiros”, explica Eduardo Eisler, vice-presidente de estratégia de negócios da Tetra Pak. As tampas de StreamCap estão sendo utilizadas no Brasil nas embalagens cartonadas assépticas da Tetra Pak, disponíveis em diversos modelos e volumes.

E essa não foi a primeira iniciativa da companhia. Em agosto do ano passado, a Nestlé Brasil, em parceria com a Tetra Pak e a Braskem, lançou a primeira embalagem cartonada com tampa de PE de fonte renovável. O próximo passo será a utilização de PEBD ‘verde’ (a ser desenvolvido pela Braskem) nas camadas internas que integram as embalagens.

 

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