Embalagens

Sopradoras – Atraída pelos juros baixos, a transformação vai às compras e lota as carteiras de pedidos

Rose de Moraes
22 de novembro de 2012
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    As maiores preocupações da Pavan Zanetti quando se trata de sopradoras estão ligadas à funcionalidade do equipamento, facilidade operacional, produtividade e economia de energia. “Nenhuma máquina sai de nossa fábrica sem refletir essas preocupações, que se iniciam na fase de projeto e continuam quando prestamos atenção nos detalhes de produção, pois o setor de transformação hoje se preocupa com décimos de centavos no custo da produção”, informou o diretor. Ele também tem dado atenção ao uso de matérias-primas recicladas com cabeçote de duas ou três camadas – utiliza resinas recicladas no interior das embalagens, quando possível, para propiciar economia no uso de pigmentos caros.

    Um dos diferenciais da Pavan Zanetti é projetar e fabricar seus próprios cabeçotes de sopro por extrusão contínua e acumulação, que sempre contam com atualizações e novos desenvolvimentos, sendo que o mais recente contempla a colocação de drenos para a troca de cores nas máquinas. Segundo o diretor, esse novo sistema possibilita rapidez na troca de cores em extrusão contínua e acumulação, sendo de fácil manuseio e, com isso, os set-ups de troca de moldes e produtos sofrem uma significativa redução de tempo, o que acaba sendo um recurso extraordinário para os transformadores.

    A empresa também destaca entre os seus mais recentes desenvolvimentos os cabeçotes de coextrusão com até três camadas no mesmo material (por exemplo, PEAD), o que permite o processamento com reciclado na camada do meio ou com resina com pigmento escuro anti-UV, para produtos que não podem ter contato com a luz, como o leite, melhorando seu tempo de exposição em prateleira.

    O crescimento em 2013, na opinião de Newton Zanetti, pode ser sustentado por um grande pilar que se assentaria na modernização das fábricas existentes no parque industrial brasileiro. “Temos muitas máquinas em operação, há muito mais tempo do que deveríamos, e um plano governamental de estímulo à renovação dos equipamentos antigos por novos e mais modernos traria ganhos de economia de energia não só para as empresas, como também ajudaria a impulsionar maior desenvolvimento ao país”, acredita o diretor.

    Oferta nacional aumenta – Os compradores também encontram várias opções em equipamentos nacionais fabricados pela Romi. Considerada a líder brasileira no setor de máquinas-ferramenta e de máquinas para processamento de plásticos, a empresa oferece ao mercado do sopro quatro grandes séries de máquinas com sua tecnologia, além de sopradoras de pré-formas. Uma delas é a Romi PET 230, máquina automática, lançada em 2009, que pode produzir garrafas e frascos com capacidades volumétricas até 3 litros. Direcionada às indústrias de bebidas, como refrigerantes e águas minerais, e também às indústrias de óleos comestíveis, molhos, condimentos, incluindo cosméticos e produtos de higiene e limpeza, essa máquina pode ser programada para soprar vários tipos de pré-formas, como para garrafas de 500 ml para água mineral, podendo alcançar produção de 2,5 mil garrafas/hora. Além de ter capacidade para produzir as embalagens comportando até três litros em moldes de duas cavidades, o diferencial dessa sopradora, de acordo com técnicos da empresa, é a alta produtividade, alcançada pelo fato de a máquina ser totalmente automática, tanto no sistema de alimentação quanto na extração.

    Também fruto da safra de sopradoras lançadas pela empresa em 2009, a Romi Premium Full foi direcionada para o mercado de frascos em geral por oferecer alta eficiência e produtividade para a fabricação de embalagens comportando até 5 litros. O equipamento, afirmam os técnicos da Romi, apresenta excelente qualidade de sopro e produtividade, além de baixo consumo energético. Possui programador de parison com válvula Moog que permite até 512 pontos de programação e controle individual de temperatura para torpedo e trefila, sendo equipado com comando CM 10 (B&R), display touchscreen e software de última geração, agregando ainda todos os sistemas de segurança de acordo com a NR-12.

    Ainda em 2009, a Romi trouxe ao mercado a Romi PET 160, para altas produções, direcionadas às indústrias de alimentos, bebidas e de produtos de higiene e limpeza, principalmente para atender às necessidades desses setores. Compacta e com capacidade para até 6 litros, essa sopradora possui painel de (CM 8 Plus – B&R), tela colorida de 5,7”, programação e navegação por teclado touchscreen e software de última geração, além de silo alimentador de pré-formas feito de aço inoxidável, e sistema totalmente automático de alimentação e de extração.

    Plástico, Sopradoras - Atraída pelos juros baixos, a transformação vai às compras e lota as carteiras de pedidos

    Compacta, sopra altas produções até 6 litros

    O último lançamento da Romi na área de sopradoras data de 2011. Trata-se da Romi PET 425, totalmente automática, concebida para altas produções de garrafas PET (até quatro frascos de 2,5 litros) e que conta com silo alimentador e carregador automático de pré-formas. Ainda é equipada com comando controlmaster 10 (B&R) colorido, sistema de troca de moldes simples e rápido, apresentando baixo nível de ruído e também baixo consumo energético.



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