Plástico

Siresp – Setor prevê adversidades, mas aposta em ciclo de alta

Plastico Moderno
9 de janeiro de 2011
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    Não há dúvida de que além da “internacionalização” da próxima Brasilplast, inovação e sustentabilidade serão temas centrais do evento. As resinas verdes representam uma das maiores rupturas de paradigma da indústria petroquímica nos últimos tempos e atendem a uma demanda cada vez mais exigente e consciente no que diz respeito à forma como tratamos o mundo em que vivemos. E essa demanda vem diretamente do consumidor final, de sociedades mais conscientes e voltadas para a sustentabilidade. É por isso que uma de nossas bandeiras deve ser também a do apoio às iniciativas e programas de reciclagem mecânica e energética, identificando as oportunidades decorrentes da aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e de sua regulamentação.

    O plástico cada vez mais próximo do consumidor final é outra tendência que deve ser observada: devemos estar atentos e participar dos debates que envolvem nosso setor, atuar como verdadeiros Embaixadores do Plástico se e quando confrontados com questões ligadas ao meio ambiente, consumo (que deve ser consciente associado ao descarte inteligente), resíduos sólidos urbanos, reciclagem ou sacolas plásticas. Vejo muita emoção e pouca razão quando se fala do plástico, um dos mais eficientes e versáteis materiais já colocados à disposição da sociedade: além de estar presente nas embalagens, tornou-se gênero de primeira necessidade para a vida, como, por exemplo, nos utensílios médico-hospitalares, de higiene e segurança. Tenta-se diminuir a importância do consumidor, um aliado crítico nas escolhas que faz e cada vez mais bem informado sobre as relações de causa e efeito dos seus hábitos. Ninguém coloca um produto indesejado na prateleira; e quando o faz, não sobrevive: quem dita as regras é esse mais importante elemento da cadeia de nosso setor, o distinto consumidor.

    O impacto positivo do plástico na vida das pessoas é hoje amplamente reconhecido e a indústria faz questão de reforçar esse seu papel para a sociedade, seja por meio de suas campanhas institucionais, seja por meio de sua participação em fóruns setoriais, associações de classe e iniciativas acadêmicas. Sabemos que afetamos, de fato, a vida das pessoas, mas positivamente. É muito simplista o discurso de que a sacola plástica é um mal a ser banido. Seu consumo e utilização podem e devem ser mais bem equacionados, evitando-se o desperdício, por isso apoiamos o legislador ao instituir projetos de lei que tenham por base as Normas ABNT. No Rio Grande do Sul já se tornou lei: as sacolas plásticas de estabelecimentos comerciais devem suportar 6 Kg, no mínimo; em São Paulo, um PL tramita na Assembleia Legislativa nesse sentido e, no Rio de Janeiro, trabalhamos para aprimorar a regulamentação do ordenamento legal, em parceria com o governo estadual. O fato é que desafios sempre foram características intrínsecas ao setor de resinas plásticas. Conquistas, idem.



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