Economia

Seca: Setor faz adaptações em processos para superar escassez de água

Jose Paulo Sant Anna
14 de maio de 2015
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    Poço de tranquilidade – Nem todos os transformadores demonstram grande preocupação. A Jaguar Plásticos está a caminho dos quarenta anos e é especializada na injeção de peças plásticas para diferentes mercados e segmentos. Está situada em Jaguariúna, cidade próxima de Campinas, um dos locais mais atingidos pela crise hídrica. Por lá, a situação não preocupa no momento, apesar dos cortes constantes no abastecimento da região.

    “Nosso uso de água da rede é pequeno, pois contamos com poço artesiano que supre nossas necessidades”, conta Emanuel Freitas, coordenador de gestão integrada. O clima de sossego deve continuar, apesar de a Jaguar estar passando por fase de transição. Ela vai sair de sua atual sede, com 10 mil m² para outra com 220 mil m², no mesmo município. A mudança começa em abril e, de forma gradativa, deve se concretizar no meio do próximo ano. “A nova fábrica contará com um reservatório imenso, acredito que não teremos dificuldades”, afirmou.

    Também sossegada é a situação da Plastek, empresa criada nos Estados Unidos com fábrica no Brasil, em Indaiatuba-SP. Ela fabrica de embalagens por meio da técnica de injeção. “Contamos com um poço artesiano que garante nosso abastecimento. Além disso, não consumimos muita água porque trabalhamos com equipamentos com sistema fechado”, resume Franco Magno, gerente técnico.



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