Resinas : Compósitos crescem com energia e saneamento

Estabilizados os preços das matérias-primas e com um “aumento modesto” do PIB, a demanda nacional por compósitos pode este ano crescer até 5%.

É o que projeta Erika Bernardino Aprá, presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco).

Entre os setores que contribuirão para esse crescimento, ela aponta o mercado da energia, o saneamento, e as indústrias que lidam com processos muito corrosivos, às quais compósitos oferecem características favoráveis de resistência química.

Há perspectivas positivas também no setor náutico, enquanto na indústria automotiva elas são melhores no segmento dos caminhões. Já a construção civil, complementa

Erika, após uma acentuada recuperação da demanda, “patinou” a partir da segunda metade de 2021, podendo melhorar um pouco seu desempenho neste início do ano.

Resinas - Compósitos crescem com energia e saneamento ©QD Foto: iStockPhoto
Erika Bernardino Aprá, presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco)

Em 2021, ela estima, a demanda nacional por compósitos avançou cerca de 15% (relativamente a 2020).

Assim como os setores náutico e de energia, e as indústrias que lidam com processos corrosivos, os distribuidores contribuíram com esse crescimento:

“Eles conseguiram atender clientes que poderiam ter parado suas atividades por falta de materiais e ampliaram suas carteiras com clientes de médio, ou mesmo de grande porte”, ressalta Erika.

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