Resinas: Compósitos apostam na construção

Perspectivas 2023

A possibilidade de mais investimentos na construção civil pode neste ano incrementar os negócios dos fornecedores de compósitos, crê Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos).

E seguirá aquecida a demanda proveniente da energia eólica, mantendo o “ritmo positivo observado em 2022” com outros mercados do setor, como indústria e infraestrutura.

“O mercado náutico já nota certa desaceleração, assim como o de piscinas, pressionados pelos gastos com outros tipos de lazer”, complementa Erika.

Ela visualiza boas perspectivas de negócios “mais no médio prazo” no setor automobilístico.

No ano passado, relata Erika, a indústria brasileira de compósitos viveu uma fase “de acomodação da demanda, depois da explosão de 2020 e 2021”.

Resinas: Compósitos apostam na construção ©QD Foto: iStockPhoto
Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos).

O consumo, ela estima, retraiu-se em 2,5%, totalizando 239 mil toneladas; mas o faturamento foi 20% superior ao de 2021, atingindo R$ 4,752 bilhões.

Considerando apenas o primeiro semestre do ano passado, os três principais clientes da indústria nacional de compósitos foram a construção (30,9%), transportes (24,7%), corrosão/saneamento (17,5%).

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