Chapas e Perfis

Resinas – Chapas ecológicas ganham espaço – Perspectivas 2020

Antonio Carlos Santomauro
3 de abril de 2020
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    Plástico Moderno - Resinas - Chapas ecológicas ganham espaço - Perspectivas 2020

    A valorização do dólar frente ao real reduziu em algo próximo a 3,4% a demanda nacional por chapas acrílicas, que baixou de 10,2 mil toneladas, em 2018, para as 9,85 mil t computadas no ano passado. “As chapas asiáticas vinham respondendo por algo entre 55% e 60% do mercado. Com o aumento do dólar, os distribuidores que fazem essa importação começaram a oferecer materiais como PS e PC ”, relata João Orlando Vian, consultor executivo do Indac (Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico).

    Plástico Moderno - João Orlando Vian, consultor executivo do Indac (Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico)Grandes usuários, ressalta Vian, especificam o acrílico em suas peças de comunicação visual (atividade responsável pelo consumo de aproximadamente 70% das chapas feitas com esse material); mas os de menor porte, responsáveis pelo grosso da demanda, aceitam substitui-lo por materiais mais baratos, mesmo que com eles não obtenham a qualidade proporcionada pelo acrílico. “E os produtores nacionais não têm condições de reduzir ainda mais seus preços ”, destaca.

    Atualmente, diz o representante do Indac, os dezesseis produtores nacionais de chapas acrílicas operam com uma ociosidade de 70%. “Tenho conversado com alguns desses produtores e eles dizem: se este ano o mercado voltar às 10 mil toneladas de 2018, já estará bom. E isso significará um crescimento de apenas 5% ”, observa Vian. “Vêm ganhando espaço as chapas ecológicas (feitas com material reciclado), que no ano passado já responderam por quase 15% do total de 9,85 mil toneladas ”, ele finaliza.



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