Máquinas e Equipamentos

Refrigeração – Tecnologias privilegiam o corte no consumo de energia elétrica

Plastico Moderno
22 de outubro de 2009
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    Dentre os principais avanços tecnológicos, Szegö cita o aumento das capacidades do evaporador e do condensador, a modulação automática da capacidade dos equipamentos por meio de dois circuitos independentes de refrigeração, o desenvolvimento de central eletrônica exclusiva e patenteada para monitorar todos os componentes e assegurar baixo consumo de energia e o uso de válvulas de expansão eletrônicas, de bombas dinamarquesas e de ventiladores alemães com controle de velocidade.

    Mais compactos – A diretora-financeira da Megacal ressalta outros dois avanços significativos. “Os equipamentos de refrigeração estão cada vez mais compactos e dotados de controle central mais interativo”, avalia Priscila. A linha de equipamentos da empresa possui controle lógico programável (CLP) com menu em português, facilitando a interação com o operador.

    Cita ainda a adoção de bombas de alto rendimento e o baixo custo de parada e manutenção dos equipamentos. “Estamos

    Plástico, Priscila Perri, diretora-financeira da Megacal, Refrigeração - Tecnologias previlegiam o corte no consumo de energia elétrica

    Priscila destaca avanços como controle central mais interativo

    sempre investindo em desenvolvimento e treinamento interno dos colaboradores.” A Megacal é uma empresa 100% nacional, que atua nas áreas de refrigeração e aquecimento industrial. Fazem parte da linha da unidade de água gelada: chillers, torres de resfriamento e aquecedores de água e óleo, com modelos para água até 160°C e óleo até 350°C.

    Outra questão importante e sempre levada às mesas de reunião se refere à adoção de unidades independentes, que operam ao lado dos equipamentos ou em células de produção, ou de centrais de água gelada que abastecem diversos pontos simultaneamente.

    Na maioria dos casos, as centrais são confeccionadas sem gabinete e instaladas em áreas isoladas ou casa de máquinas. Mais uma vez, cada caso é um caso, que deve ser avaliado sob diversos critérios. “A opção está sempre atrelada ao tamanho da planta e suas funcionalidades”, considera Priscila.

    Dessa opinião compartilha o diretor-comercial da Metalplan, de Cajamar-SP, Edgard Dutra Jr. “Cada situação é muito específica e deve ser analisada nos detalhes com o cliente, não havendo uma regra geral. Por isso, investimos pesadamente na capacitação da nossa força de vendas, com engenheiros de aplicação com sólida experiência profissional”, afirma.

    Em geral, o custo inicial é mais alto quando se investe em unidades individuais. “Porém o risco de parada de uma linha de produção inteira por problemas na unidade de água gelada é totalmente descartado”, alerta Camargo. Tal critério justifica, em alguns casos, a instalação de unidade de água gelada para grupos de máquinas.

    Para exemplificar, Camargo cita o caso de um transformador que possui seis injetoras que necessitam de 7.000 kcal/h para a produção de 35 kg/h. “Em vez do cliente adquirir seis unidades de água gelada de 9.000 kcal/h ou uma de 45.000 kcal/h, ele utiliza duas unidades de 30.000 kcal/h cada com dois circuitos individuais de 15.000 kcal/h. Caso tenha problema em um circuito, os outros três continuarão operando e atendendo à demanda necessária.”

    A linha da Körper contempla torres de resfriamento, resfriadores de líquidos de circuito fechado a ar e água, além das unidades de água gelada de 5.000 a 300.000 kcal/h, fabricadas com compressores tipo scroll, central eletrônica microprocessada, condensação a ar ou água, bomba centrífuga para utilização industrial e tubulação não oxidável, entre outros recursos. “Focamos os desenvolvimentos na redução do consumo de energia e das dimensões dos equipamentos,

    Plástico, Mauricio Beduschi,  diretor-executivo da Tecnos, Refrigeração - Tecnologias previlegiam o corte no consumo de energia elétrica

    Beduschi orienta o cliente de acordo com a sua necessidade

    a fim de ocupar o menor espaço possível na planta do cliente.”

    O diretor-executivo da Tecnos, de Limeira-SP, Mauricio Beduschi também opina sobre o uso de central ou unidades individuais: “Cada caso deve ser estudado em função do regime de trabalho da fábrica. Para empresas que necessitam de maior flexibilidade no controle de temperatura por máquina, sugerimos a utilização de unidades individuais. Para os que possuem pouco espaço físico e limitação na rede elétrica, pode-se utilizar uma central de refrigeração, com a instalação opcional de termorreguladores para ajuste fino em cada máquina. No projeto, apresentamos aos clientes o consumo elétrico de cada opção.”



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