Reciclagem

Reciclagem: Negócios aquecidos para equipamentos

Antonio Carlos Santomauro
20 de junho de 2018
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    Plástico Moderno, Reciclagem: Negócios aquecidos para equipamentos

    Comparativamente àqueles realizados com equipamentos destinados a resinas virgens, sistemas para reciclagem tiveram seus negócios menos prejudicados pela crise econômica brasileira, compara Paolo de Filippis, diretor-geral da Wortex (fabricante com presença nesses dois mercados). “Reciclados ajudam a reduzir custos de produtos, e empresas de todos os ramos da transformação hoje investem em processos internos de reciclagem para reaproveitar sobras e rejeitos”, justifica.

    Plástico Moderno, De Filippis criou sistema que se adapta às várias resinas

    De Filippis criou sistema que se adapta às várias resinas

    De acordo com Filippis, a Wortex oferece extrusoras que, além de aceitar tanto material rígido quanto flexível, ou combinações de ambos, permitem reciclar 80% das resinas usuais na mesma rosca (náilon e PVC são algumas das exceções). “Basta mudar a programação da máquina”, explica.

    Na Multi-União, enfatiza o diretor Ailton Feliputi, a linha completa de equipamentos para reciclagem privilegia equipamentos feitos sob demanda. Segundo ele, embora ainda de maneira tímida, o mercado para esses equipamentos dá alguns sinais de reaquecimento: “Já realizamos este ano alguns negócios com máquinas para reciclagem, inclusive com uma máquina grande para PET, com capacidade de mil kg por hora”, relata.

    A fabricante gaúcha Seibt fornece linhas completas para reciclagem de PET, PE e PP. No caso do PET, as linhas podem ser configuradas com lavagem a frio ou a quente. Essa segunda tecnologia possibilita à resina reciclada obter o desejado ‘grau alimentício’. “No Brasil, já há mais demanda por sistemas a quente”, relata Jackson Eibel, gerente de marketing e comércio exterior da empresa.

    Há cerca de três anos, a Seibt lançou uma estação de tratamento que permite que a água utilizada no processo possa ser tanto reutilizada quanto descartada dentro dos parâmetros legais. “A reciclagem usa bastante água, e percebemos essa oportunidade”, diz Eibel.



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