Reciclagem – Menor atividade econômica reduz oferta de resíduos

Impulso com a PNRS

Plástico Moderno, Reciclagem: Menor atividade econômica reduz oferta de resíduos, que recebeu impulso com a PNRS
Reciclagem – Resíduos

Tanto pela necessidade de preservação do meio ambiente quanto por razões econômicas, a expansão da reciclagem do plástico é apontada há décadas como tendência irreversível.

No Brasil, ela se fortaleceu ainda mais com a entrada em vigor, em 2010, da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que responsabilizou os diversos agentes sociais e econômicos pela correta destinação dos resíduos gerados pelas atividades produtivas e pelo consumo. Mas, momentaneamente, fatores conjunturais refreiam um pouco o avanço da indústria brasileira da reciclagem.

Entre os mais determinantes desses fatores, está a conjuntura recessiva vigente na economia nacional desde 2015 – especialmente na atividade industrial –, no ano passado foi a principal responsável pela redução da reciclagem de PET no país para um total 274 mil toneladas, volume quase 13% inferior ao do ano anterior (Tabela 1). Houve, simultaneamente, queda também na demanda nacional por PET virgem, porém em índice bastante inferior: 1,6%.

Plástico Moderno, Reciclagem: Menor atividade econômica reduz oferta de resíduos, que recebeu impulso com a PNRS ©QD
Tabela com a Evolução da Reciclagem de PET no Brasil – Abipet

 

Reportagem (Leia Mais) = O crescimento da reciclagem do PET

 

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Auri Marçon, presidente da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), credita a redução mais acentuada na procura pela resina reciclada a seu uso mais intenso em setores extremamente afetados pela crise econômica, como as indústrias têxtil e química, que respondem por quase 55% do consumo de PET reciclado no país (Tabela 2).

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Tabela 2 – Participação dos usos finais do PET Reciclado no Brasil Tabela 3 – Evolução do índice de reciclagem de plástico pós-consumo no Brasil

O setor químico, por exemplo, coloca PET reciclado em resinas de poliéster insaturado e em resinas alquídicas, muito utilizadas, respectivamente, em dois mercados fortemente impactados pela conjuntura econômica ruim: automóveis e tintas e vernizes.

Já os fornecedores de resina virgem realizam mais de 90% de seus negócios com os produtores de refrigerantes, água mineral e óleo comestível: todos, produtos de consumo massivo, menos sujeitos aos impactos de uma economia desaquecida. “Além disso, como vem diminuindo bastante o peso das embalagens de PET, a redução no volume de reciclagem da resina não significa diminuição, na mesma proporção, na quantidade de embalagens recicladas”, ressalta Marçon.

Além de conter a demanda, a crise pode diminuir a disponibilidade de materiais para a reciclagem, como acontece com o EPS, que chega a essa indústria proveniente de embalagens protetivas dos eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

Plástico Moderno, Schmidt: sem coleta seletiva, PNRS avança a passos lentos
Albano Schmidt – Termotécnica

“A crise fez cair as vendas desses produtos, então nosso volume de reciclagem será menor este ano, pois haverá menos EPS pós-consumo disponível”,

relata Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, empresa que além de reciclar EPS é a maior transformadora dessa resina no país.

Deve-se ainda considerar que a reciclagem precisa enfrentar a redução das cotações do petróleo no mercado mundial e o consequente barateamento das resinas virgens – especialmente as poliolefínicas –, cujos preços se tornaram muito mais competitivos no confronto com as recicladas.

Tarefa nada simples, afinal, lembra Schimdt, reciclagem é processo oneroso, especialmente em sua logística, e mesmo com a altíssima qualidade propiciada pelas atuais tecnologias uma resina reciclada não consegue chegar no preço de uma virgem.

“As margens ficam muito comprometidas, pois na realidade seria necessário vender a reciclada pelo mesmo preço da resina virgem, ou superior”, pondera o presidente da Termotécnia.

Mas, ao menos até 2014, embora em um movimento sujeito a alguns altos e baixos, elevaram-se os índices nacionais de reciclagem de embalagens plásticas pós-consumo desde o ano de edição da PNRS, como informa o Plastivida – Instituto Socioambiental dos Plásticos (Tabela 3 – Acima).

No caso do PVC, mostra a Tabela 4, além de aumentar o índice percentual de reciclagem das embalagens, cresceu significativamente a reciclagem total (que inclui os resíduos industriais).

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Tabela 4 – Evolução do índice de reciclagem mecânica de PVC pós-consumo no Brasil – Instituto do PVC – Maxiquim

 

apresentar forte crescimento

Plastivida – Abibet – Abiplast

Os dados referentes a 2015 ainda estão sendo processados, diz Miguel Bahiense, presidente do Plastivida e do Instituto do PVC.

Ele crê, porém, na continuidade da expansão dos índices mesmo no decorrer deste complicado ano de 2016. “A tendência é de crescimento contínuo da reciclagem”, avalia.

Plástico Moderno, Bahiense: atividade tende a apresentar forte crescimento
Bahiense – Plastivida

Bahiense lembra já ter sido assinado, no final do ano passado, o acordo para implementar o sistema de logística reversa das embalagens – uma exigência da PNRS – entre o governo federal e a Coalizão Empresarial, que integra 23 entidades representativas setoriais, entre elas a Plastivida, a Abibet e a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico).

Por esse acordo, até 2018, deve ser reduzida em 22% a quantidade destinada a aterros sanitários da fração seca dos resíduos pós-consumo, ou seja, dos materiais recicláveis, incluindo as embalagens (independentemente de suas matérias-primas).

“Atingir tal objetivo depende também das ações de outros atores da sociedade, como o poder público, que precisa investir mais em seleta coletiva”, destaca Bahiense.

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Reciclagem garante negócios

As dificuldades impostas pela crise econômica à indústria da reciclagem do plástico atingem também os fabricantes dos equipamentos necessários a essa atividade, como é possível perceber nas palavras de Paolo de Filippis, diretor das empresas Wortex e da Amut-Wortex (esta, uma sociedade entre a brasileira Wortex e a italiana Amut).

Plástico Moderno, Rompe-sacos da Amut-Wortex auxilia as operações de reciclagem
Rompe-sacos da Amut-Wortex auxilia as operações de reciclagem

“Até o final do ano passado, a demanda vinha se mantendo bem, mas a partir daí houve uma queda brusca”, relata.

“Mas, na metade deste ano, começaram a se delinear perspectivas mais favoráveis, confirmadas na última edição da Interplast”, acrescenta Filippis (referindo-se à feira setorial realizada em Joinville-SC, em agosto).

Antonio Alves, sócio-diretor da By Engenharia, representante no Brasil de marcas como Davis Standard, Gala, Plasmec e Sica, entre outras, e também fabricante sob licença de tecnologia alguns de seus equipamentos, fala de 2016 como ano, de maneira geral, até agora pouco favorável para a venda de equipamentos, porém “menos ruim” no caso daqueles dirigidos principalmente à reciclagem;

Há porém uma particularidade: nesse segmento, cresceu a venda de equipamentos usados.

“No caso dos equipamentos com os quais trabalhamos é difícil encontrar usados disponíveis no mercado, mas por causa da crise algumas empresas de processamento de compostos virgens fecharam, e assim surgiram alguns, que nós compramos, reformamos e vendemos com garantia”, diz Alves.

Também na fabricante de extrusoras Multi-União, as vendas deste ano se concentraram nos recicladores:

Plástico Moderno, Feliputi: demanda apresenta alguns sinais de recuperação
Ailton Feliputi – Multi-União

“Vendemos três extrusoras, todas para esse segmento de mercado”, relata Ailton Feliputi, diretor dessa empresa sediada no município paulista de Nova Odessa.

Mas a Multi-União, mesmo nessa conjuntura difícil, não apenas não demitiu nenhum de seus quarenta colaboradores, mas também investiu cerca de R$ 1,2 mihão em novas máquinas para usinagem.

“Estamos nos preparando para quando os negócios se aquecerem novamente e isso já está acontecendo: antes da Interplast o número de consultas aumentou, e na feira confirmaram-se os sinais de melhora”, justifica Feliputi.

 

Plástico Moderno, Grunewald: FDA autoriza uso de PET reciclado em alimentos
Grunewald: FDA autoriza uso de PET reciclado em alimentos

Para Andrés Grunewald, diretor da operação latino-americana da multinacional Gneuss, épocas de crise podem até favorecer aos negócios relacionados à reciclagem, pois estimulam as empresas a buscarem matérias-primais mais baratas, como é o caso do plástico reciclado. “E, para competirem com a baixa dos preços internacionais das resinas poliolefínicas virgens, os grandes recicladores têm investido em equipamentos que reduzem custos, agregam produtividade a seus processos, e permitem produzir resinas com qualidade mais próxima possível à das resinas virgens”, enfatiza.

A Gneuss, diz Grunewald, já instalou mais de 120 unidades de filtração contínua em linhas de PET reciclado no Brasil, onde lidera esse segmento de mercado. Tem presença relevante também no mercado mundial de equipamentos para extrusão de PET, para o qual desenvolveu uma tecnologia de múltiplas roscas denominada MRS, que permite o uso de PET de qualquer origem e elimina a necessidade de secagem e cristalização.

Plástico Moderno, Linha de extrusão MRS da Gneuss gera lâminas para termoformagem
Linha de extrusão MRS da Gneuss gera lâminas para termoformagem

Em todo o mundo, essa tecnologia já opera em mais de sessenta instalações, sendo seis delas aqui no Brasil.

“A tecnologia MRS possui cartas irrestritas de não-objeção do FDA (Food and Drug Administration), que atestam a eliminação completa dos contaminantes de risco potencial à saúde humana, permitindo o contato direto do material reciclado processado até com alimentos”, destaca Grunewald.

O Brasil, diz o profissional da Gneuss, conta com uma indústria de PET reciclado de altíssima qualidade, sendo um dos líderes mundiais nese mercado e precursor de algumas de suas aplicações: é, entre outras coisas, pioneiro na fabricação de fibras bicomponentes de autocrimpagem com até 100% de flocos de garrafas pós-consumo. “Em aplicações semelhantes em outros países, o percentual de PET reciclado raramente ultrapassa 70%”, compara.

Desenvolvimentos e projetos – Equipamentos de Reciclagem

A melhoria nas perspectivas de negócios com equipamentos de reciclagem a partir de meados deste ano é percebida também por Carina Arita, gerente de vendas da multinacional de origem espanhola Tomra.

“Estamos em algumas conversações com o poder público, mas nossos negócios no Brasil vêm sendo feitos basicamente com a iniciativa privada”, ressalta.

No Brasil a Tomra disponibiliza duas linhas de equipamentos para reciclagem: Autosort, para identificar e separar materiais – inclusive diferentes resinas e até cores distintas –, pela leitura dos respectivos espectros de reflexão de luz infravermelha; e o Autosort Flake, no qual o infravermelho é combinado com outras tecnologias de identificação, como câmeras.

Plástico Moderno, Carina: separação automática de resíduos cresce em sofisticação
Carina Arita – Tomra

Destinado à separação de flakes, esse último gênero de equipamento, diz Carina, no início deste ano evoluiu para uma nova geração, com capacidade duplicada, mais precisa e mais eficiente.

“Temos também outros tipos de equipamentos ainda não usados no Brasil: por exemplo, para separar plástico com ou sem o tratamento antichamas geralmente utilizado em eletroeletrônicos”, complementa.

Já a Wortex, destaca Filippis, desenvolveu uma linha de lavagem com inúmeras vantagens quando confrontada com os sistemas tradicionais:

  • “Geralmente a lavagem é feita em ambiente poluído, com água escorrendo pelo chão; nosso sistema é totalmente fechado, minimiza a exposição do operador à poluição, diminiu o consumo de água e reduz em quase três vezes o consumo de energia”, compara.
  • “Na área da extrusão, temos hoje uma linha para PS expandido, além de equipamentos para extrusão de restos de tecidos de poliamida que dispensam o uso de aglutinadores”, complementa.
    Plástico Moderno, Granulador com “corte na cabeça”, da By Engenharia
    Granulador com “corte na cabeça”, da By Engenharia

BY Engenharia

O carro-chefe da BY Engenharia no mercado da reciclagem é um equipamento de granulação imerso em água – também conhecido como ‘corte na cabeca’ –, fabricado sob licença da empresa norte-americana Gala.

“Pode-se fazer o corte da maneira tradicinal, mas esse equipamento é interessante para reduzir custos, pois exige menos tempo de operador, e possibilita um grão mais similar ao proveniente da petroquímica, portanto mais valorizado”, ressalta Alves.

Existem também empresas projetando o ingresso em novos segmentos do mercado de equipamentos para reciclagem.

IJ Plast

É o caso da IJ Plast, que se prepara para produzir seus primeiros trituradores para ráfia. “Esses trituradores hoje usam motores de 100 a 150 CV, geram muito barulho e poeira.

O modelo que estamos desenvolvendo usará motor de 60cv – para uma capacidade de mil a 1.500 kg/h –, será mais silencioso e emitirá menos poeira”, relata Michel Dias Molica, diretor da IJ Plast. “Já temos um protótipo, e brevemente iniciaremos a produção”, acrescenta.

Plástico Moderno, Aglutinador reduzido permite operar com cargas e pigmentos
Aglutinador reduzido permite operar com cargas e pigmentos

Atualmente a IJ Plast fabrica três gêneros de equipamentos para reciclagem de plásticos:

  • aglutinador reduzido,
  • secadora,
  • desrotuladora.

O primeiro deles, diz Molina, é bastante empregado na reciclagem de filmes, embora haja tecnologias, como a alimentação forçada, alternativas a seu uso.

“A alimentação forçada funciona bem somente com materiais uniformes e limpos, mas essa não é a realidade da grande maioria do plástico que será reciclado. Já o aglutinador mói, diminui o volume e homogeniza o material antes da reciclagem, permitindo ainda trabalhar com blendas e adicionar cargas e pigmento”, contrapõe.

Essa tecnologia da alimentação forçada é uma das soluções do atual portfolio da Multi-União.

“Ao dispensar o uso do aglutinador, a alimentação forçada elimina a necessidade de um motor, normalmente de 100 HP; isso economiza energia e mão de obra de operador”, rebate Feliputi.

No Brasil, ele reconhece, a reciclagem enfrenta alguns obstáculos, como a baixa dos preços das resinas virgens e a redução do nível da atividade industrial, que diminui também a quantidade de resíduos: “Mas, por razões de legislação, ambientais ou econômicas, ela sem dúvida seguirá se expandindo”, diz o diretor da Multi-União.

Questões políticas – PNRS 

Tida desde a sua criação como medida capaz de impulsionar a reciclagem no Brasil, a PNRS ainda não produziu vários dos resultados nela prenunciados, especialmente aqueles decorrentes de investimentos do poder público, que há pelo menos dois anos está atolado em dificuldades políticas e extremamente carente de recursos, e de quem essa legislação exige, entre outras coisas, a ampliação da estrutura de coleta seletiva dos resíduos passíveis de reciclagem.

Essa legislação, diz Schmidt, da Termotécnica, gerou alguns avanços, inclusive na própria estrutura da coleta seletiva dos municípios brasileiros. “Mas essa evolução ocorre a passos muito lentos”, critica.

Na própria Termotécnica, porém, as metas de incremento preveem um desenvovimento bastante acelerado da reciclagem.

“Reciclamos atualmente algo entre 30% e 35% do EPS que produzimos, e até 2020 queremos reciclar 100%”, conta Schimdt. Este ano, a empresa incluiu em seu processo de reciclagem também as bandejinhas de alimentos, geralmente feitas de XPS (PS extrudado), integradas normalmente ao processo de reciclagem do EPS desde que limpas e secas.

Mas há progressos, por exemplo, na oferta de garrafas de PET para reciclagem, observa Lineu Frayha, presidente da M&G Fibras Brasil, que produz PET virgem em Cabo de Santo Agostinho-PE e reciclados em Poços de Caldas-MG.

Plástico Moderno, Frayha: PET reciclado deverá crescer no setor de alimentos
Lineu Frayha – M&G Fibras Brasil

“Mas essa oferta precisa evoluir, só não há problemas atualmente porque a demanda não está aquecida”, diz Frahya.

Números da M&G, aliás, comprovam quão pouco aquecida está essa demanda: a empresa pode aqui produzir 18 mil toneladas anuais de PET reciclado

um terço disso é reservado para fibras –, mas hoje ocupa apenas metade das 12 mil toneladas restantes.

No ano passado a M&G recebeu o aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para fornecer PET reciclado para embalagens de alimentos. “Esse mercado está crescendo, por exemplo, nas embalagens de refrigerantes, que trazem a informação sobre a presença de PET reciclado”, destaca Frayha.“Por enquanto a maioria da nossa produção vai para outras aplicações, como embalagens para produtos de limpeza, mas é na área dos alimentos que vejo o maior potencial de crescimento para PET reciclado”, acrescenta.

Plástico Moderno, Linha de reciclagem da M&G gera PET que pode ser usado em garrafas
Linha de reciclagem da M&G gera PET que pode ser usado em garrafas

Tal projeção é confirmada por Marçon, da Abipet:

“Estabilizada a economia, voltará a crescer a demanda por PET reciclado no Brasil, e um dos setores mais promissores para esse crescimento é o setor de embalagens de alimentos, inclusive as termoformadas”, destaca. Mas também a indústria química vem gerando novas aplicações para o PET reciclado.

“O Brasil, especificamente, é muito forte nessa área, vale lembrar que foi desenvolvida aqui a inclusão de PET reciclado nas resinas alquídicas utilizadas em tintas e vernizes, e também das resinas de poliéster insaturado como estruturantes para peças reforçadas com fibra de vidro”, realça.

Persistem, porém, gargalos na trajetória evolutiva da reciclagem no Brasil, e entre eles se destaca a carência da coleta seletiva de resíduos. “Menos de 10% dos municípios do país têm esse tipo de coleta e onde ela existe geralmente é muito ineficiente”, aponta Bahiense, do Plastivida e do Instituto do PVC.

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