Injeção: Pequenos também usam a técnica multicomponente

Plástico Moderno, PVC: Pequenos também usam a técnica multicomponente

A elevada tecnologia necessária para a produção de peças multicomponentes faz com que a operação seja feita apenas por transformadores de grande porte? Na maioria das vezes, sim. São empresas fornecedoras de autopeças, de empresas gigantes do setor de produtos de higiene pessoal, fabricantes de escovas de dente e aparelhos de barbear com marcas muito conhecidas do mercado ou para empresas de grande importância do setor de embalagens.

Existem exceções. Um exemplo de pequena transformadora a adotar linha de produção do gênero é a Maguibeth, de Novo Hamburgo-RS, empresa familiar fundada em 1995 e dirigida por Pedro José Schwab e seu filho Guilherme Schwab. Ela opera sete máquinas injetoras (de 80 a 320 t de força de fechamento), entre as quais uma bicomponente que funciona integrada a um robô de seis eixos. Trabalha com dez colaboradores.

Plástico Moderno, Pedro José Schwab e seu filho Guilherme Schwab
Pedro José Schwab e seu filho Guilherme Schwab

A aquisição do conjunto multicomponente ocorreu em 2009, com o intuito de agregar maior valor às peças produzidas. Outra estratégia adotada pela empresa vale para todos os seus produtos. “Sempre nos preocupamos em contar com máquinas novas”, explica Pedro. Ele justifica lembrando que a qualidade e velocidade das injetoras modernas permitem a obtenção de peças de maneira mais ágil, com maior qualidade e economia de energia.

Plástico Moderno, PVC: Pequenos também usam a técnica multicomponente

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