Aditivos e Masterbatches

Preços e desempenho – Resinas

Antonio Carlos Santomauro
14 de março de 2020
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    Plástico Moderno -

    Resinas – Preços e desempenho – Perspectivas 2020

    Plástico Moderno - Marta: linha branca sustenta PS e PET cresce nas bebidas

    Marta: linha branca sustenta PS e PET cresce nas bebidas

    A elevada oferta global, considera Marta, da Maxiquim, pode reduzir ainda mais os preços de resinas; especialmente do PE, cujo preço no mercado doméstico caiu 11% ano passado, quando se intensificou a concorrência com importados: “Em 2019, as importações dessa resina aumentaram 7%”, destaca.

    Em todo o ano passado, prossegue Marta, relativamente a 2018, a demanda nacional por resinas registrou queda de aproximadamente 1%, mais acentuada nos mercados de PS e PC; nas poliolefinas houve relativa estabilidade.

    Terra, do Siresp, fala em aumento de 1% a 2% no consumo de resinas no país no decorrer de 2019. “Essa expansão acentuou-se no último trimestre; isso reforça perspectivas melhores para 2020”, ressalta.

    Os associados da Adirplast, em 2019, contabilizaram 6% de acréscimo no volume comercializado em comparação com 2018. Eles colocaram no mercado 398,5 mil toneladas de commodities (PEs, PP e PS) e 51,5 mil t de plásticos de engenharia (crescimentos de 6,9% e 5,5%, respectivamente). “O crescimento maior das commodities se deve à retomada da economia, que acelera mais rapidamente os mercados dos produtos de consumo mais ligeiro, onde é mais intenso o uso desses plásticos”, pondera Gonçalves.

    Plástico Moderno - Feltran: infraestrutura de cabos impulsiona uso de PBT

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    Plástico Moderno - Terra: saneamento básico usa muito polietileno e PVC

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    Na Basf, diz Feltran, em 2019 aumentaram as vendas tanto de sistemas de poliuretano quanto de plásticos de engenharia, que apresentaram crescimento variando entre 3% e 5%. “PU cresceu bastante, assim como PBT. Também têm crescido os produtos para as sacolas compostáveis”, detalha.

    A Ineos Styrolution, conta Bordin, colocou mais ABS no mercado nacional, e registrou “crescimento elevado” no fornecimento de ASA para a indústria automotiva, que em escala crescente vê nessa resina material capaz de proporcionar melhor design e acabamento. “No total, no ano passado crescemos 5% no Brasil”, afirma.

    De acordo com Santos, da Braskem, números preliminares indicam ter havido no ano passado crescimento da ordem de 1% nos negócios com PP e PVC, enquanto para PE este índice chegou a 3%. “Creditamos o maior crescimento no PE ao aumento do consumo das famílias, que impacta o mercado de embalagens, e ao crescimento do agronegócio e de algumas aplicações de infraestrutura, que afetaram positivamente os mercados de embalagens de defensivos agrícolas, tubos e geosintéticos”, afirma Santos.

    Plástico Moderno - Santos: produção da Braskem cresce na América do Norte

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    A Braskem, complementa, trabalha para ampliar sua presença no mercado global em 2020, quando poderá obter fora do Brasil mais de 50% de seu Ebitda (resultado financeiro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). Uma das frentes desse trabalho é uma nova linha de produção de polipropileno no Texas (EUA), com capacidade de 450 mil t/ano, que deve entrar em operação no primeiro semestre deste ano. “Também avaliamos um projeto de recebimento de etano no México, que possibilitará a expansão de até 20% da produção de polietileno, e pode entrar em operação entre 2021 e 2022”, acrescenta Santos, referindo-se ao complexo Braskem-Idesa, hoje ocupando 75% de uma capacidade de 1,05 milhão de toneladas anuais.



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