Compósitos

Plásticos na saúde: Polímeros oferecem mais aplicações

Jose Paulo Sant Anna
13 de janeiro de 2020
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    Policarbonatos – A Covestro considera o segmento médico como de extrema relevância no mercado nacional e global. Atua não apenas como fornecedora de matéria-prima, também opera como “co-designer” diante das oportunidades e desafios. “Por mais que o Brasil seja ainda reativo no que tange a pesquisa e desenvolvimento de aplicações médicas moldadas em plásticos, a Covestro vem motivando e apoiando todo desenvolvimento da área que apresenta um potencial de solução ao mercado de saúde”, explica Costábile Landim, diretor de desenvolvimento de marketing e vendas para nesse nicho de atuação na América Latina.

    A empresa oferece soluções em termoplásticos, filmes, TPU, matérias-primas para adesivos, espumas e muito mais. O carro chefe da empresa para esse segmento se concentra em sua linha de policarbonatos. Seu portfólio é composto pelas linhas Makrolon, Bayblend, Makroblend, Apec, Baymedix e Platilon. Elas são indicadas para aplicações que podem variar desde a autoadministração de medicamentos, housings de equipamentos eletromédicos, cardiovasculares e de gerenciamentos sanguíneo, terapia renal, cirúrgico, respiratório, diagnóstico, dental e de bem-estar.

    “O mercado brasileiro demanda prioritariamente resinas de PC destinadas à esterilização por ETO”, informa Landim. Esse tipo de esterilização utiliza o óxido de etileno e é indicada para os materiais termossensíveis cujas características físicas sejam incompatíveis com os processos convencionais de esterilização por vapor e alta temperatura. Ele cita como exemplo o produto Makrolon 2458, que pode ser aplicado em oxigenadores e componentes dos equipamentos de infusão intravenosa (conjuntos compostos por mangueiras, engates, conexões e agulhas usadas nas infusões de soro e outros procedimentos).

    Os policarbonatos da Covestro também são apropriados para alguns dispositivos essenciais da moderna tecnologia médica, como canetas e bombas de insulina, inaladores, cuidados renais e controle do sangue, desfibriladores cardíacos e outros. Essas aplicações exigem propriedades de biocompatibilidade, durabilidade, higienização e esterilização, moldabilidade e pós-tratamento de peças moldadas, alta transparência, pureza, resistência química e térmica, entre outros requisitos.

    “O próximo passo da inovação em aplicações médicas será a consolidação dos aparelhos conectados e de autoadministração de medicamentos e sistemas sem agulha”. Esses aparelhos necessitam de materiais com características como elevada capacidade de esterilização, maior resistência térmica e índice de fluidez capaz de absorver o desenvolvimento de componentes pequenos e de baixas espessuras. “Entre esses materiais destacamos a série Makrolon RX”.



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