Plástico Brasil 2023: Representantes de dezesseis países

Expositores – Além das empresas nacionais, estarão presentes representantes de dezesseis países: Alemanha, Argentina, Áustria, Canadá, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, Israel, México, Portugal, Suécia, Suíça, Taiwan e Turquia.

Áustria, Índia e Itália contarão com pavilhões dedicados.

Poderão ser conhecidos lançamentos e avanços tecnológicos tanto nas áreas de máquinas e equipamentos quanto no campo das matérias-primas e especialidades químicas voltadas para a melhoria de processos industriais.

Entre os fabricantes de máquinas e equipamentos, a expectativa é excelente. Podemos apontar alguns exemplos.

Cercada de suspense, a Romi, maior fabricante nacional de máquinas para plástico e uma das patrocinadoras da feira, prepara o lançamento de nova linha de injetoras.

Pouco se sabe sobre o lançamento, a não ser um resumido comunicado feito pela empresa informando que a nova série trará ganhos significativos em espaço entre colunas, produtividade e economia de energia.

A Romi se diz confiante com a oportunidade de apresentar ao mercado sua tecnologia, oferecendo uma linha mais versátil e adequada à necessidade das indústrias nacionais e do mercado externo.

A empresa também irá mostrar modelos de sua linha de sopradoras.

“O mercado de plásticos, uma das melhores opções em embalagens, segue forte e crescendo com novas tecnologias, reciclagens e melhor aproveitamento dos materiais. Seguiremos com força máxima e acreditamos em geração de negócios que completarão nosso ano de vendas”, resume Wilson Carnevalli Filho, diretor comercial da Carnevalli, tradicional fabricante nacional de equipamentos para linhas de extrusão que contará com um dos maiores estandes do evento.

Michel Carreiro, gerente geral da estrutura nacional da multinacional Sumitomo Demag, fabricante de equipamentos para injeção, destaca que poder participar novamente do maior evento de plástico da América Latina depois de quatro anos é um momento muito esperado pela indústria.

“Apesar das incertezas que rondam o ambiente econômico, especialmente na Europa e Ásia, há uma demanda local reprimida, especialmente nos segmentos automotivo e de consumo em geral. Acreditamos que a feira poderá ser um marco na retomada dos investimentos por parte da indústria do plástico”.

Na feira, além de modelos de injetoras elétricas, a empresa apresenta como grande novidade o primeiro robô com sua marca, fabricado na Alemanha e lançado na última edição da K’.

Plástico Brasil 2023: Avanço em eficiência e na sustentabilidade ©QD Foto: iStockPhoto

Uma grande chance de alimentar as vendas é a percepção de empresas ligadas a matérias-primas e especialidades químicas.

Essa é a expectativa de Talisy Costa, gerente comercial da Replas, distribuidora de resinas termoplásticas.

“Estivemos presentes em todas as edições e nessa não poderia ser diferente. É a primeira feira do setor em São Paulo após o período de pandemia, uma grande oportunidade para todos se reencontrarem, revermos nossos clientes antigos, amigos e conhecer novos. Vamos apresentar e expor toda nossa estrutura, confiabilidade, tradição de mercado, time de vendas e parceira com os maiores fornecedores do Brasil e do mundo”.

Marcelo Lopes, gerente comercial da Colortrade, empresa especializada na distribuição de especialidades químicas, ressalta a importância das feiras.

“Estivemos no ano passado na Interplast. Não éramos expositores, mas mesmo assim fechamos vários negócios, fizemos muitos contatos. Como expositores, participamos no ano passado do Abrafati Show, que também foi muito bom”.

Seguindo essa lógica, ele aposta no sucesso da Plástico Brasil, ainda mais em período de retomada após a pandemia.

“A partir dessa edição, ela deve se consolidar como a grande feira da cadeia nacional do plástico”.

O mesmo sentimento tem João Ponchio, gerente comercial da IMCD, outro grupo de grande porte distribuidor de especialidades químicas.

“Estamos com grandes expectativas, restou apenas uma grande feira do setor. Esperamos que ela reúna um grande público, até porque agora concentra marcas de máquinas e matérias-primas”.

Ele lembra que o mercado hoje fala muito em sustentabilidade e várias empresas estão em busca de soluções que atendam a essa demanda.

“A pandemia gerou muita falta de matéria-prima e as empresas buscam alternativas, querem homologar mais fornecedores”.

Enquanto isso… – Em paralelo à exposição, a Plástico Brasil oferece outras atrações.

Destaque para o espaço totalmente focado em conteúdos exclusivos, chamado Parque de Ideias.

No espaço serão realizadas palestras sobre inovação, materiais e sustentabilidade, programa definido a partir de pesquisa feita junto a especialistas do mercado.

Durante as palestras serão apresentados projetos inovadores por representantes da indústria e profissionais ligados a instituições de ensino renomadas.

“O Parque de Ideias ocorre todas as tardes durante o evento”, informa Liliane, da Informa Markets.

Como aconteceu na edição anterior, foi criado um espaço chamado de SMED, onde será demonstrada a técnica de troca rápida de moldes em máquinas de injeção.

O projeto acontece graças a uma parceria entre as empresas Romi, Stäubli, Berg Steel e Previsão.

Um diferencial da iniciativa nesta edição é a parceria com a Escola LF, que oferecerá um workshop gratuito sobre a técnica.

Outra atração será o espaço Abinfer Business Center, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais.

O local vai concentrar a participação de ferramentarias, fabricantes de moldes e fornecedores da cadeia.

“Ele contará com a exposição de vinte fabricantes, com suas soluções e produtos”, ressalta Liliane.

Texto de José Paulo Sant’Anna, com Colaboração de Antonio Carlos Santomauro

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