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Plástico Brasil 2017: Máquinas dominam a área e obtêm bons resultados de negócios e visitação

Antonio Carlos Santomauro
22 de junho de 2017
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    Entre os equipamentos instalados no estande da Romi, o diretor William dos Reis destacava a injetora para paredes finas em ciclos ultrarrápidos ES 300, híbrida, com fechamento e plastificação elétricos e injeção por acumulador hidráulico controlado por servo-válvulas “Também estamos mostrando nosso novo comando CM 20, totalmente preparado para a conectividade exigida pela Indústria 4.0, pois aceita qualquer tipo de conexão”, acrescenta Reis.

    Plástico Moderno, Inversores comandam acionamento da Golden Edition da Arburg

    Inversores comandam acionamento da Golden Edition da Arburg

    Plástico Moderno, Goulart: Arburg também exibiu a série híbrida e rápida Hidrive

    Goulart: Arburg também exibiu a série híbrida e rápida Hidrive

    A Arburg enfatizou duas máquinas: uma delas, hidráulica da série Golden Edition, com 100 toneladas de força de fechamento e sistema AES (Arburg Energy Saving), capaz de reduzir o consumo de energia pela utilização de inversor de frequência no acionamento – sem reduzir a dinâmica da máquina – e com ciclo de 6 segundos. “Também estamos mostrando, para o mercado de paredes finas e ciclos rápidos, a máquina da série Hidrive Packaging, híbrida, de altíssima performance, com fechamento e dosagem acionados por motor elétrico e injeção via acumulador hidráulico, projetada para ciclos inferiores a 5 segundos”, complementa Leandro Goulart, gerente de vendas da Arburg.

    Cássio Saltori, diretor-geral da Wittmann Battenfeld, ressaltava os equipamentos da linha Smart Power, com máquinas de 25 a 350 toneladas de força de fechamento, equipadas com a linha de controladores B8, lançada na última K. Também divulgava o conceito Insider, gerador de máquinas cujo conjunto injetora, robô e esteira vem todo enclausurado. “Essas máquinas já trazem todos os sistemas de segurança e economizam espaço, pois dispensam grades maiores para passagem dos eixos dos robôs que não vêm integrados”, afirma Saltori.

    Outro conceito exposto pela mesma empresa foi o Wittmann 4.0, com máquinas novas dotadas de todos os periféricos integrados: robôs, desumidificadores, dosadores, controles de temperatura. “Uma das vantagens desse conceito é a maior facilidade de controle, feito por um único painel”, complementa Saltori.

    Plástico Moderno, Injetora Atis é compacta e admite várias configurações

    Injetora Atis é compacta e admite várias configurações

    A Himaco expôs sua injetora nacional da série Atis, de 160 toneladas, equipada com bomba de vazão variável, hidráulica Parker e Eaton, comando Altus, e possibilidade de incluir o servo motor Baumuller. “A linha Atis se caracteriza por máquinas compactas e de maior produtividade, com grande versatilidade de configuração. Exemplo: máquinas com grande porte de fechamento equipadas com cabeçotes de injeção para pequenos volumes”, observa Luciane Bondan Schorr, diretora da Himaco. “Também expusemos uma máquina da linha Apta 80, com servo-motor, de nossa linha de injetoras importadas”, complementa Luciane.

    Periféricos e termoformagem – Um dos lançamentos da Piovan foi a linha de dosadores gravimétricos Quantum; outro, a linha de alimentadores Easy3+, com maior facilidade de aplicação e novo visual. A empresa apresentou ainda a central de acoplamento pneumático Easylink, para automação no transporte de materiais.

    Na área de refrigeração, a Piovan enfatizou o conceito Flexcool, que integra os dry coolers de sua linha Aryacool com o controle de temperatura local e individual por máquina (com os refrigeradores e termorefrigeradores de suas linhas Slim e Digitemp L). “Para automação destacamos o WinFactory 4.0, um software de controle e gestão de transformadores de plástico, desenvolvido para se conectar via protocolo OPC-UA com qualquer máquina, no conceito das smart factories da Indústria 4.0”, complementa Ricardo Prado, vice-presidente para a América do Sul da Piovan.

    Plástico Moderno, Barrant: pontos perpendiculares acompanham geometria da peça

    Barrant: pontos perpendiculares acompanham geometria da peça

    A Polimold, além de destacar suas linhas de câmaras quentes, lançou um sistema de sequenciamento de injeção por posicionamento dos pontos, e não mais por tempo. “Esse sistema garante sempre a injeção do mesmo volume, independentemente de variações no processo”, realça André Barrant, coordenador de vendas técnicas e marketing da Polimold.

    A mesma Polimold divulgava ter montado em janeiro último, pela primeira vez, um sistema com pontos de injeção colocados perpendicularmente ao sistema de injeção. “Esse posicionamento dos pontos acompanha a geometria da peça, evitando a necessidade de um canal frio que é cortado após a injeção; isso evita retrabalho”, explica Barrant. “Também estamos mostrando nossa linha de acessórios – centralizadores, contadores de ciclos, travas de moldes e linha de refrigeração –, que agora têm nossa marca própria”, complementa.

    Em seu estande, a Tecnoserv mostrava câmaras quentes, feitas em parceria com a neozelandesa Mastip. Destacava as câmaras valvuladas. “O sistema valvulado é uma tendência, pois diminui a pressão de injeção, reduz o cisalhamento e alivia as tensões internas nas peças, melhorando a qualidade da peça injetada”, afirma Wilson Teixeira, diretor técnico da Tecnoserv. “Também pode ajudar a reduzir custos, pois permite utilizar máquinas de menor força de fechamento.” A Tecnoserv exibiu ainda sua linha de acessórios para moldes (desenvolvida em parceria com a Strack Normalien, da Alemanha).

    Alexandre Nalini, da Moretto, citava o lançamento do Moisture Meter In-Line, que realiza medições constantes da umidade da resina no próprio processo, grão a grão. “Geralmente, essa medição é feita antes, por amostras, ou depois, nas peças produzidas; mas esses métodos são menos satisfatórios, pois pode haver variações durante o processo”, explica Nalini. A Moretto divulgou também um upgrade de sua linha de dry air, que agora utiliza, para desumidificação, compressor interno em vez de ar comprimido. “Isso reduz drasticamente o consumo de energia”, afirma Nalini.



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