Máquinas dominam a área e obtêm bons resultados de negócios e visitação

A primeira Plástico Brasil (Feira Internacional do Plástico e da Borracha) gerou resultados satisfatórios para muitos de seus participantes.

Plástico Moderno, Plástico Brasil 2017: Máquinas dominam a área e obtêm bons resultados de negócios e visitação
Plástico Brasil – Feira

O volume de vendas lá gerado, assim como as perspectivas de futuros negócios, alcançou as expectativas, com apoio de uma organização eficiente e também pelo fato de ocupar um recinto mais moderno que o usado no passado para encontros similares do setor.

Obviamente, contribuíram para os resultados as atuais perspectivas para a economia brasileira, bem mais animadoras do que as disponíveis há alguns meses.

Gino Paulucci Jr., presidente da comissão organizadora do evento, também os credita a outros fatores. “Aconteceram muitos lançamentos na feira, mostrando que a tecnologia hoje disponível no Brasil para a indústria do plástico está no mesmo patamar daquela exibida na última edição da K, em Dusseldorf”, compara.

“Os expositores saíram satisfeitos, com muitos negócios já concretizados e pedidos de orçamentos que logo gerarão mais vendas”, acrescenta Paulucci.

Wilson Carnevalli Filho, diretor comercial da fabricante de extrusoras Carnevalli, confirma essa avaliação: “Vendemos uma quantidade enorme de máquinas – como há bom tempo não vendíamos – e pudemos expor toda a nova tecnologia empregada nos nossos equipamentos”, afirma.

“A feira foi excelente, melhor do que eu esperava: gerou negócios e, depois de encerrada, ainda vai gerar outros”, endossa William dos Reis, diretor da unidade de máquinas para plásticos da Romi.

Como não poderia deixar de ser, um público quantitativa e qualitativamente interessante para os expositores era fundamental para tal desempenho.

E essa premissa parece ter se verificado. “Além de receber muitos visitantes, a feira foi visitada por profissionais que realmente tomam as decisões nas empresas; acabei encontrando gente que não via há muito tempo”, conta Laercio Gonçalves, diretor geral da distribuidora Activas.

Também foi bem avaliado o local do evento, o São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (espaço para eventos empresariais da cidade de São Paulo, atualizado e reinaugurado no ano passado). “Esteve excelente a estrutura: chegada, saída, instalações, estacionamento”, elogia Enrico Miotto, diretor-presidente da empresa que leva seu sobrenome.

“As feiras no Anhembi eram muito sofridas para expositores e visitantes, sem conforto de estacionamento, com pavilhão ultrapassado, sem climatização”, complementa Chrystalino B. Filho, diretor comercial da Bausano (referindo-se ao vetusto pavilhão de eventos da capital paulista que a administração de João Doria pretende vender para a iniciativa privada).

Entre os expositores, os fabricantes de máquinas e equipamentos dominaram a paisagem. Afinal, como realizadora do evento aparece a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), embora a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) também participe da iniciativa, ao lado da promotora e organizadora Informa Exhibitions.

Fizeram-se presentes alguns representantes do mercado de resinas – especialmente os seus distribuidores –, assim como fornecedores de masterbatches e aditivos. No total, afirmam os organizadores, cerca de quatrocentas marcas estiveram presentes.

Realizado de 20 a 24 de março, a feira ofereceu ainda dezenas de horas de conteúdo, em seções como o seminário ‘Rumo à Indústria 4.0’, o ‘PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do PET’, e palestras realizadas em um estande dedicado a uma metodologia para troca rápida de moldes (ver box).

E contou com o apoio de mais de setenta entidades do Brasil, União Europeia e de diversos países. Nas páginas seguintes, apresentamos informações sobre os destaques dos estandes de várias empresas presentes.

 

Extrusoras

Bausano

Maior produtividade e redução do consumo de energia foram qualidades enfatizadas nas extrusoras apresentadas na Plástico Brasil, como a extrusora dupla rosca MD 125-30, da Bausano.

“Consumindo 130 kWh de energia para produzir em torno de 1.300 a 1.400 kg/h, ela pode obter até 35% de economia de energia em comparação com as concorrentes”, afirma Chrystalino B. Filho, diretor comercial.

A máquina é opção interessante para processar compostos de PVC e PVC expandido para a indústria de calçados.

Carnevalli

Por sua vez, a Carnevalli exibiu a coextrusora de cinco camadas Polaris Plus 5 POD, com capacidade para mil kg/h. Segundo Wilson Carnevalli Filho, “é a máquina mais produtiva já fabricada no Brasil”.

Plástico Moderno, Polaris Plus 5 POD, da Carnevalli, faz filmes de cinco camadas
Polaris Plus 5 POD, da Carnevalli, faz filmes de cinco camadas

Indicado especialmente para filmes para laminação, shrink e stretch, esse equipamento teve uma primeira versão em 2015, e agora traz controles de espessura mais precisos e bobinadora por gap que, por não sofrer pressão por contato, melhora a tensão de bobinamento.

A Carnevali mostrou ainda uma máquina na qual duas extrusoras produzem três camadas coextrudadas, indicada para a produção de sacolas com adição de cargas. “Seu consumo de energia é cerca de 20% inferior ao de uma máquina de três camadas que trabalha com três extrusoras”, compara Carnevalli.

Rulli Standard

Entre as diversas máquinas expostas no estande da Rulli Standard, despontava uma extrusora de três camadas totalmente automática, com anel de ar de fibra de carbono (mais leve que os usuais).

Plástico Moderno, Filtro contínuo SFX Magnus 75, da Gneuss, em extrusora Rulli
Filtro contínuo SFX Magnus 75, da Gneuss, em extrusora Rulli

“Temos também uma extrusora que aceita até 100% de reciclados para fazer sacolas, por exemplo; esse tipo de equipamento é um diferencial da nossa empresa”, ressalta Paulo Sérgio Leal, da área de vendas técnicas da empresa. “Todas as nossas máquinas vêm hoje com motor W-Magnetic, da Weg, com 97% de eficiência energética”, acrescenta.

Miotto

Na Miotto, conta o diretor-presidente Enrico Miotto, extrusoras e periféricos já estão na quarta geração de seu processo evolutivo.

Plástico Moderno, Máquinas da Miotto incorporam sistema de comunicação remota
Máquinas da Miotto incorporam sistema de comunicação remota

“Também estamos lançando nosso serviço de comunicação remota, que permite que, a partir da sede, possamos diagnosticar possíveis falhas e realizar alterações no software via internet”, informa.

Havia também equipamentos como a extrusora de dupla rosca cônica 65/132, da série DRcn, da Extrusão Brasil, para perfis e compostos de PVC, destinados, por exemplo, para a produção de telhas. “O mercado de telhas de PVC está em ascensão e deve crescer muito; para isso, essa máquina oferece excelente plastificação e baixo consumo de energia”, diz Leonardo Borges, da área de vendas técnicas da Extrusão Brasil

Sopradoras e equipamentos para PET

Pavan Zanetti

A Pavan Zanetti mostrou a sopradora híbrida 600/15 D, dotada de uma tecnologia de fechamento das placas porta-moldes fundamentada em bielas articuladas, em lugar dos pistões.

“Isso aumenta a força de fechamento”, destaca Leandro Pavan, gerente de marketing da empresa. Essa máquina pode trazer opcionalmente o comando do sopro realizado por servo motores.

No evento, a Pavan Zanetti lançou ainda uma secadora para pré-formas de PET, para frascos de 5 litros.

Gneuss

E a Gneuss destacou o polireator Jump, posicionado como alternativa aos reatores de estado sólido (SSP), utilizados para incrementar a viscosidade de massas fundidas de PET reciclado.

“Diferentemente do reator de estado sólido, esse polireator é um processo direto, do resíduo de PET – pós-industrial ou pós-consumo – ao pellet em um único passo.

Isso propicia processamento mais rápido com viscosidade precisa e controlada, e produto final de melhor qualidade e baixo custo”, explica Andrés Grunewald, diretor da empresa.

A Gneuss apresentou ainda filtros contínuos para extrusoras de filme balão, que permitem o processamento contínuo, sem a interrupção de fluxo ou colapso na bolha durante a troca de telas – ideal para processamento de material reciclado –, além de uma nova série de seu sistema de filtração RSFgenius:

“Operando com áreas maiores, os filtros da nova geração RSFgenius permitem alcançar maiores capacidades de produção, ou mesmo a utilização de filtros menores para uma mesma capacidade”, diz Grunewald.

Injetoras

Para os processos de injeção, a Plástico Brasil apresentou equipamentos elétricos, hidráulicos e híbridos; todos, também buscando se diferenciar através de quesitos como produtividade e menor consumo de energia.

KrausMaffei

A KrausMaffei, por exemplo, mostrava sua nova série de máquinas elétricas: a série PX, lançada na última feira K, já com modelos com força de fechamento de 50 a 200 toneladas.

“Brevemente, teremos também a máquina de 25 toneladas e, posteriormente, chegaremos a 600 toneladas”, adianta Rodrigo Olivetto, responsável pela área de vendas da empresa.

Essas máquinas, ele prossegue, podem ser equipadas com a tecnologia APC – exclusiva da Krauss Maffei – que automaticamente ajusta o processo dentro do ciclo, independentemente de variação de viscosidade e da fluidez do material.

Sumitomo Demag

A Sumitomo Demag mostrou a máquina com acionamento elétrico direto IntElect, de 350 toneladas de força de fechamento, com fusos comandados por servos motores resfriados a ar.

Plástico Moderno, Série IntElect apresenta ciclos rápidos e economia de energia
Série IntElect apresenta ciclos rápidos e economia de energia

“Comparativamente às máquinas de mesmo porte, porém hidráulicas, ela consome 40% menos energia”, afirma Christoph Rieker, gerente geral da Sumitomo (SHI) Demag do Brasil.

Segundo ele, a IntElect vem sendo continuamente aprimorada. Uma de suas evoluções mais recentes é a injeção sequencial, capaz de garantir que todas as peças tenham peso idêntico.

“É uma máquina com ciclos muito rápidos, inferiores a quatro segundos, sendo interessante, por exemplo, para a produção de embalagens e tampas. Mas também para ciclos menos rápidos, como em autopeças, nos quais ela reduz bastante o consumo de energia, pois fica inativa durante o resfriamento”, ele diz.

“Também trouxemos o modelo El-Exis SP, com altíssima produtividade e elevada performance, para ciclos rapidíssimos, de menos de 2 segundos”, acrescenta Rieker.

 

Romi

Entre os equipamentos instalados no estande da Romi, o diretor William dos Reis destacava a injetora para paredes finas em ciclos ultrarrápidos ES 300, híbrida, com fechamento e plastificação elétricos e injeção por acumulador hidráulico controlado por servo-válvulas “Também estamos mostrando nosso novo comando CM 20, totalmente preparado para a conectividade exigida pela Indústria 4.0, pois aceita qualquer tipo de conexão”, acrescenta Reis.

Plástico Moderno, Injetora híbrida ES 300, da Romi, faz peças de paredes finas
Injetora híbrida ES 300, da Romi, faz peças de paredes finas

Arburg

A Arburg enfatizou duas máquinas: uma delas, hidráulica da série Golden Edition, com 100 toneladas de força de fechamento e sistema AES (Arburg Energy Saving), capaz de reduzir o consumo de energia pela utilização de inversor de frequência no acionamento – sem reduzir a dinâmica da máquina – e com ciclo de 6 segundos.

Plástico Moderno, Inversores comandam acionamento da Golden Edition da Arburg
Inversores comandam acionamento da Golden Edition da Arburg

 

Plástico Moderno, Goulart: Arburg também exibiu a série híbrida e rápida Hidrive
Goulart: Arburg também exibiu a série híbrida e rápida Hidrive

“Também estamos mostrando, para o mercado de paredes finas e ciclos rápidos, a máquina da série Hidrive Packaging, híbrida, de altíssima performance, com fechamento e dosagem acionados por motor elétrico e injeção via acumulador hidráulico, projetada para ciclos inferiores a 5 segundos”, complementa Leandro Goulart, gerente de vendas da Arburg.

 

Wittmann Battenfeld

Cássio Saltori, diretor-geral da Wittmann Battenfeld, ressaltava os equipamentos da linha Smart Power, com máquinas de 25 a 350 toneladas de força de fechamento, equipadas com a linha de controladores B8, lançada na última K.

Também divulgava o conceito Insider, gerador de máquinas cujo conjunto injetora, robô e esteira vem todo enclausurado. “Essas máquinas já trazem todos os sistemas de segurança e economizam espaço, pois dispensam grades maiores para passagem dos eixos dos robôs que não vêm integrados”, afirma Saltori.

Outro conceito exposto pela mesma empresa foi o Wittmann 4.0, com máquinas novas dotadas de todos os periféricos integrados: robôs, desumidificadores, dosadores, controles de temperatura. “Uma das vantagens desse conceito é a maior facilidade de controle, feito por um único painel”, complementa Saltori.

Himaco

A Himaco expôs sua injetora nacional da série Atis, de 160 toneladas, equipada com bomba de vazão variável, hidráulica Parker e Eaton, comando Altus, e possibilidade de incluir o servo motor Baumuller.

Plástico Moderno, Injetora Atis é compacta e admite várias configurações
Injetora Atis é compacta e admite várias configurações

“A linha Atis se caracteriza por máquinas compactas e de maior produtividade, com grande versatilidade de configuração. Exemplo: máquinas com grande porte de fechamento equipadas com cabeçotes de injeção para pequenos volumes”, observa Luciane Bondan Schorr, diretora da Himaco.

“Também expusemos uma máquina da linha Apta 80, com servo-motor, de nossa linha de injetoras importadas”, complementa Luciane.

 

Periféricos e termoformagem

Piovan

Um dos lançamentos da Piovan foi a linha de dosadores gravimétricos Quantum; outro, a linha de alimentadores Easy3+, com maior facilidade de aplicação e novo visual.

A empresa apresentou ainda a central de acoplamento pneumático Easylink, para automação no transporte de materiais.

Na área de refrigeração, a Piovan enfatizou o conceito Flexcool, que integra os dry coolers de sua linha Aryacool com o controle de temperatura local e individual por máquina (com os refrigeradores e termorefrigeradores de suas linhas Slim e Digitemp L).

“Para automação destacamos o WinFactory 4.0, um software de controle e gestão de transformadores de plástico, desenvolvido para se conectar via protocolo OPC-UA com qualquer máquina, no conceito das smart factories da Indústria 4.0”, complementa Ricardo Prado, vice-presidente para a América do Sul da Piovan.

Polimold

A Polimold, além de destacar suas linhas de câmaras quentes, lançou um sistema de sequenciamento de injeção por posicionamento dos pontos, e não mais por tempo.

Plástico Moderno, Barrant: pontos perpendiculares acompanham geometria da peça
Barrant: pontos perpendiculares acompanham geometria da peça

“Esse sistema garante sempre a injeção do mesmo volume, independentemente de variações no processo”, realça André Barrant, coordenador de vendas técnicas e marketing da Polimold.

A mesma Polimold divulgava ter montado em janeiro último, pela primeira vez, um sistema com pontos de injeção colocados perpendicularmente ao sistema de injeção.

“Esse posicionamento dos pontos acompanha a geometria da peça, evitando a necessidade de um canal frio que é cortado após a injeção; isso evita retrabalho”, explica Barrant.

“Também estamos mostrando nossa linha de acessórios – centralizadores, contadores de ciclos, travas de moldes e linha de refrigeração –, que agora têm nossa marca própria”, complementa.

Tecnoserv

Em seu estande, a Tecnoserv mostrava câmaras quentes, feitas em parceria com a neozelandesa Mastip. Destacava as câmaras valvuladas.

“O sistema valvulado é uma tendência, pois diminui a pressão de injeção, reduz o cisalhamento e alivia as tensões internas nas peças, melhorando a qualidade da peça injetada”, afirma Wilson Teixeira, diretor técnico da Tecnoserv.

“Também pode ajudar a reduzir custos, pois permite utilizar máquinas de menor força de fechamento.” A Tecnoserv exibiu ainda sua linha de acessórios para moldes (desenvolvida em parceria com a Strack Normalien, da Alemanha).

Moretto

Alexandre Nalini, da Moretto, citava o lançamento do Moisture Meter In-Line, que realiza medições constantes da umidade da resina no próprio processo, grão a grão.

Plástico Moderno, Desumidificador da Moretto troca ar comprimido por compressor
Desumidificador da Moretto troca ar comprimido por compressor

“Geralmente, essa medição é feita antes, por amostras, ou depois, nas peças produzidas; mas esses métodos são menos satisfatórios, pois pode haver variações durante o processo”, explica Nalini.

A Moretto divulgou também um upgrade de sua linha de dry air, que agora utiliza, para desumidificação, compressor interno em vez de ar comprimido. “Isso reduz drasticamente o consumo de energia”, afirma Nalini.

Sepro do Brasil

Por sua vez, a Sepro do Brasil mostrou três robôs em seu estande, entre eles, o Strong 50, para operações de pick & place. “É um equipamento de nossa gama Universal, composta por robôs de três eixos, todos eles soluções econômicas para automatizar máquinas de grande porte”, diz Oscar da Silva, diretor da empresa.

“Temos também a gama Tecnológica – robôs de três eixos para operações mais complexas, como sobreinjeção de insertos – e a gama Premium, com robôs de cinco eixos, muito versáteis, para operações mais sofisticadas, como multiposicionamento, flambagem e rebarbamento”, enumera.

Rone

A Rone mostrava alguns exemplares de seu portfólio de moinhos, hoje composto por mais de duzentos modelos. Destacou a Linha L, posicionada mais incisivamente para a moagem de refiles.

“Temos dois modelos distintos desta linha: um para refiles rígidos e outro para flexíveis”, diz Ronaldo Cerri, diretor comercial.

“Em suas versões mais atuais, nossos moinhos atuais contam com evoluções como maior produtividade e inclusão da NR-12”, complementa.

Hece

Na linha de corte e solda, a Hece apresentou a máquina pouch HP-850 S, para embalagens nylon-poliolefinas (para frigoríficos, por exemplo).

“É um equipamento totalmente automatizado, com 11 servo motores e alta produtividade”, relata Luiz Fernando Sverzut, diretor da empresa.

Para termoformagem, a Hece mostrou dois equipamentos.

O primeiro – o HF-750 Tilt II – produz potes com empilhamento automático e tem sistema de contagem das peças. Já o HVF-750, para tampas ou potes, conta com duas estações: uma para termoformagem e corte, e outra para empilhamento. Tem ainda sistema de corte por faca gráfica.

“Diferentemente da tecnologia mais usual – com sistema macho/fêmea –, o corte gráfico é mais econômico e permite trabalhar com mais formatos”, compara Sverzut.

Polimáquinas

No estande da Polimáquinas, um dos destaques foi o equipamento para corte e solda de embalagens em rolos (de sacos e sacolas, por exemplo).

“O grande diferencial desse equipamento é a possibilidade de trabalhar com espessuras maiores sem perda de produção e com impressão centralizada, diferentemente dos outros equipamentos que permitem apenas a impressão corrida”, destaca Gino Paulucci Jr., diretor da Polimáquinas.

“É uma tecnologia inovadora no Brasil”, acrescenta.

 

Resinas e masterbatches

Distribuidoras como Replas e Piramidal representaram o segmento de resinas na Plástico Brasil. A primeira delas divulgava mais enfaticamente sua linha de filmes de BOPP – com a qual trabalha há cerca de dois anos – e a expansão de sua linha de PVC, na qual agora há também compostos. Propagandeava ainda sua linha de produção na Amazônia, em operação há aproximadamente seis meses: “Já produzimos filmes shrink e agora começaremos a produzir filmes cast”, adianta Marcos Prando, diretor da Replas.

A Piramidal anunciava uma novidade em sua vasta gama de grades das mais diversas resinas: as poliamidas da DSM. “Forneceremos polímeros de performance, como o Akulon PA 6/6.6, o Novamid PA 6/6.6 e as especialidades da DSM: Stanyl PA 4.6, Stanyl ForTiiTM PA 4T, Arnitel TPC/PPA/PPS e Arnite PET”, detalha Wilson Cataldi, diretor da Piramidal

No segmento dos masterbatches e aditivos, a Cristal Master mostrava produtos como o High Flow, cuja função é ampliar a produtividade em processos de extrusão e injeção de PP reciclado pelo aumento do índice de fluidez da resina. Exibia ainda o Filler Plus, composto de carbonato de cálcio para aplicações elevadas. “O Filler Plus aumenta a produtividade, melhora a solda e propriedades mecânicas como tenacidade, alongamento, resistência ao impacto e ao rasgo, além de diminuir custos devido à possibilidade de incorporação de até 40%, sem afetar as propriedades mecânicas”, relata Ederson de Negri, consultor de negócios da Cristal Master.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios