Plástico na Construção Civil: Perspectivas para o Setor de Transformação de Plástico

Construção civil

Para os lados da construção civil, o otimismo não anda muito em alta. A queda de vendas de imóveis e a paralisação de muitas obras públicas, acompanhada da queda na confiança da população, que causa o adiamento das reformas em suas residências, são fatores que provocam reflexos negativos na indústria fornecedora de materiais.

Problema para os transformadores de tubos e conexões, caixas d’água, esquadrias e de outros materiais plásticos usados no ramo.

A expectativa de retomada não entusiasma. Para Walter Cover, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), apesar de discreta melhora no final do ano de 2016, a vida não está fácil.

Para ele, as causas da recessão ainda estão presentes e devem permanecer pelo menos no primeiro semestre de 2017.

Plástico Moderno, Cover não espera crescimento de vendas na construção civil
Cover não espera crescimento de vendas na construção civil

“Desemprego e o medo da perda do emprego, juros altos, dificuldade de obtenção de crédito e redução nos investimentos públicos e privados continuam inibindo o consumo dos materiais, seja para reformas, seja para novas edificações”, resume.

Por essas e por outras, a previsão para o ano de 2017 aponta para crescimento nulo.

De acordo com a associação, as indústrias de materiais de construção tiveram queda de 11,5% de faturamento em 2016, em comparação com o mesmo período de 2015.

O estudo abrange 70% das empresas do setor e não especifica as matérias-primas utilizadas na produção.

O nível de emprego no ano também sofreu queda significativa, de 9,3% em relação a 2015.

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