Plástico

Perspectivas 2010 – PLASTIVIDA – Educação ambiental promete ganhar novo fôlego neste ano

Francisco de Assis Esmeraldo
24 de janeiro de 2010
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    Daí que a Plastivida e a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) assinaram em 2009 um Acordo de Cooperação, para estudar a viabilidade tecnológica, econômica e política da instalação de usinas de reciclagem energética no país, integrando a produção dessa energia à matriz energética brasileira. No mundo já existem 850 usinas. Só no Japão, estão instaladas 249. No Brasil, nenhuma.

    Também ampliamos o projeto Repensar, de reciclagem de isopor, com o aumento do volume recolhido e processado, e a intensificação da divulgação de que esse é um plástico reciclável.
    Ao mesmo tempo, continuamos alertando a população para os riscos das sacolas feitas com plásticos oxidegradáveis. Eles representam um risco para o meio ambiente porque, quando começam a se fragmentar, dividem-se em milhares de pedacinhos. No fim do processo, não vão desaparecer, e sim virar um pó que facilmente irá parar nos córregos, rios, represas, lagos e mares etc. Isso significa que nossa geração poderá beber involuntariamente plástico oxidegradável misturado à água. E mais: os fragmentos poderão ser ingeridos por animais silvestres, criações nas fazendas, pássaros e peixes, causando sérios danos econômicos e ambientais, com consequências imprevisíveis.

    As sacolas plásticas aditivadas não se biodegradam nem na superfície de aterros. Elas fragmentam-se, ou seja, geram uma poluição invisível. Ao se decomporem, deixam fragmentos do material no solo, liberam substâncias orgânicas. Depois de fragmentadas, não podem ser coletadas, nem recicladas mecanicamente nem recuperadas energeticamente.

    Divulgamos esses conceitos amplamente, evitando que prosperassem legislações para obrigar a substituição das sacolinhas plásticas pelas aditivadas. E oferecemos a argumentação técnica e jurídica ao Sindiplast, que conseguiu três liminares em Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins) movidas no Tribunal de Justiça de São Paulo, suspendendo a aplicação de leis que obrigavam essa troca em diversos municípios.



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