Máquinas e Equipamentos

Periféricos para sopro – Vendas disparam e animam os fabricantes nacionais a fazer projeções otimistas

Jose Paulo Sant Anna
9 de abril de 2012
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    vantagem extra: “O tamanho do equipamento é pequeno, os concorrentes com a mesma capacidade têm o dobro do tamanho.”

    A outra série voltada para a indústria do sopro é a W, cuja característica principal é facilitar a automação. O equipamento fica ao lado da sopradora e mói rebarbas de plástico de pequeno porte, como gargalos e outras. “As rebarbas vão direto para o moinho e voltam para o funil sem problemas de contaminação ou umidade. O processo deixa a fábrica limpa”, explica.

    Segmento lucrativo – O mercado do sopro é considerado muito importante para a Seibt, fabricante nacional de equipamentos com sede em Nova Petrópolis-RS. Para o segmento, o forte da empresa é o fornecimento de moinhos, além de máquinas para sistemas de reciclagem para PET, PE e PP e outros materiais plásticos. A empresa também produz equipamentos para injeção, extrusão e termoformados. “O sopro representa aproximadamente 27% do volume de negócios da empresa”, informa Gilson Müller, analista de exportação.

    As turbulências da economia mundial, que no ano passado foram motivo de dificuldades para a indústria de base nacional, não afetaram os negócios da empresa. “Atingimos as projeções e expectativas de vendas, encerrando o ano com bons resultados”, afirma. Para 2012, a estimativa é otimista. “Apesar do início do ano lento, as expectativas são de crescimento e aumento na participação do mercado em nível nacional e internacional.”

    Para o segmento do sopro, a Seibt oferece os moinhos das linhas LR e LRX, as duas para materiais com volumes até 20 litros. As duas séries são aplicadas em operações de recuperação em circuito fechado de aparas e sobras do processo. São oferecidas em vários tamanhos e rotores com facas rotativas inteiras, com opções de descarga e alimentação manual, automatizada ou robotizada. “Dentro da linha LR, acabamos de lançar o modelo MGHS 420, que se junta aos MGHS 200, 250 e 320”, informa. A empresa também fabrica os modelos MGHS 1000, 1200, 1000B e triturador de pastilhas, todos para peças de grande volume.



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