Periféricos – novos equipamentos embutem mais precisão e operam com menor consumo energético

Os dosadores gravimétricos batizados com a marca Lybra podem incorporar até duas estações dosadoras independentes e com diferentes capacidades, desde décimos de grama/hora até 170 quilos/hora, e são equipados cada qual com seu próprio sistema de controle por perda de peso, podendo combinar ingredientes por dosagem gravimétrica e volumétrica e contando com sistema de controle por microprocessador com tela sensível ao toque (touch screen).

Segundo Prado, as dosagens gravimétricas por perda de peso são muito mais precisas e permitem refinar os processos e os consumos simplesmente porque não ocorrem variações. Também é possível trabalhar com quantidades de masterbatches no limite inferior, gerando grande economia. Os maiores usuários dos dosadores de pós por perda de peso são as indústrias que trabalham com a extrusão de tubos e perfis de PVC, mas aquelas que operam com compostos, que dosam grânulos e pós, injetam peças, tampas e pré-formas de PET também irão se beneficiar dessa tecnologia.

Gravimétrico por perda de peso– Os modelos gravimétricos por perda de peso se popularizaram de tal forma que estão contando com rápida penetração nas empresas dedicadas à extrusão, conquistando até mesmo pequenos convertedores que não dispensam mais seu uso em virtude das facilidades e dos ganhos oferecidos pelas dosagens

Plástico, Marcel Brito, diretor da Ineal, Periféricos - novos equipamentos embutem mais precisão e operam com menor consumo energético
Marcel Brito: cha imprescindível dosadores gravimétricos na produção de filmes

precisas, isentando-os de cometer desperdícios.

“Se ainda não o fez, toda a empresa que opera com extrusão de filmes é também uma compradora em potencial dos dosadores gravimétricos por perda de peso”, considerou Marcel Brito, diretor da Ineal. Nos últimos anos, segundo ele, houve muito investimento nos setores de extrusão e de coextrusão de filmes técnicos, como na produção de filmes com barreira para embalagens de alimentos, e também foram realizadas expansões e grandes projetos, que desencadearam aumentos na demanda pela compra de equipamentos com recursos mais avançados. Aos volumétricos, praticamente, segundo ele, continua reservada a missão de dosar masterbatches, microesferas, pigmentos, cargas, entre outros aditivos em grânulos e em pó.

Poder conciliar à extrusora de filmes um dosador gravimétrico por perda de peso significa, de acordo com Brito, uma necessidade para se trabalhar com maior segurança e com equipamentos extremamente confiáveis, capazes de controlar com precisão todos os parâmetros relativos aos percentuais de mistura e ao consumo por grama/metro, o que torna possível avaliar a produtividade de todas as linhas.

Entretanto, além de reunir esses atributos, os dosadores gravimétricos por perda de peso comercializados pela Ineal contam com o diferencial de permitir expansões e configurações de forma intercambiável. “Se o convertedor adquirir, hoje, um dosador gravimétrico por perda de peso da Ineal para trabalhar com quatro componentes e, passado algum tempo, tiver a necessidade de expandir a capacidade do periférico para operar com seis componentes, basta aumentar o número de recipientes para comportar as novas matérias-primas e de suas respectivas gavetas”, acrescentou o diretor.

Apesar de contar com ampla linha de dosadores em versões apropriadas para injeção, sopro, extrusão de chapas, extrusão de tubos e perfis, extrusão de monofilamentos e de multifilamentos, é o dosador gravimétrico EasyBatch a maior coqueluche de vendas da empresa do momento para o setor de extrusão de filmes. Equipado com duas células de carga para mistura e com duas outras para o controle do consumo da máquina, o EasyBatch, além de fazer a mistura dos componentes, faz também as dosagens por perda de peso com alta precisão. Essa tecnologia aportou no mercado brasileiro graças à joint venture firmada entre a Ineal e a italiana Syncro, em 2011, detentora de tecnologias para dosagens gravimétricas.

Também consequente à parceria firmada com a Syncro, a Ineal está trazendo ao mercado brasileiro o dosador Syline, para monomaterial, que agrega todos os controles do dosador EasyBatch, mas só não faz misturas.

“A nossa linha também abrange anéis de ar automáticos, conhecidos como flyers, que, além de oferecer um rígido controle de espessura dos filmes, podem aumentar a capacidade de produção da extrusora do tipo balão em mais de 70%. São principalmente direcionados à coextrusão de filmes de três, cinco, sete, nove e onze camadas; e representam a tecnologia mais avançada para extrusão de filmes da qual se tem conhecimento no mundo”, comentou Brito.

Ao participar em maio último da tradicional feira de Milão, Itália, voltada ao setor plástico, em conjunto com a Syncro, Brito observou o interesse dos convertedores por um novo bobinador (Ecosy) para filmes stretch, que dispensa os tubetes de papelão, eliminando custos, e também por um novo periférico, que está sendo denominado “gaiola”, para utilização em extrusoras com a finalidade de manter mais estável o balão e favorecer a qualidade dos filmes.

Página anterior 1 2 3 4 5 6Próxima página

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios