Máquinas e Equipamentos

Periféricos – Equipamentos emplacam mesmo com as dificuldades econômicas, por gerar ganho de produtividade

Maria Aparecida de Sino Reto
10 de junho de 2009
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    Representante da americana Maguire, uma das mais populares fabricantes mundiais de dosadores gravimétricos, Ebel assegurou não haver conflito com os produtos Plast-Equip. Ao contrário, uma linha complementa a outra. “Os equipamentos da Maguire abastecem o mercado acima de quatro componentes e de 400 quilos por hora, e de materiais que não sejam granulados, como microesferas, pós etc. A Plast-Equip só atua com os granulados”, explicou.

    O diretor também contou que está desenvolvendo o projeto de um software desenhado para permitir a gestão de todos os dosadores gravimétricos instalados na produção do cliente. Não há, porém, definição de prazo para seu lançamento no mercado.

    Ainda no campo dos dosadores de fabricação nacional, novidades com tecnologias gravimétrica, volumétrica e de rosca puderam ser conferidas no estande da Piovan. No primeiro caso, a empresa lançou modelo destinado em especial ao mercado de extrusão, com garantia de manter correta a espessura média do filme, tubos ou perfis.

    De acordo com Santos, o equipamento controla o peso por metro de material extrudado e garante 30% menos variação comparativamente aos dosadores similares disponíveis no mercado. Como resultado, o transformador ganha com a economia de matérias-primas. O periférico atende desde processos monomateriais até sistemas multicamadas com nove extrusoras.

    O modelo volumétrico embute estrutura idêntica à dos gravimétricos, à exceção da célula de carga, informou Santos. Ele ressaltou tratar-se de equipamento preciso e compacto, projetado com tecnologia de dosagem pneumática, para comportar dosagens de até quatro componentes e produções de até 300 kg/hora.

    Totalmente modular, a nova série MDP de dosadores de rosca foi projetada para permitir a transferência do equipamento de uma máquina para outra, de acordo com a necessidade do cliente. “É dosador para aplicação de precisão”, disse o vice-presidente da Piovan. Entre as principais características dessa linha, ele mencionou a operação com motorredutores, responsáveis pelo acionamento da rosca dosadora. “Os motorredutores contam com encoders que controlam a posição de grau em grau”, salientou. O produto beneficia, em especial, os segmentos de injeção, extrusão e sopro com exigências de alta precisão e dosagem de até três componentes.

    O vice-presidente da Piovan ainda alardeia outra grande novidade introduzida na linha de produção nacional: equipamentos para medição de temperatura na entrada e saída do molde. “Sua precisão é de mais ou menos 0,4ºC e podem ser fornecidos com leitor de vazão direto no painel da máquina”, informou Santos.

    A série engloba modelos a óleo, com operação em temperaturas até 260ºC e que podem incorporar, como opcional, bombas de tração magnética (vantajosas por eliminar vazamentos pela ausência de retentores ou gaxetas). Os equipamentos a água atuam com temperaturas até 140ºC.

    Santos ainda ressaltou o lançamento do aplicativo Winfactory, projetado pela divisão de softwares da Itália, para a gestão de todos os periféricos da fábrica. “O programa interliga todas as máquinas e controla o processo inteiro, com históricos de alarmes, manutenção, consumo de material e uma série de outros.”

    Alimentação reforçada – Os investimentos contemplaram também novos projetos para melhorar o processo de

    Plástico Moderno, Periféricos - Equipamentos emplacam mesmo com as dificuldades econômicas, por gerar ganho de produtividade

    Série Mega se diferenciou pela possibilidade de transportar PET

    alimentação dos transformadores. Desenhado para ser instalado em injetoras de pequeno porte e produção de peças de engenharia, o novo alimentador trifásico Plast-Equip carrega poucas gramas por ciclo com o propósito de evitar a reabsorção de umidade pela resina. Equipado com painel de comando microprocessado, o alimentador dispõe de capacidade de 10 quilos por hora.

    A alimentação de máquinas processadoras de grande porte também conta com novidades, projetada para operações até 3 mil quilos por hora de grãos. A nova série Mega, da Rax, agrega um diferencial: comporta o transporte de flakes de PET, material de densidade mais baixa, de formato irregular e contaminado com pó. Projetado com acumulador de ar comprimido, o equipamento efetua a operação de limpeza a cada ciclo. O fechamento e descarga são pneumáticos. No caso da alimentação de flakes a capacidade é menor, da ordem de 1.500 kg/h.

    Produção otimizada – O transformador interessado em melhorar seu processo produtivo também encontrou na feira a oferta de novos equipamentos destinados à fabricação de compostos e de masterbatches. A atração principal no estande da Pallmann consistiu em um micronizador, lançado para atender em especial ao mercado de rotomoldagem.

    Desenhado para proceder a uma moagem mais fina, tem o propósito de ser utilizado com masterbatches e compostos. “A micronização do master facilita a incorporação da resina”, informou o gerente-geral da Pallmann do Brasil, Robert Hess. Ele explicou tratar-se de um moinho compacto, com estrutura



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