Periféricos – Busca por produtividade sustenta várias novidades em equipamentos para promover maior automação

Plástico Moderno, José Luiz Galvão Gomes, diretor da Dal Maschio do Brasil, Periféricos - Busca por produtividade sustenta várias novidades em equipamentos para promover maior automação
Gomes: setor aquecido rendeu bons negócios na feira e contatos futuros

Desenvolvidos para ciclos ultra-rápidos, os manipuladores Snap se destinam à extração automática de peças, montagem de insertos e aplicação de IML.

De fabricação nacional, a nova Série PL atende às injetoras de até 3 mil toneladas de força de fechamento. “Garante total flexibilidade de programação, característica imprescindível nos dias atuais, além de facilidade de manuseio, altas velocidades de operação e mecânica robusta e de longa vida útil”, afirma Gomes.

De acordo com o fabricante, a linha possui de três a cinco eixos servomotorizados, garantindo movimentação livre e simultânea; deslizamento sobre patins de recirculação de esferas de jogo zero; transmissão de movimentos com cintas de poliuretano (PU), com trama de aço interna; saídas pneumáticas para comando de pinças e cilindros nas garras, e liberdade de escolha dos comprimentos de cada eixo. Gomes ressaltou ainda os bons resultados da feira. “Vendemos dez equipamentos e prospectamos diversos negócios.”

Made in Japan – Há um ano, a Sunnyvale representa os manipuladores da japonesa Harmo. “A Brasilplast é uma excelente oportunidade para divulgarmos a nova representada”, afirma o gerente de engenharia e desenvolvimento, Domingos A. Mancinelli Jr. Entre as principais características da série HRX, ele cita o controle livremente programável: “Permite a execução de várias programações sem custo adicional, garantindo maior autonomia para o transformador.”

Além da interface com a máquina, o robô da Harmo permite comunicação com os demais periféricos, como as esteiras transportadoras. Na Brasilplast foram expostos dois modelos: o HRX-80Sf, montado na injetora alemã Dr. Boy de 35 toneladas, e o HRX-150Sf, que escrevia texto de boas-vindas aos visitantes da feira em um quadro branco. De acordo com Márcio Urakawa, do departamento de vendas, a linha HRX é composta por servorrobôs de alta confiabilidade e baixíssima manutenção, com três a cinco eixos, com ou sem braços telescópicos.

Há ainda três tipos de controladores da Harmo: o HRS-200, compacto, com interface touch panel, paletização e operação intuitiva; o Falcon, com monitoração de sinais, USB, tela de ajuda, memória para cem moldes, dados agrupados de injeção e senhas; e o i-Controller (controlador inteligente) sob a plataforma Windows XP. “Possibilita livre programação pelo próprio usuário, customização da tela e controle de outros periféricos da Harmo, entre outras funções.” As linhas se adequam a injetoras de 40 a 1.000 t de força de fechamento.

A Star Seiki Brasil, de São Paulo, também apresentou sua linha de robôs. A empresa, subsidiária da Star Seiki Japão e da Yudo Star Coréia, tem mais de 800 unidades instaladas no Brasil. Entre os produtos, destacou os sistemas de insertos e para IML.

O lançamento ficou por conta do modelo GX – 700 IV. “Operou em injetora Toshiba, totalmente elétrica de 75 t de força de fechamento”, diz o gerente-geral Roberto Eiji Kimura. O sistema produziu display de celular em molde de duas cavidades e canal. A peça, de 0,6 mm de espessura, seguia para dispositivo automático de corte de canal desenvolvido pela Star Seiki.

De acordo com o fabricante, o modelo possui os três eixos com servomotores eletrônicos que garantem precisão de 0,1 mm. “A interface homem/máquina, gráfica é amigável, tem display colorido de 4,8” em português.” A linha conta ainda com função de empilhamento nos três eixos, capacidade de memorização de parâmetros para 999 moldes e retirada de peças até 5 kg.

Outros destaques foram os modelos EX-800 Hibrido e SP-800 F IV. O primeiro conta com dois eixos pneumáticos e um eixo servomotorizado, controlador gráfico e capacidade de memorização de parâmetros de 40 moldes, além de retirada de peças injetadas até 2 kg. O robô SP-800 F IV dispõe de dois eixos pneumáticos e controlador para memorização de parâmetros de 15 moldes e retirada de canal de injeção ou peças injetadas até 1 kg. Além dos manipuladores expostos no estande, a Star Seiki automatizou injetoras da Sandretto e Nissei.

Na avaliação de Kimura, o mercado deverá crescer entre 10% e 20% em 2007. “As empresas de médio porte estão começando a despertar para a necessidade de automatizar o processo. A queda do dólar, evidentemente, também nos favorece, uma vez que todos os equipamentos são importados.” Uma prova disso foi o resultado da Brasilplast. “Surgiram novos projetos, principalmente por parte dos transformadores com 10 a 50 injetoras instaladas.”

 

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