Economia

Pandemia: Desafios para a Indústria do Plástico – SIMPEPE

Plastico Moderno
15 de janeiro de 2021
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    Plástico Moderno - Pandemia: Desafios e Reconhecimento para a Indústria do Plástico - SIMPEPE ©QD Foto: iStockPhoto

    SIMPEPE – Pandemia: Desafios e Reconhecimento para a Indústria do Plástico

    Superar os desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus tem sido a busca do Sindicato do Material Plástico de Pernambuco (Simpepe). Em um cenário caótico, encontrar um ponto de equilíbrio entre oferta e demanda, manutenção de empregos e pagamentos de impostos e tributos é a ordem de todo dia.

    Nesse momento, a indústria ainda precisa lidar com a alta do dólar, escassez de insumos, retomada da produção industrial mais rápida do que o esperado e aumento das exportações, reinventar-se tornou-se a ordem do dia a fim de encontrar um ponto de equilíbrio.

    Plástico Moderno - Gesse Batista é Presidente do Simpepe – Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Estado de Pernambuco. ©QD Foto: Divulgação

    Gesse Batista é Presidente do Simpepe – Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Estado de Pernambuco.

    Por outro lado, o avanço da Covid-19 mostrou a força e a importância do material plástico, destacadas pela necessidade de produtos descartáveis e inócuos. O plástico agora é solução. Surgindo em vários formatos e como estratégia de proteção para contenção da pandemia, tornou-se barreira física em supermercados, protetores faciais, luvas, protetores para máquinas de cartões de crédito, embalagens para as entregas de alimentos e produtos diversos. No lugar de vilão, o plástico mostrou-se para o mundo como solução sanitária durante a pandemia. Agora herói, o plástico é onipresente na crise.

    Antes criticado e culpado pela degradação do meio ambiente, o plástico “embrulhou o mundo” e o protegeu do avanço do vírus devastador. E aponta agora, ao contrário do que era disseminado, a falta de hábitos críticos e educação ambiental como os verdadeiros culpados pela degradação ambiental. O plástico é sim responsável, mas por todos os abraços possíveis, dados aos idosos, por exemplo, devidamente envolvidos e protegidos pelo material.

    Pernambuco é o oitavo estado brasileiro com maior número de fábricas de plástico e também ocupa a mesma posição com relação ao número de pessoas empregadas pelo setor. Localmente, são 272 empresas que geram 9.879 postos de trabalho, segundo o Perfil 2019 da Abiplast. Espalhadas por todo o território pernambucano, há uma concentração maior delas na Região Metropolitana do Recife e no Agreste.

    Texto: Gesse Batista

    Plástico Moderno - Pandemia: Desafios e Reconhecimento para a Indústria do Plástico - SIMPEPE ©QD Foto: iStockPhoto

    SIMPEPE

    O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Pernambuco – SIMPEPE, fundado em 1991, originou-se da Associação Nordestina da Indústria de Plástico – ANIP, quando foi registrado no Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB e filiado a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco – FIEPE.
    Com um sindicato de atuação estadual, o setor se fortaleceu com maior coesão em torno das causas da entidade. Na época participavam 30 empresas pernambucanas.
    Em 2001 o setor de plástico foi enquadrado no Programa de Desenvolvimento de Pernambuco – PRODEPE como prioritário para a economia do Estado. Desta forma novos projetos foram realizados com incentivos fiscais para o setor.



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