Pandemia: Desafios para a Indústria do Plástico – SIMPEPE

Pandemia: Desafios e Reconhecimento para a Indústria do Plástico

Plástico Moderno - Pandemia: Desafios e Reconhecimento para a Indústria do Plástico - SIMPEPE ©QD Foto: iStockPhoto

Superar os desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus tem sido a busca do Sindicato do Material Plástico de Pernambuco (Simpepe).

Em um cenário caótico, encontrar um ponto de equilíbrio entre oferta e demanda, manutenção de empregos e pagamentos de impostos e tributos é a ordem de todo dia.

Nesse momento, a indústria ainda precisa lidar com a alta do dólar, escassez de insumos, retomada da produção industrial mais rápida do que o esperado e aumento das exportações, reinventar-se tornou-se a ordem do dia a fim de encontrar um ponto de equilíbrio.

Plástico Moderno - Gesse Batista é Presidente do Simpepe – Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Estado de Pernambuco. ©QD Foto: Divulgação
Gesse Batista é Presidente do Simpepe – Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Estado de Pernambuco.

Por outro lado, o avanço da Covid-19 mostrou a força e a importância do material plástico, destacadas pela necessidade de produtos descartáveis e inócuos. O plástico agora é solução.

Surgindo em vários formatos e como estratégia de proteção para contenção da pandemia, tornou-se barreira física em supermercados, protetores faciais, luvas, protetores para máquinas de cartões de crédito, embalagens para as entregas de alimentos e produtos diversos.

No lugar de vilão, o plástico mostrou-se para o mundo como solução sanitária durante a pandemia. Agora herói, o plástico é onipresente na crise.

Antes criticado e culpado pela degradação do meio ambiente, o plástico “embrulhou o mundo” e o protegeu do avanço do vírus devastador.

E aponta agora, ao contrário do que era disseminado, a falta de hábitos críticos e educação ambiental como os verdadeiros culpados pela degradação ambiental.

O plástico é sim responsável, mas por todos os abraços possíveis, dados aos idosos, por exemplo, devidamente envolvidos e protegidos pelo material.

Pernambuco é o oitavo estado brasileiro com maior número de fábricas de plástico e também ocupa a mesma posição com relação ao número de pessoas empregadas pelo setor.

Localmente, são 272 empresas que geram 9.879 postos de trabalho, segundo o Perfil 2019 da Abiplast.

Espalhadas por todo o território pernambucano, há uma concentração maior delas na Região Metropolitana do Recife e no Agreste.

Texto: Gesse Batista

Plástico Moderno - Pandemia: Desafios e Reconhecimento para a Indústria do Plástico - SIMPEPE ©QD Foto: iStockPhoto

 

SIMPEPE

O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Pernambuco

– SIMPEPE, fundado em 1991, originou-se da Associação Nordestina da Indústria de Plástico

– ANIP, quando foi registrado no Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras

– AESB e filiado a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco

– FIEPE.

Com um sindicato de atuação estadual, o setor se fortaleceu com maior coesão em torno das causas da entidade. Na época participavam 30 empresas pernambucanas.

Em 2001 o setor de plástico foi enquadrado no Programa de Desenvolvimento de Pernambuco – PRODEPE como prioritário para a economia do Estado. Desta forma novos projetos foram realizados com incentivos fiscais para o setor.


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