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Notícias – Simpósio difunde programa das sacolas pela segurança

Fernando C. de Castro
8 de agosto de 2008
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    Da mesma forma, o Plastivida condena o uso de sacolas obtidas pela blenda de aditivos oxidegradáveis e resina virgem nas embalagens empregadas para acondicionamento de alimentos. Mesmo os produtos biodegradáveis, conforme a posição do Plastivida, devem ser encaminhados às usinas de compostagem.

    Plástico moderno, Francisco Esmeraldo de Assis, presidente da Plastivida, Notícias - Simpósio difunde programa das sacolas pela segurança

    Esmeraldo de Assis defende reciclagem mecânica

    O Plastivida responsabiliza a tentativa por meios políticos de introduzir os oxidegradáveis no Brasil como um dos fatores responsáveis pelas campanhas contra as sacolas flexíveis patrocinadas por alguns setores da mídia em período recente. “Alguns fatos impulsionaram a campanha contra as sacolas plásticas. Justamente a tentativa de empurrar por meio de esquemas políticos estranhos ao debate técnico das sacolas oxibiodegradáveis”, observa o documento.

    Por conta dos estudos, o Plastivida, por meio de seu presidente, Francisco Esmeraldo de Assis, reforçou, durante o simpósio, sua convicção na reciclagem mecânica como melhor forma de descartar as sacolas plásticas. “Diante do exposto, a Plastivida continua a defender os processos de reciclagem como a alternativa mais interessante para a destinação dos termoplásticos pós-uso, a qual cresce a uma média de 50 mil toneladas por ano”, diz a nota.

    A outra saída para o plástico é a reciclagem energética. Em sua palestra, em Porto Alegre, Assis mencionou que o Japão já conta com 190 usinas termelétricas movidas por resíduos sólidos combustíveis. Na França, são 130; nos EUA, 89; na Alemanha, 58; e na Itália, 44. “Cada saco de supermercado de polietileno de um litro pode virar o mesmo volume de óleo combustível. Alguém joga óleo combustível fora?”, questionou Assis.

    Ao comentar a campanha sobre o uso racional das sacolas plásticas, Assis alertou que o sucesso da iniciativa depende diretamente da adesão dos supermercados. “Se o supermercado continuar  comprando a sacola mais barata, de nada adiantará o nosso esforço”, advertiu o presidente do Plastivida.

    Francisco de Assis destacou ainda os propósitos conjuntos do INP, da Plastivida e da Abief. Para ele, as entidades têm a missão de divulgar a importância dos plásticos na vida moderna. No caso do Plastivida, sua função é promover a utilização ambientalmente correta do plástico.

    Já o INP tem como missão estimular o desenvolvimento tecnológico dos plásticos, elaborar normas técnicas para garantir a qualidade e desenvolver programas de auto-regulamentação, como no caso das cadeiras, copos e sacolas plásticas. Por sua vez, a Abief está voltada à difusão da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis em favor da disseminação das práticas corretas na fabricação de seus produtos.



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