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Notícias – Setor de reciclagem debate dificuldades

Renata Pachione
23 de outubro de 2009
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    Édison Carlos, diretor do Instituto do PVC, ressaltou o fato de o PVC ser a resina menos presente no lixo urbano. A causa é simples, 64% de suas aplicações têm longa vida útil, entre quinze e cem anos; enquanto 24%, de dois a quinze anos; e somente 12%, de zero a dois anos. Mas, mesmo assim, ele fez questão de divulgar o resultado de um monitoramento dos índices de reciclagem mecânica realizado em 2007. (Ver PM 408). Segundo o levantamento, na amostra pesquisada – 23 recicladoras, de um universo de 136 –, a taxa de recuperação da resina cresceu de 13,7%, registro de 2005, para 17%.

    O instituto, obviamente, tem interesse em elevar o índice, e possui um projeto para ajudar as empresas a melhor destinar a resina. No entanto, Carlos observou que o PVC vai se concentrar cada vez mais em produtos de longa vida útil. No mundo, o consumo dessa resina, em 2008, foi de cerca de 35 milhões de toneladas – mais de 60% deste total se destina à construção civil. A estimativa para 2009 é de um consumo de 30 milhões e 400 mil toneladas.

     

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