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Notícias: Mogi Mirim, em São Paulo, inicia piloto de compostagem

Maria Aparecida de Sino Reto
4 de dezembro de 2013
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    Química e Derivados, Envolvidos no projeto brasileiro assinaram um protocolo de intenções

    Envolvidos no projeto brasileiro assinaram um protocolo de intenções

    Projetos piloto de compostagem capitaneados pela Basf na Alemanha, Canadá, Tailândia, Índia e Austrália chegam ao Brasil. O protocolo de intenções foi assinado com a prefeitura de Mogi Mirim, de São Paulo, com o objetivo de desenvolver um projeto piloto de compostagem de resíduos sólidos orgânicos gerados no município por meio da introdução da coleta seletiva domiciliar, nos mesmos moldes dos projetos realizados pela empresa no exterior. A intenção da Basf é demonstrar como o uso de sacos plásticos compostáveis certificados e a eficiência do processo de compostagem podem contribuir para a gestão de resíduos sólidos urbanos.

    Os sacos feitos com o ecovio serão produzidos pela indústria de embalagens Romapack. A coleta seletiva dos resíduos orgânicos domésticos para uma amostragem de 1.770 unidades residenciais, equivalente a cerca de 5.300 moradores, será realizada pela Construrban Logística Ambiental e destinada para a Visafértil, que opera uma usina de compostagem em Mogi Mirim, encarregada de transformar os resíduos orgânicos juntamente com os sacos feitos com o biopolímero da Basf em adubo valioso. Todo o projeto será monitorado pela consultoria Inambi – Inteligência Ambiental, que também irá elaborar o relatório final.

    A Basf, a prefeitura de Mogi Mirim e as empresas parceiras envolvidas no projeto devem promover treinamentos, workshops e distribuição de folhetos informativos para a comunidade participante. A Basf espera que o projeto possa se transformar num modelo de sucesso baseado nas premissas da Lei 12.305/2010 (PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos).

    Segundo a fabricante alemã da resina compostável ecovio, o trabalho tem por objetivo a comprovação de que a coleta de resíduos orgânicos realizada com sacos plásticos compostáveis, produzidos com o seu biopolímero, contribui para a redução da quantidade de resíduos orgânicos destinada a aterros, além de aumentar a sua vida útil e ajudar a diminuir a emissão de gases de efeito estufa.



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