Economia

Notícias – Estudo do Governo federal suscita investimentos em nanotecnologia

Domingos Zaparolli
27 de outubro de 2012
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    Com financiamento público para o projeto, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os cálculos indicam que o investidor recuperaria o capital investido em cinco anos e meio.

    O estudo também faz algumas sugestões de localidades propícias para a construção da fábrica. Entre elas estão o Parque Industrial de João Pessoa-PB, e os parques tecnológicos do Inmetro, do Rio de Janeiro-RJ, de Belo Horizonte-MG, de São Carlos-SP e de São José dos Campos-SP. Outras alternativas são: o Sapiens Parque, em Santa Catarina-SC, e o Valetec, no Rio Grande do Sul.

    Segundo Ronaldo da Silva, uma preocupação “legítima” dos interessados no investimento é o avanço rápido do desenvolvimento da tecnologia em países asiáticos, resultando em uma queda nos preços do insumo, o que desmontaria a lógica econômica do negócio. “Em um cenário ideal, a união entre os dois manifestos interessados, um produtor de argila e uma indústria plástica, seria capaz de gerar um fornecedor de insumos de nanoargilas bastante competitivo globalmente”, avalia.

    João Batista Lanari Bó, do MDIC, diz, porém, que o papel do governo, nesse caso, limita-se a apresentar a oportunidade de investimento ao setor privado. Mas qualquer decisão do investimento, modelo de negócio ou mesmo equação societária será empresarial. “Nossa preocupação agora é incentivar, por meio de novos estudos de viabilidade econômica, outros projetos de nanotecnologia”, diz o executivo. Um edital para a contratação de um estudo para o setor de óleo e gás já está sendo preparado.



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