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Notícias: Clariant lança versão líquida de conhecido agente expansor

Jose Paulo Sant Anna
8 de dezembro de 2017
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    A produtora de especialidades químicas Clariant anuncia o recente lançamento mundial da versão líquida do agente de expansão de gás para peças plásticas Hydrocerol. Há vinte anos no mercado, o aditivo era oferecido apenas na forma sólida. Sua função é a de injetar bolhas de nitrogênio com 10 a 50 micrômetros nas paredes das peças, de modo a proporcionar economia de matéria-prima e melhor processabilidade aos transformadores.

    “Com a versão líquida, podemos intensificar nosso fornecimento ao mercado de embalagens flexíveis, que normalmente conta com paredes muito reduzidas”, exemplifica Edson Marçal, responsável pelo desenvolvimento de negócios de aditivos líquidos. O produto, no entanto, pode ser aproveitado em várias outras aplicações. De acordo com o executivo, a adição do agente de expansão não prejudica as características principais das peças, a menos que se deseje obter paredes transparentes. “Algumas características são até valorizadas, como a melhora da isolação térmica e a barreira ao oxigênio”. Ele lembra que a versão líquida se distribui melhor na resina plástica a ser transformada do que a sólida, permitindo melhor homogeneidade na distribuição das bolhas.

    O produto pode ser adicionado a qualquer resina e não impede o uso de outros aditivos. Para aplicá-lo, a Clariant se responsabiliza pela instalação de uma bomba dosadora nas máquinas de diferentes métodos de transformação. “A instalação precisa ser feita com a nossa supervisão, sob o risco de o processo não funcionar dentro dos parâmetros desejados. Por isso precisamos participar da adoção do projeto em todas as suas etapas”.

    Para dar ideia das vantagens proporcionadas pelo aditivo, Marçal cita o case de um balde fabricado por injeção por um cliente nos Estados Unidos. “Com o Hydrocerol líquido, houve a redução de densidade de 7%. O custo do agente expansor utilizado foi de US$ 6 mil e a economia com matéria-prima ficou na casa dos US$ 40 mil, sem falar na redução do ciclo de produção proporcionada pelo produto”, garante. Ele ressalta que no caso da injeção a economia é menor, a redução da densidade fica na casa dos de 5% a 10%. “No caso da extrusão, esse índice alcança de 15% a 30%”.



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