Moldes – Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque

A Herten está há 28 anos no mercado, conta com 58 funcionários e é especializada na produção de moldes de injeção de plástico e alumínio com até 40 toneladas. “Os principais segmentos atendidos por nós são os de construção civil, embalagens e indústria automobilística”, informou. Localizada em Joinville-SC, a empresa volta sua atenção para o mercado de moldes com elevada tecnologia. “Nosso ponto forte é a qualidade e o cumprimento de prazo”, resumiu o diretor sem qualquer falsa modéstia. A feira, para o dirigente, foi uma oportunidade para gerar contatos. “O que mais me chamou a atenção foi o reduzido número de ferramentarias estrangeiras na feira, em especial as de Portugal, Itália e Espanha”, avaliou.

Portuguesas – Há anos Portugal é reconhecido como uma ilha de excelência na fabricação de moldes. O sucesso das empresas lusitanas do ramo abriu os olhos dos transformadores nacionais interessados em soluções de tecnologia de ponta. Muitos moldes foram importados de lá nos últimos anos e os negócios devem continuar a ser realizados no futuro.

A oportunidade de negócios também trouxe para cá uma filial da Moldit, tradicional ferramentaria portuguesa que conta com fábrica no município de Camaçari-BA desde 2004. A iniciativa de montar uma ferramentaria na Bahia ganhou força naquela época com a instalação na região de uma fábrica da Ford.

José Costa, diretor-geral da Moldit, se diz satisfeito com a experiência no Brasil, apesar dos problemas da economia terem atrapalhado os negócios nos últimos meses. “A situação no Brasil piorou com a crise mundial, mas está superior à do mercado europeu”, revelou. Ele destacou a excelência dos serviços prestados pela filial. “Somos a maior ferramentaria das regiões Norte e Nordeste. A equipe montada no Brasil está capacitada a desenvolver qualquer projeto”, ressaltou. Hoje, além da Ford, a

Plástico Moderno, Eduardo Conrado Pantuffi, diretor da Pamatech, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Pantuffi: serviços de pós-venda ajudam portuguesa Moldes RP

empresa fornece moldes para transformadores instalados em todo o país.

A Moldit tem bastante experiência na fabricação de matrizes de grande porte, com até 50 toneladas. “Mas também trabalhamos em projetos de menor porte. Nossa especialidade são os projetos com muita complexidade tecnológica”, informou Antônio Oliveira, diretor-geral da filial nacional. Além do processo de injeção tradicional, a empresa trabalha com diferentes tecnologias, como injeção a gás, injeção sobre tecidos, bi-injeção e matrizes de compressão.

A portuguesa Moldes RP não tem filial no Brasil. Mas resolveu intensificar sua presença por aqui. Há um ano é representada no país pela Pamatech. As duas empresas deram o ar da graça em um estande no evento. “Somos especializados em moldes pequenos e médios, até oito toneladas, que trabalham em regime de alta precisão”, informou Rui Pinho, gerente da empresa além-mar. Ele destaca a experiência da equipe da RP, formada por 50 ferramenteiros, além da preocupação com os materiais empregados nas ferramentas e da qualidade das máquinas de usinagem utilizadas.

Eduardo Conrado Pantuffi, diretor da Pamatech, ressaltou a agilidade e os bons serviços pós-venda prestados por aqui. “Temos excelente estrutura para a realização da manutenção dos moldes. Respondemos às necessidades dos clientes em 24 horas”, garantiu. Pinho e Pantuffi reconhecem as dificuldades atuais do mercado. “O momento não está ajudando, mas estamos observando muitas solicitações de orçamento. O mercado brasileiro tem futuro promissor, é muito interessante”, analisou Pinho.

Happy hour – O amplo estande da Polimold no evento estava repleto de mesas onde os visitantes podiam tomar drinques e saborear petiscos. A ideia agradou, os visitantes compareceram e o clima era similar ao do happy hour dos bares mais frequentados. O movimento refletiu o bom momento vivido pela empresa. “A crise existe, mas se eu me queixasse seria um mentiroso. Até o final de abril, nossos resultados estão 3% acima do orçamento previsto”, disse o presidente Alexandre Fix.

Para o dirigente, as vendas no mercado interno estão em recuperação, depois do susto ocorrido no final do ano passado. “A

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Polimold lançou aparelho de controle para sistemas de válvulas pneumáticas

coisa está ruim quando falamos em exportações, elas caíram 50% nos primeiros meses do ano em relação ao início de 2008. A crise pegou forte nos outros países”, revelou. Os negócios não atingiram o patamar do mesmo período do ano passado, mas hoje a empresa atravessa melhor momento financeiro. “Ajustamos nossa equipe, cortamos estoques, estamos com o caixa em melhor situação”, informou.

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