Moldes – Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque

Plástico Moderno, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque

A s empresas fabricantes de moldes de injeção não comparecem em grande número na Brasilplast. Essa é uma característica histórica e tem explicação simples. O setor no Brasil é bastante pulverizado e a grande maioria dessas empresas tem pequeno porte. Em outras palavras, elas têm pouco fôlego para investir na compra de espaços na feira. Os ferramenteiros presentes no Anhembi na condição de visitantes, no entanto, tiveram oportunidade de encontrar estandes de seus principais fornecedores, de fabricantes de porta-moldes aos fornecedores de matérias-primas. Neles, foram divulgadas as linhas tradicionais e os lançamentos dessas empresas.

Por trás das novidades, a preocupação constante de disseminar a padronização entre os fabricantes de moldes nacionais. Para muitos, ainda existe a sensação de que os projetistas de moldes brasileiros recorrem muito à improvisação. É inegável, o uso de porta-moldes cresceu muito nas últimas duas décadas, hoje eles devem estar presentes em cerca de 70% das ferramentas fabricadas. Na hora de desenhar alguns componentes das matrizes, no entanto, nem sempre os projetistas se lembram da existência dos produtos disponíveis nas prateleiras dos fornecedores, capazes de suprir às necessidades a custos mais competitivos.

Quando o assunto recaiu para a economia, os expositores não apresentaram discurso afinado. Alguns representantes desse nicho de mercado se mostraram um tanto desanimados com o volume de negócios dos últimos meses. Para eles, a crise econômica está prejudicando o número de encomendas desde o final de 2008. Os responsáveis por outras empresas, por sua vez, vêem o mercado com maior otimismo. Eles comemoram a retomada das vendas depois dos dias incertos ocorridos no auge da crise.

Ferramentarias – Os diferenciais oferecidos pelas ferramentarias são equipamentos de usinagem de última geração instalados em suas fábricas, competência e experiência de seus técnicos. São atributos difíceis de serem mostrados numa feira. Os moldes mais sofisticados, projetados com tecnologia complexa, raras vezes se encontram à disposição para serem exibidos. Sobram algumas peças feitas por essas matrizes e o entusiasmo dos expositores para convencer os visitantes da excelência do serviço prestado.

Os negócios para os fabricantes de moldes não se encontram em momento muito favorável, mas a presença de visitantes na Brasilplast foi avaliada como positiva pelos representantes do setor. Em momentos de vacas magras, a feira surge como injeção de alento em busca da recuperação. O otimismo variou de acordo com o nicho de atuação dos expositores. Para a Moltec, o cenário se mostra mais favorável. A empresa produz ferramentas para injeção e sopro voltadas para o mercado de embalagens, entre elas as de PET. Foi um segmento que sofreu menos com a crise e apresenta expressivo potencial de crescimento.

“Tivemos queda nas vendas em dezembro e janeiro, de fevereiro para cá a procura voltou ao normal. Hoje, os negócios estão próximos aos do ano passado”, explicou Eduardo Cunha, diretor da Moltec. De acordo com o executivo, a recuperação se deve ao estilo de trabalho da empresa. “Nós nos dedicamos aos clientes, procuramos sempre melhorar os processos de transformação utilizados por eles”, justificou.

Essa melhora pode ser traduzida como a obtenção de peças com menor peso e desempenho superior ou o desenvolvimento de projetos de matrizes que permitam ciclos de transformação mais curtos. Quando a tecnologia se reverte em economia para os transformadores, a chance de retorno financeiro dos ferramenteiros aumenta bastante. “Não adianta só levar em consideração o preço da ferramenta, há uma conscientização dos compradores da importância da relação custo/benefício”, avaliou Cunha.

Nem otimista, nem pessimista. Carlos Alberto Rossi, diretor da Cobrirel, preferiu não arriscar sobre o desempenho da empresa este ano. A economia não tem ajudado muito desde o segundo semestre do ano passado, mas existe a perspectiva de que o pior momento já se foi. “A Brasilplast nos forneceu bons contatos, estou esperançoso na volta do aquecimento das vendas”, revelou. A empresa paulistana está no mercado há 35 anos, conta com 80 funcionários, entre os quais 15 ferramenteiros, e é especializada em moldes com elevada tecnologia. Entre seus clientes, encontram-se a indústria automobilística e a de eletrônicos.

A Cobrirel aproveitou a Brasilplast para divulgar ao mercado a aquisição de novos equipamentos para seu parque fabril. “Compramos novo centro de usinagem, nova máquina de eletroerosão e softwares de modelação. Também contratamos pessoal técnico, entre eles um projetista com experiência em equipamentos de última geração”, revelou. Para Rossi, as empresas do ramo no qual atua necessitam de constantes investimentos para se manterem competitivas.

Edson Hertenstein, diretor-comercial da Herten, concorda. “Precisamos investir o tempo todo no treinamento de pessoal, na modernização de equipamentos e na compra de softwares e hardwares”, disse. Para o dirigente, essa necessidade não combina muito com o momento atual, nada propício para realizar aportes em tecnologia e no time de colaboradores. “Houve queda grande no índice de novos negócios”, queixou-se.

A Herten está há 28 anos no mercado, conta com 58 funcionários e é especializada na produção de moldes de injeção de plástico e alumínio com até 40 toneladas. “Os principais segmentos atendidos por nós são os de construção civil, embalagens e indústria automobilística”, informou. Localizada em Joinville-SC, a empresa volta sua atenção para o mercado de moldes com elevada tecnologia. “Nosso ponto forte é a qualidade e o cumprimento de prazo”, resumiu o diretor sem qualquer falsa modéstia. A feira, para o dirigente, foi uma oportunidade para gerar contatos. “O que mais me chamou a atenção foi o reduzido número de ferramentarias estrangeiras na feira, em especial as de Portugal, Itália e Espanha”, avaliou.

Portuguesas – Há anos Portugal é reconhecido como uma ilha de excelência na fabricação de moldes. O sucesso das empresas lusitanas do ramo abriu os olhos dos transformadores nacionais interessados em soluções de tecnologia de ponta. Muitos moldes foram importados de lá nos últimos anos e os negócios devem continuar a ser realizados no futuro.

A oportunidade de negócios também trouxe para cá uma filial da Moldit, tradicional ferramentaria portuguesa que conta com fábrica no município de Camaçari-BA desde 2004. A iniciativa de montar uma ferramentaria na Bahia ganhou força naquela época com a instalação na região de uma fábrica da Ford.

José Costa, diretor-geral da Moldit, se diz satisfeito com a experiência no Brasil, apesar dos problemas da economia terem atrapalhado os negócios nos últimos meses. “A situação no Brasil piorou com a crise mundial, mas está superior à do mercado europeu”, revelou. Ele destacou a excelência dos serviços prestados pela filial. “Somos a maior ferramentaria das regiões Norte e Nordeste. A equipe montada no Brasil está capacitada a desenvolver qualquer projeto”, ressaltou. Hoje, além da Ford, a

Plástico Moderno, Eduardo Conrado Pantuffi, diretor da Pamatech, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Pantuffi: serviços de pós-venda ajudam portuguesa Moldes RP

empresa fornece moldes para transformadores instalados em todo o país.

A Moldit tem bastante experiência na fabricação de matrizes de grande porte, com até 50 toneladas. “Mas também trabalhamos em projetos de menor porte. Nossa especialidade são os projetos com muita complexidade tecnológica”, informou Antônio Oliveira, diretor-geral da filial nacional. Além do processo de injeção tradicional, a empresa trabalha com diferentes tecnologias, como injeção a gás, injeção sobre tecidos, bi-injeção e matrizes de compressão.

A portuguesa Moldes RP não tem filial no Brasil. Mas resolveu intensificar sua presença por aqui. Há um ano é representada no país pela Pamatech. As duas empresas deram o ar da graça em um estande no evento. “Somos especializados em moldes pequenos e médios, até oito toneladas, que trabalham em regime de alta precisão”, informou Rui Pinho, gerente da empresa além-mar. Ele destaca a experiência da equipe da RP, formada por 50 ferramenteiros, além da preocupação com os materiais empregados nas ferramentas e da qualidade das máquinas de usinagem utilizadas.

Eduardo Conrado Pantuffi, diretor da Pamatech, ressaltou a agilidade e os bons serviços pós-venda prestados por aqui. “Temos excelente estrutura para a realização da manutenção dos moldes. Respondemos às necessidades dos clientes em 24 horas”, garantiu. Pinho e Pantuffi reconhecem as dificuldades atuais do mercado. “O momento não está ajudando, mas estamos observando muitas solicitações de orçamento. O mercado brasileiro tem futuro promissor, é muito interessante”, analisou Pinho.

Happy hour – O amplo estande da Polimold no evento estava repleto de mesas onde os visitantes podiam tomar drinques e saborear petiscos. A ideia agradou, os visitantes compareceram e o clima era similar ao do happy hour dos bares mais frequentados. O movimento refletiu o bom momento vivido pela empresa. “A crise existe, mas se eu me queixasse seria um mentiroso. Até o final de abril, nossos resultados estão 3% acima do orçamento previsto”, disse o presidente Alexandre Fix.

Para o dirigente, as vendas no mercado interno estão em recuperação, depois do susto ocorrido no final do ano passado. “A

Plástico Moderno, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Polimold lançou aparelho de controle para sistemas de válvulas pneumáticas

coisa está ruim quando falamos em exportações, elas caíram 50% nos primeiros meses do ano em relação ao início de 2008. A crise pegou forte nos outros países”, revelou. Os negócios não atingiram o patamar do mesmo período do ano passado, mas hoje a empresa atravessa melhor momento financeiro. “Ajustamos nossa equipe, cortamos estoques, estamos com o caixa em melhor situação”, informou.

A Polimold é brasileira e líder no mercado de porta-moldes, nicho para o qual oferece uma gama de medidas que permitem mais de 900 mil combinações aos projetistas. A empresa também fornece câmaras quentes e outros componentes para ferramentarias. Conta com mais de 50 máquinas CNCs, 380 colaboradores e processa por mês 350 toneladas de aço, em média. Para o segmento de porta-moldes, apresentou três novidades. “Nós agora estamos fornecendo os porta-moldes desmontados, para facilitar a manipulação das placas e o intercâmbio entre componentes na operação de montagem realizada pelos clientes”, informou Cleber Silva, gerente de desenvolvimento e marketing.

Para facilitar a vida dos ferramenteiros na hora da fabricação do molde, foram adicionadas referências visuais em todo o perímetro externo das placas cavidades. “Essas referências facilitam o processo de localização do centro da placa, reduzindo o tempo de preparação para o início da usinagem”, explicou Silva. A terceira novidade ficou por conta da inclusão de rasgos de abertura dispostos nos quatro cantos das placas cavidades, voltados para auxiliar a separação e a abertura do molde.

Outros produtos de destaque da Polimold são os sistemas valvulados, indicados para a fabricação de peças em que existam mais de um ponto de injeção. Esses sistemas permitem, por meio do uso de pneumática, a fluência do material no molde de modo que evite problemas nas peças como linhas de emenda ou pontos com menor resistência mecânica. A empresa divulgou um lançamento para esse mercado: desenvolveu e passa a comercializar aparelhos de controle de movimento das válvulas pneumáticas, antes fornecidos por terceiros. “Esses aparelhos controlam os tempos de injeção em qualquer ferramenta, não só nas fabricadas com os nossos porta-moldes”, destacou Silva.

Grande porte – A MDL-Danly, empresa de origem norte-americana e hoje com capital nacional, participa do mercado de porta-moldes e componentes frios para injeção de plásticos há 18 anos, dos seus 35 de atividades, iniciadas como fabricante de bases para estampos, até hoje inclusas em sua linha produtiva. A empresa atua em todos os mercados, mas faz mais sucesso

Plástico Moderno, Estevam Horvate, gerente de vendas, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Horvate: nicho de moldes gigantes ajuda MDL a atravessar a crise

no segmento de moldes de grande dimensão, com placas de dimensões de até 2.500 mm x 2.000 mm.

Essa particularidade fez a MDL-Danly atravessar os piores momentos da crise com maior facilidade. “No passado, os transformadores produziam peças plásticas de dimensões menores. Hoje, cada vez mais eles estão fabricando peças de maior porte”, disse Estevam Horvate, gerente de vendas. A empresa aproveitou o estande montado na Brasilplast para divulgar a aquisição de novas máquinas “gigantes” de usinagem de placas na fábrica que mantém em São Paulo.

A expositora também divulgou os componentes produzidos na sua fábrica de Sorocaba-SP e aproveitou para anunciar o lançamento de buchas grafitadas para moldes grandes e colares de esferas para placas extratoras. “Nós fabricávamos esses colares apenas para exportação, mas o aumento da procura fez com que os colocássemos à disposição também no mercado interno”, disse Horvate.

O sucesso entre os gigantes não faz a MDL-Danly descuidar dos pequenos. A empresa, este ano, está dedicando especial atenção aos menores, a fim de ampliar sua participação nesse nicho de mercado. “Estamos preocupados em aumentar o leque de produtos padronizados para entrega rápida”, revelou. Nessa faixa de atuação, oferece modelos com dimensões de 180 mm x 200 mm a 600 mm x 500 mm.

Uma das surpresas agradáveis da feira, para o gerente de vendas, ficou por conta da presença em ótimo número de representantes de outros países, em especial da América do Sul. “Temos bom desempenho nas vendas para países como Argentina e Peru”, revelou. Ele também viu a exposição como oportunidade para divulgar as vantagens da padronização no mercado brasileiro. “Muitos clientes gastam mais ao usinar buchas com medidas similares às que temos na prateleira e podemos fornecer de imediato a preços acessíveis”, exemplificou.

Lançamentos – Outros importantes fornecedores de componentes para moldes também mostraram novidades na Brasilplast. A Miranda aproveitou a exposição para mostrar várias novidades, entre as quais uma série de componentes, casos de pinos, lâminas e buchas voltados para sistemas de extração, gavetas e centralizadores. “Falta hábito no Brasil para

utilizar padronizados na hora da manutenção dos moldes”, justificou o gerente-comercial José de Oliveira Miranda Neto.

O sucesso entre os gigantes não faz a MDL-Danly descuidar dos pequenos. A empresa, este ano, está dedicando especial atenção aos menores, a fim de ampliar sua participação nesse nicho de mercado. “Estamos preocupados em aumentar o leque de produtos padronizados para entrega rápida”, revelou. Nessa faixa de atuação, oferece modelos com dimensões de 180 mm x 200 mm a 600 mm x 500 mm.

Uma das surpresas agradáveis da feira, para o gerente de vendas, ficou por conta da presença em ótimo número de representantes de outros países, em especial da América do Sul. “Temos bom desempenho nas vendas para países como Argentina e Peru”, revelou. Ele também viu a exposição como oportunidade para divulgar as vantagens da padronização no mercado brasileiro. “Muitos clientes gastam mais ao usinar buchas com medidas similares às que temos na prateleira e podemos fornecer de imediato a preços acessíveis”, exemplificou.

Lançamentos – Outros importantes fornecedores de componentes para moldes também mostraram novidades na Brasilplast. A Miranda aproveitou a exposição para mostrar várias novidades, entre as quais uma série de componentes, casos

Plástico Moderno, José de Oliveira Miranda Neto, gerente-comercial, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Miranda Neto: feira ajuda empresa a divulgar peças para manutenção

de pinos, lâminas e buchas voltados para sistemas de extração, gavetas e centralizadores. “Falta hábito no Brasil para utilizar padronizados na hora da manutenção dos moldes”, justificou o gerente-comercial José de Oliveira Miranda Neto.

Com algumas centenas de milhares de combinações de porta-moldes oferecidas em seus catálogos, a Tecnoserv aproveitou a

feira para anunciar alguns produtos importados de empresas que passou a representar no Brasil. Entre eles, uma nova linha de sistemas valvulados e câmaras quentes fabricados na Nova Zelândia, controladores de temperatura de câmaras quentes para moldes com até 128 cavidades, produzidos em Taiwan, e placas de isolação térmica trazidas da Alemanha.

Plástico Moderno, Wilson Teixeira, diretor técnico da Tecnoserv, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Teixeira: cursos promovidos pela Tecnoserv colaboram com disseminação da adronização

Wilson Teixeira, diretor técnico da Tecnoserv, encontra-se entre os profissionais do ramo mais otimistas. “A crise não nos afetou com força, desde janeiro estamos conseguindo crescer em relação ao mesmo período do ano passado”, revelou. Para o profissional, a feira se mostrou surpreendente. “Tivemos visitantes de vários países e o mercado interno apresenta boas perspectivas, está havendo a retomada da economia”, garantiu.

Teixeira reconhece a falta de hábito de padronização existente no mercado brasileiro. “O problema existe, mas estamos procurando agir para combater o problema”, informou. A maneira de “pôr a mão na massa” foi investir em educação. “Temos promovido treinamentos gratuitos nos clientes para preparar os técnicos a utilizar melhor os moldes com câmaras quentes”, contou.

Outro expositor do ramo foi a Três-S, empresa bastante conhecida como fornecedora de componentes como molas, punções,

Plástico Moderno, Claudir Sandro Mori, gerente-comercial, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Mori: mercado para a Três-S não sofreu muito com crise econômica

pinos e extratores, entre outros. Há dois anos, a empresa entrou para o mercado de porta-moldes e está satisfeita com os resultados obtidos. “O mercado não parou de forma muito violenta, estamos passando pela crise sem muitos sustos”, diz Claudir Sandro Mori, gerente-comercial.

Entre as novidades da Três-S apresentadas na feira, encontra-se uma maior oferta de combinações de mediA empresa oferece milhares de combinações com placas de dimensões de até 450 mm x 600 mm. Os produtos foram conferidos por um bom número de visitantes. “A feira está boa, estamos travando muitos contatos novos, inclusive com empresários de outros países da América do Sul”, ressaltou Mori.

Matéria-prima – Fabricantes nacionais e representantes de fornecedores internacionais de aços para a construção de ferramentas também estiveram presentes na exposição. Entre os fabricantes nacionais, a Villares Metals teve estande dos mais movimentados. Na linha de aços oferecidos, o mais vendido é o VP20 ISO, com dureza na faixa entre 30 e 34 HRC. O material está presente em aproximadamente 85% dos moldes produzidos com as matérias-primas da empresa.

O mercado de matérias-primas com dureza até 30 HRC, em que hoje a Villares Metals atua de forma tímida, é o novo alvo. Para esse nicho de mercado, a empresa lançou na feira o aço VP100. Dirigido aos fabricantes de moldes de menor porte, o produto apresenta características ressaltadas pelos profissionais da empresa. “O VP100 tem propriedades mecânicas muito

Plástico Moderno, Osmar Donizetti, gerente de marketing, Moldes - Fabricantes de porta-moldes e componentes marcam presença e ganham destaque
Donizetti: estamos passando pela crise sem muito susto

homogêneas e uniformidade de dureza. Permite ótima soldabilidade, apresenta superior condutividade térmica e maior facilidade de usinagem por eletroerosão”, enumerou Osmar Donizetti, gerente de marketing. A Villares Metals também participa com vários produtos do mercado de aços com durezas superiores.

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