Compósitos

Mercado local precisa desenvolver aplicações – Compósitos

Antonio Carlos Santomauro
4 de janeiro de 2019
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    Plástico Moderno, Mercado local precisa desenvolver aplicações - Compósitos

    A indústria brasileira de compósitos obterá este ano faturamento cerca de 9% superior àquele registrado em 2017, projeta Gilmar Lima, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos). Mas esse índice se torna menos expressivo quando considerada a trajetória recente do setor, que em 2017 registrou números similares aos verificados uma década antes.

    Em 2017, informa a Almaco, com base em dados da consultoria Maxiquim, essa indústria faturou no Brasil cerca de R$ 2,6 bilhões, com alta de 1,9% em comparação ao ano anterior. Simultaneamente, o consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas.

    Plástico Moderno, Gilmar Lima, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos)

    Gilmar Lima, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos)

    Os compósitos, observa Lima, expandem-se no mercado brasileiro em diversas aplicações, entre elas postes de transmissão de eletricidade e equipamentos agropecuários. “No setor agro já há braços de colheitadeiras onde o compósito substitui o metal”, exemplifica. “Precisamos apostar no caminho da inovação, no qual podemos destacar a grande flexibilidade dos compósitos em quesitos como beleza e flexibilidade de design, e consolidar novos nichos, como infraestrutura e O&G, para os quais podemos fornecer materiais com excelente durabilidade e resistência à corrosão”, recomenda o presidente da Almaco.



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