Máquinas para o plástico

Máquinas para o plástico – Na indústria de máquinas e equipamentos para a indústria do plástico a expectativa de Amilton Mainard, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico (CSMAIP) da Abimaq, é de um volume de negócios superior ao do ano passado; resultante de um mercado mais morno no primeiro semestre, e mais aquecido nos seis meses seguintes.

“Mas, provavelmente, não cresceremos nos mesmos índices do ano passado”, ressalta Mainard, que estima que, em 2023, as vendas dos associados da CSMAIP avançaram algo entre 9% e 11% (relativamente a 2022).

O presidente da CSMAIP vê nos produtores de bens de consumo massivo – como alimentos, artigos de limpeza e medicamentos – os principais agentes da expansão dos negócios dos fabricantes dessas máquinas no decorrer de 2024.

“Não creio que seja este o ano de retorno com mais força do setor de bens duráveis, que dependem mais de financiamentos”, destaca.

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Atualmente responsáveis por algo entre 35% e 40% de suas vendas, as exportações contribuíram bastante no ano passado, como acontece há sete ou oito anos, para que esse segmento da indústria de máquinas tenha obtido resultados positivos.

A grande maioria das exportações se destina à América Latina, mas está evoluindo para alcançar mercados além dos vizinhos para atingir mais países da região. “Temos várias empresas exportando para República Dominicana e para outros países da América Central”, informa.

Máquinas: Máquinas para o plástico ©QD Foto: iStockPhoto
Mainard: bens de consumo em alta puxam vendas de máquinas

“O México também vem bombando, creio que logo ocupará o posto da Argentina, que apesar dos problemas segue sendo nosso principal comprador”, prevê Mainard.

Comprovando esse crescente interesse pelo mercado externo, Mainard destaca que pela primeira vez haverá mais de dez empresas brasileiras participando da feira NPE Plastics Show, em maio nos Estados Unidos. “Já temos treze empresas confirmadas”, comemora.

E, se tradicionalmente esse mercado sempre foi dividido de maneira praticamente equitativa entre produtos nacionais e importados, as máquinas de fabricação nacional, diz Mainard, vêm ganhando espaço e devem ocupar um share de quase 60%, ficando os demais 40% com os importados. “Isso se dá por conta do serviço de pós-venda, que é um diferencial importante, e apesar das condições adversas de financiamento no mercado interno”, ressalta.

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