Máquinas Injetoras: demanda frouxa aguarda decisões oficiais

Demanda frouxa aguarda mais decisões oficiais para recuperar fôlego

O segundo semestre de 2023 começou com a procura por máquinas injetoras em temperatura morna. O primeiro semestre apresentou resultados mais positivos, cenário que se deve em boa parte ao sucesso alcançado pela feira Plástico Brasil, realizada em março na capital paulista.

O evento, o primeiro de grande porte da indústria do plástico depois de quatro anos, reuniu público recorde, resultou em vendas e muitas conversas que geraram expectativa para a realização de negócios futuros. Tal expectativa, no entanto, ainda não chegou aos números esperados.

Para os próximos meses a sensação dos fornecedores desse tipo de equipamento é de recuperação moderada. O segundo semestre costuma apresentar melhora nas vendas e o cenário da economia começa a dar sinais mais animadores.

A incerteza causada junto a boa parte do empresariado pela chegada de um novo governo já se dissipou em parte, a inflação caiu bastante, bolsa e dólar se encontram em momentos positivos. Os projetos de lei lançados pelo Ministério da Economia de arcabouço fiscal e reforma tributária, próximos de serem aprovados pelo Congresso Nacional, foram bem recebidos.

Motivo de queixa generalizada entre os fabricantes de máquinas e equipamentos, a taxa básica de juros começou a cair no início de agosto, embora ainda se encontre em patamar muito elevado, a maior taxa básica real de juros do mundo. Economia à parte, as vantagens de desempenho proporcionadas pelos equipamentos novos em relação aos antigos reforça a sensação da chegada de dias melhores. As máquinas de última geração são mais produtivas, economizam energia elétrica e permitem manutenção mais fácil.

Amilton Mainard, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (CSMAIP/Abimaq), resume o panorama do setor em 2023.

Injetoras: Demanda frouxa aguarda mais decisões oficiais para recuperar fôlego ©QD Foto: Divulgação
Mainard: fábricas estão cheias de pedidos; tendência é de alta

“A impressão é que o mercado deu uma parada no início do segundo semestre, as vendas esfriaram”.

Ele avalia que o primeiro semestre foi muito bom para os fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos para plásticos, fez com que as fábricas passassem a trabalhar com boa ocupação de suas capacidades instaladas. “Quem quiser comprar máquinas para plástico, só vai receber a encomenda no próximo ano”. Para os próximos meses, a expectativa é otimista. “Eu acredito que piorar não vai, a tendência é de alta”.

O dirigente fala do caso específico dos fornecedores de injetoras. “É um nicho diferenciado, formado por vários transformadores de grande porte”, explica. Para ele, essa característica favorece a realização de negócios. “As grandes empresas querem estar atualizadas, têm capacidade de investimento e a toda hora estão se modernizando, necessitam de equipamentos de ponta”.

Números de vendas de máquinas injetoras

Não existem dados oficiais específicos sobre as vendas de máquinas e equipamentos para a indústria do plástico, muito menos sobre o nicho específico das injetoras. Embora sem citar números, dirigentes da Abimaq destacam que o segmento do plástico apresentou resultado superior ao da média do setor de bens de capital mecânicos como um todo.

A associação divulgou o resultado obtido no primeiro semestre pelo setor. A receita líquida total foi de R$ 142 bilhões, valor 8,9% inferior ao do mesmo período de 2022. As quedas ocorreram influenciadas pelo mercado interno. No país, foram geradas receitas de R$ 108 bilhões, com redução de 13,9% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações vão bem. No primeiro semestre as receitas obtidas com vendas externas alcançaram US$ 6,6 bilhões, com crescimento de 18,9%.

Vale ressaltar que se considerarmos apenas o desempenho do mês de junho houve desempenho positivo do mercado interno, as vendas cresceram 9,3% em relação às de maio. Dirigentes da Abimaq acreditam que esse resultado signifique o início de um período de recuperação das vendas domésticas. Mas as exportações em junho caíram 21,3% em relação a maio. Essa queda não é considerada preocupante, em maio houve uma venda fora da curva de alguns equipamentos, o que se refletiu no resultado. De acordo com dirigentes da Abimaq, a queda do valor do dólar nos últimos meses não preocupa, a cotação atual mantém a indústria nacional com bom índice de competitividade.

Made in Brazil: fabricantes de máquinas injetoras

O Brasil conta com número reduzido de fabricantes de injetoras – o nome de maior relevo nesse segmento é o da Romi. Os fornecedores nacionais competem com muitas marcas internacionais, entre as quais as chinesas, que contam com participação importante no mercado. Empresas europeias ocupam lugar de destaque no nicho das máquinas sofisticadas.

O desempenho individual dos fabricantes de injetoras não é uniforme, varia de acordo com as características das máquinas oferecidas e com o desempenho dos segmentos industriais atendidos. A Romi, líder na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou crescimento de 1,5% na margem bruta no segundo trimestre de 2023, em relação ao mesmo período de 2022. No primeiro trimestre, o índice de crescimento foi de 3,1%. A empresa não divulgou o resultado específico das vendas de máquinas injetoras. “Embora o ano de 2023 continue indicando ambiente instável para a realização de investimentos, notamos que no mercado doméstico o índice de confiança do empresário apresenta tendência de recuperação gradual, assim como na utilização da capacidade instalada da indústria”, avalia Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente.

A Romi possui linhas diferenciadas, voltadas para a produção de peças para os mais diversos segmentos da economia. O lançamento mais recente da empresa foi apresentado em março na Plástico Brasil. Trata-se da linha EN Nova Geração, formada por oito modelos (entre 70 e 650 toneladas de força de fechamento). “As melhorias e inovações presentes nas máquinas trazem ganhos significativos para os clientes, aumentando a versatilidade, produtividade e precisão nos seus desempenhos”, afirma Maurício Lopes, diretor de comercialização.

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Linha EN, da Romi, tem área maior para moldes

Entre os aperfeiçoamentos, essas injetoras contam com maior área para abrigar os moldes, com aumento de até 20% no espaço entre colunas (exceto os modelos com 70 e 100 toneladas). “Elas permitem a utilização de moldes maiores, condizentes com a tonelagem da máquina”. Outra novidade é o sistema de fechamento bi-toggle mecânico-hidráulico de cinco pontos otimizado. “Ele proporciona movimentos mais suaves de fechamento e abertura do molde, garantindo melhor distribuição de forças durante o travamento”.

A unidade de injeção apresenta diversas melhorias, como maior velocidade e capacidade de plastificação, “proporcionando menor tempo de ciclo e otimização do processo”. O conjunto plastificador utiliza roscas com camada bimetálica, “com maior resistência ao desgaste, alto desempenho na plastificação e longa vida útil”. Entre outros aperfeiçoamentos. A empresa também comercializa as linhas EN, de injetoras dotadas com servo bombas; EL, de máquinas com acionamento elétrico; e os modelos híbridos ES.

Novidades chinesas em máquinas injetoras

É forte a participação dos fabricantes chineses no mercado nacional de injetoras. Podemos citar marcas como Haitian, Chen Hsong, Borche, Yizumi, LOG (representada no Brasil pela Simco) e outras. Entre essas empresas, Chen Hsong e LOG prometem lançar novos modelos no mercado brasileiro ainda esse mês.

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Guerra: novos modelos devem chegar ao Brasil em setembro

“Nós estamos trazendo dois novos modelos, eles devem estar disponíveis por aqui no final de setembro”, informa Luís Guerra, gerente comercial da Chen Hsong South America.

Uma delas foi desenvolvida especialmente para o mercado brasileiro. Trata-se da série JM MK6.6/BR, com acionamento feito por meio de servo bombas e maior velocidade de injeção em relação aos modelos da série JM MK6, já conhecidos no Brasil. O segundo lançamento é a linha JM MK6-PRO, voltada para o mercado de alta tecnologia. A empresa também comercializa por aqui as linhas JM-C3-Series, de máquinas articuladas por joelhos, e Speed-Series, com tecnologia hidráulica indicada para aplicações entre 300 mm/s e 500 mm/s de velocidade de injeção.

“O mercado como um todo está meio esquisito, com pouca demanda. Falta dinheiro, alguns mercados estão parados, como o das montadoras e eletrodomésticos”, explica Guerra. A empresa, no entanto, vai bem. “Nós continuamos a vender, acredito que estamos cobrindo o mercado de alguém”. As vendas em 2023, de acordo com o gerente comercial, estão próximas das do ano passado e a expectativa é de ligeira recuperação nos próximos meses.

Uma injetora totalmente elétrica, fabricada pela chinesa LOG, foi a principal atração do estande da Simco na Plástico Brasil. A Simco é uma empresa nacional revendedora de equipamentos de várias marcas internacionais. Cleber Scherer, gerente comercial, informa que a máquina possui design de placa otimizado, servomotor de alta resposta, codificador de alta precisão e sensor de pressão de injeção, além de mecanismo de fixação de alta precisão que possibilita maior abertura do molde e velocidade de fechamento de 1.500 mm/s. Outra novidade da empresa, a ser apresentada ao mercado no final de agosto, é a chegada ao Brasil de um modelo híbrido. Antes dos lançamentos, a linha da LOG vendida no Brasil tinha como destaque os modelos acionados por servo motor. “As mais procuradas são as máquinas com servo motor entre 130 e 500 toneladas”.

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Injetora híbrida LOG HY2 será lançada no Brasil neste mês pela Simco

Scherer não se queixa do mercado. Ele diz que o primeiro semestre foi positivo e tem expectativa de aquecimento das vendas até o final do ano. A empresa tem clientela diversificada, atende mercados como os de linha branca, tampas, automobilístico, de óleo e gás, utilidades domésticas, entre outros. “Em treze anos, já vendemos mais de 2,3 mil máquinas LOG no Brasil”, orgulha-se.

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Sofisticação europeia

As marcas europeias têm participação importante no mercado brasileiro, em especial no caso das aplicações nas quais se exige maior nível de tecnologia. Entre elas podemos citar nomes como Wittmann Battenfeld, Sumitomo Demag, Engel, Arburg, Krauss Maffei e outras.

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Amorim: setor de embalagens avança em ritmo acelerado

“As vendas deste ano estão boas, considerando as nossas expectativas. Iniciamos o ano no mesmo ritmo que finalizamos o segundo semestre de 2022 e seguimos bem até o momento, mantendo os resultados dentro do esperado”, informa Marcio Amorim, gerente de vendas da Sumitomo Demag, empresa resultante da compra da alemã Demag pela japonesa Sumitomo.

O gerente acredita em um bom segundo semestre. “Devemos atingir os objetivos previstos para 2023. Comparados aos do ano passado, os negócios aconteceram mais cedo este ano e tivemos maior regularidade na entrada dos pedidos mês a mês até o momento”. A empresa tem como principal cliente o mercado de embalagens. “Continuamos crescendo nesse segmento”. Outro nicho onde conta com boa atuação, o automotivo, não vive seus melhores momentos. “Ele está retraído, com capacidade ociosa nos principais transformadores”.

A Sumitomo Demag se apresenta como maior fabricante mundial de injetoras elétricas. Com essa característica, oferece as linhas Intelect (fabricada na Alemanha) e SE (Japão), formadas por máquinas de 30 a 500 toneladas de força de fechamento. Na última edição da feira K’, no ano passado, a empesa lançou o modelo elétrico PAC-E 350, destinado a injeção de tampas e embalagens de paredes finas. “As máquinas elétricas têm sido bastante procuradas atualmente no mercado brasileiro em razão da alta produtividade, economia de energia e baixa manutenção que oferecem”, explica Amorim. A empresa também traz as séries hidráulicas Systec, híbridas Systec SP e híbridas para ciclos ultra rápidos EL-Exis SP. Considerando essas três linhas, conta com máquinas de 150 a 1.500 toneladas de força de fechamento.

O grupo multinacional Wittmann, fornecedor de máquinas injetoras, robôs e equipamentos para automação de plantas de injeção, fabrica injetoras cujo foco prioritário é o mercado de peças técnicas – o principal comprador dos equipamentos oferecidos é a indústria automobilística. A empresa está começando a ampliar sua atuação com máquinas endereçadas aos segmentos de embalagens e utensílios domésticos, mas essa estratégia ainda é incipiente.

O momento vivido pelo principal segmento atendido pela empresa influencia no desempenho das vendas. As montadoras estão trabalhando com capacidade ociosa acima da esperada, o que reduziu os investimentos na ampliação e modernização das linhas de veículos.

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Cardenal: setor automotivo em baixa prejudica as vendas

“No primeiro semestre houve a Plástico Brasil e saímos de lá com boa perspectiva. Mas até agora os resultados alcançados ainda não são os esperados”, explica Marcos Cardenal, engenheiro de vendas.

Ele atribui o cenário ao momento vivido pelos clientes. “Quando há demanda, os fabricantes de peças técnicas compram máquinas, independente de fatores como juros elevados ou cotação do dólar”.

A linha do grupo mais comercializada no Brasil é a MacroPower, com acionamento servo hidráulico e design modular. Os modelos mais procurados por aqui são os de 40 a 500 toneladas de força de fechamento, embora a série conte com unidades de até 2.000 toneladas. “Essas injetoras têm sistema de guia linear para apoio da placa móvel, que garante movimentos rápidos, economia de energia, espaço e máxima proteção aos moldes”.

Outras máquinas com boa aceitação no mercado nacional são as da linha de injetoras elétricas EcoPower, oferecidas em unidades de 40 a 550 toneladas de força de fechamento. De acordo com a empresa, a máquina apresenta unidade de injeção compacta e unidade de fechamento de design limpo, além de possuir acionamento sem transmissão por correias. “Temos notado nos últimos tempos o crescimento da preferência por modelos elétricos”, revela Cardenal. O engenheiro destaca que uma das prioridades da Wittmann tem sido a de investir no desenvolvimento de comandos das máquinas dotados com inteligência artificial.

Para a Engel, a venda de máquinas nesse ano está muito parecida com as do ano passado. Os últimos anos têm demonstrado que as vendas no segundo semestre são mais relevantes que as do primeiro.

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Löhken: linha diversificada pode atender vários mercados

“Temos a perspectiva de o mercado se aquecer até o final do ano”, avalia Udo Löhken, diretor da estrutura da empresa no Brasil.

Os principais mercados atendidos pela empresa são o automotivo, de embalagens e de peças técnicas.

A Engel oferece gama de máquinas muito completa, formada por modelos hidráulicos horizontais com forças de fechamento de 28 até 5.500 t (sem colunas e de duas placas); máquinas 100% elétricas; máquinas híbridas com fechamento hidráulico e injeção elétrica para peças técnicas; máquinas híbridas com fechamento elétrico e injeção hidráulica para embalagens de paredes finas; e máquinas verticais com mesas fixas, deslizantes ou rotativas. “Também oferecemos máquinas multicores nas mais diversas configurações e tamanhos”.

Co-injeção

A produção de peças co-injetadas em três camadas com barreira ainda pode ser considerada novidade no Brasil. A canadense Husky, com estrutura própria por aqui, pretende alterar esse quadro e oferece soluções para os interessados em fabricar peças do gênero. A gama de produtos oferecidos pela empresa é dividida em dois campos de atuação. Um deles é o de linhas de injeção para embalagens rígidas – ela atua bastante na área de pré-formas para PET. O outro é especializado na oferta de câmaras quentes para moldes de injeção.

“Já oferecemos soluções de co-injeção há cinco ou seis anos, mas no Brasil ela é pouco conhecida”, revelou Valdenir Vasconcelos, gerente de negócio de embalagens rígidas. Entre outras aplicações, um mercado visto pela empresa como promissor para essa tecnologia é o de cápsulas para máquinas de café, hoje dominado pela termoformagem. Nessas cápsulas, as camadas externas são feitas de polipropileno e no “recheio do sanduíche” fica uma camada de EVOH.

Para o gerente de negócios, a maior vantagem da co-injeção está na economia de matéria prima. “Na termoformagem, para a confecção das cápsulas, há um corte das aparas e todo esse material é perdido. Na injeção, todo o material é aproveitado”. Para ele, apesar do investimento inicial ser mais elevado, a co-injeção pode ser mais lucrativa, em especial no caso de grandes volumes de peças a serem produzidas. “A co-injeção é um processo bem mais preciso e controlado, garante a uniformidade da espessura das paredes”, acrescenta.

No caso dos sistemas de co-injeção a empresa oferece sistemas que englobam máquina e molde. As injetoras contam com uma segunda unidade de injeção voltada para produzir a camada interior da peça. Possuem sistema inteligente de “close loop” e retroalimentação de dados através de sensores, réguas tempo-sônicas e outros componentes tecnológicos para manter o controle de posicionamento da aplicação das camadas. “A unidade de injeção de barreira é montada verticalmente fora da área do molde, o que permite remover facilmente a ferramenta da injetora”.

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Modelo Systec 160-480 com controle NC-5, da Sumitomo Demag

Os moldes têm sistemas de câmara quente customizados, nos quais os canais são meticulosamente calculados e confeccionados de maneira independente para cada um dos materiais a injetar. No bico valvulado da câmara quente um controle acionado por servomotor proporciona a precisão necessária. Os fluxos de fusão dos materiais dentro da câmara quente são separados e se unem nos bicos da câmara quente do molde. “É um processo de preenchimento simultâneo, sem perda de tempo de ciclo em comparação com as peças monocamada”.

As linhas oferecidas pela Husky também contam com séries de injetoras indicadas para diferentes aplicações: HyPET e NexPET, para pré-formas de PET; HyCAP, tampas de bebidas; Hylectric, embalagens de paredes finas, baldes industriais, tampas e potes em geral; e Hypersync, para operações que exigem ciclos muito rápidos. “No Brasil os equipamentos mais vendidos são os sistemas integrados com moldes e periféricos para a produção de pré-formas de PET. Também temos boa participação no mercado de tampas”. Vasconcelos informa que as vendas nesse ano estão estáveis em relação às de 2022. “As perspectivas para o restante do ano 2023 e para 2024 são positivas, com vários projetos em análise e negociações em andamento”.

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