Injetoras aprimoram comandos para seguir maré da indústria 4.0

Feira K - Injetoras aprimoram comandos para seguir maré da indústria 4.0 e proporcionar mais flexibilidade com custos competitivos

Plástico Moderno, K 2016: Injetoras aprimoram comandos para seguir maré da indústria 4.0 e proporcionar mais flexibilidade com custos competitivosA indústria 4.0, sistema de gerenciamento industrial voltado para a transformação de produtos, foi o tema central da feira K’, realizada no final de outubro em Frankfurt, na Alemanha. Conversas em vários idiomas discutiram o conceito, cujo foco é dotar as linhas de produção com estruturas capazes de proporcionar custos competitivos, agilidade e flexibilidade.

As injetoras foram mencionadas em muitos desses bate-papos. Não por acaso. Elas são tidas por muitos como as máquinas mais sofisticadas entre as usadas pelo setor. Seus comandos eletrônicos há anos ganham recursos sofisticados e são protagonistas importantes do desenvolvimento tecnológico na indústria do plástico. Eles permitem armazenagem de dados sobre regulagens para diferentes opções de uso, informações sobre produção e diagnósticos que colaboram com a manutenção, entre outras informações. Também interagem com todos os periféricos de uma linha de produção, os usuários podem fazer uma regulagem de todo o processo de fabricação de uma peça em um único controle. Além de facilitar o uso da máquina pelos operadores in loco, os comandos hoje permitem, com a ajuda de aplicativos, o acompanhamento do desempenho dos equipamentos à distância por meio de browsers, celulares e tabletes.

A tecnologia de ponta presente nas injetoras não para na sofisticação dos comandos. Os vários modelos oferecidos, com movimentos comandados por sistemas hidráulicos, elétricos ou híbridos, contam com estruturas projetadas a partir de elevada tecnologia, capazes de proporcionar aos usuários a capacidade de produzir peças com grande qualidade e precisão, em ciclos de produção com tempos reduzidos.

Na K’, os visitantes puderam conferir os modelos mais recentes das principais marcas presentes no mercado mundial. Na tentativa de atrair a atenção dos compradores, quase todos os expositores do ramo apresentaram novidades, seja no comando eletrônico ou na estrutura de suas máquinas. Foi uma exibição precisa do que há de mais moderno na tecnologia de injeção.

Fornecedores de Injetoras:

Novo comando – A Romi, pela terceira vez, representou a indústria brasileira na exposição.

Luiz Cassiano Rosolen - Romi - Plástico Moderno
Luiz Cassiano Rosolen – Romi – clientes europeus aprofundaram relacionamento

“Nossa constante presença na K’ reafirma a forte relação comercial entre a Romi e o público europeu”, informa Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da empresa.

João Inácio, gerente responsável pelas operações da Romi na Europa, destaca os serviços prestados pela marca no Velho Continente. “Os clientes europeus têm encontrado na Romi uma parceira diferenciada. Como fabricante do produto, oferecemos um serviço de pós-venda próximo, assertivo e com conteúdo técnico apurado”.

Em seu estande, foram apresentadas as injetoras EN 170, EN 600 e EL 300. As máquinas das séries EN e EL estão no mercado há algum tempo. Na feira, no entanto, foi apresentada uma novidade.

Trata-se do novo comando CM20, dotado com display multi-touch de 19 polegadas Full HD, que passa a equipar os modelos fornecidos pela empresa.

“Com altíssima velocidade e capacidade de processamento, o comando agrega recursos avançados à linha de máquinas para processamento de plásticos”, orgulha-se William dos Reis, diretor da unidade de negócios de máquinas para plásticos.

De acordo com o executivo, a interface de programação, com os recursos gráficos e de multimídia tornam a operação e o ajuste de processo mais rápido, fácil e preciso. “O CM20 permite plena conectividade, com ele é possível acessar o comando via browser, tablets ou smartphones.

Nos smartphones, o acesso simplifica a obtenção dos principais parâmetros do controlador, permitindo acesso e suporte remoto ao equipamento”. O comando possui interface com sistemas MES, serviços remotos e recursos para a Indústria 4.0.

Plástico Moderno, Injetora EN 170 com comando CM 20 (acima) marcou presença na K’2016
Injetora EN 170 com comando CM 20 (acima) marcou presença na K’2016

A série EN, com unidades de 70 a 1,1 mil toneladas de força de fechamento, possui o sistema de acionamento denominado “Stop and Go”, composto por servo motores de última geração acoplados a bombas hidráulicas de alto desempenho.

“O sistema proporciona baixo consumo de energia, maior velocidade nos movimentos, alta precisão e repetitividade”, informa Reis.

Ele ressalta a alta precisão, que permite a obtenção de peças com baixo desvio padrão no peso injetado e economia no consumo de matéria prima em até 2,5%. “Esta linha atende diversas aplicações, abrangendo segmentos como automotivo, embalagens e farmacêuticos”, exemplifica.

Plástico Moderno, Injetora EN 170 com comando CM 20 (acima) marcou presença na K’2016
Injetora EN 170 com comando CM 20 (acima) marcou presença na K’2016

A linha EL é formada por máquinas de 75 a 300 toneladas de força de fechamento.

Com acionamento elétrico, são indicadas para ciclos rápidos e para peças de paredes finas. “A injetora EL se destaca pela alta velocidade e precisão com elevada eficiência energética. Com ambiente do molde livre de contaminantes, pode ser utilizada em aplicações especiais, como embalagens para alimentos e produtos farmacêuticos e também aplicações técnicas”.

É oferecida nas versões para produção de PVC, injeção de multimateriais e multicores, pré-formas PET e Speed (EL 300).

Sobre a atual situação do mercado nacional, a Romi divulgou os resultados obtidos pela empresa no terceiro trimestre do ano. A empresa obteve receita de R$ 153,3 milhões.

No período, o mercado doméstico foi responsável por 69% do total. A entrada de pedidos de máquinas movimentou R$ 186,9 milhões nos nove primeiros meses de 2016, volume 7% superior ao obtido no mesmo período de 2015.

“Embora as reformas e alterações políticas recentes tenham influenciado positivamente os índices de confiança, ainda não conseguimos notar esse impacto no volume de novos negócios da Romi”, avalia Rosolen.

Plástico Moderno, Estande da Romi na feira destacou a EN 600
Estande da Romi na feira destacou a EN 600

 

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Muitas novidades – A Sumitomo Demag

A empresa nascida em 2008 a partir da aquisição da alemã Demag pela japonesa Sumitomo, apresentou na K’ sua quinta geração de máquinas elétricas, a nova série IntElect.

Ela é formada por modelos de 50 a 450 toneladas de força de fechamento e indicada para a transformação de peças de elevada precisão e ciclos rápidos. “As máquinas ganharam motores de maior velocidade e proporcionam consumo de energia muito baixo”, afirma Christoph Rieker, gerente geral do escritório brasileiro do grupo.

As novidades da empresa não pararam por aí. No seu estande, foi instalada uma unidade da nova versão da linha de injetoras Elexis ST, que passou por processo de reengenharia.

Seu desempenho impressionou os visitantes. “Na feira, em um molde de quatro cavidades, fabricamos copos com rótulos aplicados por meio do processo de in mold label em ciclos de 1,77 segundos”. De acordo com o gerente, foi um recorde. “Foi o ciclo mais veloz da K’. Resolvemos encarar esse desafio, adotamos uma postura bem agressiva para demonstrar a que velocidade e precisão podemos chegar”.

A linha Elexis ST já está no mercado há algum tempo e é bastante conhecida pela indústria do plástico. “Já temos mais de 2,4 mil unidades dessa linha instaladas em todo o mundo”.

O gerente credita o sucesso à robustez e confiabilidade. “As máquinas são híbridas, têm sistema de plastificação movido por motor elétrico e sistema de fechamento hidrostático”.

Plástico Moderno, EL-Exis SP 420-2500, da linha atualizada pela Sumitomo Demag
EL-Exis SP 420-2500, da linha atualizada pela Sumitomo Demag

Outra atração da Sumitomo Demag chamou a atenção. Trata-se da divulgação do processo de injeção por pressão, técnica hoje restrita a poucos fabricantes de injetoras de todo o mundo. “Acho que somos uma das três ou quatro que dominam a tecnologia”, estima.

O processo prevê o início da injeção do plástico antes do molde ficar totalmente fechado – quando ele está com uma abertura em torno de um milímetro. Depois de uma fração de tempo muito reduzida – 0,2 segundo, em média – o molde é fechado e o ciclo se encerra.

“A injeção por pressão permite a obtenção de paredes muito finas e peças muito leves a um custo competitivo, vantajoso em relação a outros processos de transformação, como o de termoformagem”.

Para realizar a operação, as injetoras precisam contar com alguns itens opcionais. “O molde tem alguns segredos, não é possível realizar a operação em moldes comuns”.

Para a indústria automobilística, a surpresa apresentada ficou por conta da demonstração da produção de frisos internos para automóveis com decoração personalizada, feita pela adição de um filme aos moldes em processo similar ao in mould label.

A técnica é muito útil nos dias atuais, quando a oferta de produtos personalizados conquista a simpatia dos consumidores.

Rieker lembra que o conceito de indústria 4.0 está consolidado, é uma realidade. Ele ressalta que os comandos instalados nas máquinas Sumitomo estão totalmente preparados para essa realidade. “Hoje se fala muito sobre isso, mas há um bom tempo nossos comandos permitem total integração com os periféricos.

Todos os equipamentos utilizados em uma linha de produção podem ser controlados pela injetora”. As informações dos controles também podem ser captadas por tablets e smartphones.

Rieker se mostrou impressionado com o movimento da feira. “Havia visitantes de todo o mundo em grande número, inclusive da América do Sul.

Atendemos brasileiros, argentinos, chilenos, colombianos e peruanos”, conta. Sobre o mercado nacional, ele se surpreendeu de forma favorável com o bom número de projetos novos idealizados pelos clientes. “O ambiente melhorou, estou otimista de que no próximo ano ocorra a recuperação das vendas”.

Fornecedores de Injetoras:

Reforço na linha – A alemã Arburg mostrou na feira a nova injetora da série Allrounder.

Com acionamento híbrido, ela conta com força de fechamento de 650 toneladas. Antes, essa linha contava com máquinas de 12,5 a 500 toneladas de força de fechamento.

No estande, a máquina fabricou, em um único molde, oito peças de um banquinho, retirado da máquina e depois montado por robôs. “A operação provocou uma das maiores filas da feira”, informa Leandro Goulart, gerente de vendas do escritório brasileiro da empresa.

A máquina presente no estande da empresa veio equipada com o novo comando Gestica, que deve chegar ao mercado dentro de um ano e é uma evolução do comando Selogica, hoje presente nos modelos da empresa.

Goulart lembra que outros fabricantes de injetoras usam comandos fabricados por terceiros, mas os da empresa são desenvolvidos e fabricados pela própria Arburg. “Eles são projetados a partir das necessidades das injetoras, isso proporciona grande flexibilidade e facilidade de operação ao equipamento”.

Plástico Moderno, Arburg desenvolveu o Gestica, mais interativo e fácil de operar
Arburg desenvolveu o Gestica, mais interativo e fácil de operar

O Gestica mantém muitas características da versão anterior, como a estrutura hierárquica e gráfica do sistema de programação. “A perfeição não precisa ser reinventada”, diz o gerente, sem falsa modéstia.

À nova versão foi adicionada a tecnologia conhecida como easyslider. “Ela permite maior facilidade de operação, aumenta a interatividade da máquina com o operador”.

A empresa também oferece o sistema ALS (Arburg Host Computer System), ferramenta central para a organização moderna e eficiente da produção de peças.

O ALS possui diferentes módulos que atendem os mais exigentes requisitos, como administração da produção, programas de molde e geração relatórios. Todos os indicadores da máquina podem ser vistos de qualquer lugar por meio da telefonia móvel.

Plástico Moderno, Injetora Allrounder chega a 650 t de força de fechamento
Injetora Arburg – Allrounder chega a 650 t de força de fechamento

Outra atração da empresa na exposição foi a Freeformer, máquina de manufatura aditiva apresentada ao mercado em 2013 e disponibilizada em março deste ano. “Seu grande diferencial está no fato de ela permitir a obtenção de peças em qualquer material plástico, inclusive commodities, ao contrário das concorrentes, que produzem peças apenas em determinados materiais”.

Como trabalha por meio da distribuição de microgotas, ela só não opera com plástico reforçado, como os com fibra de vidro, por exemplo. No mercado internacional, o alvo principal da Arburg com a Freeformer é o de empresas que necessitam produzir pequenos lotes de peças. Um segundo foco está no nicho da prototipagem. “No Brasil, a procura por esses equipamentos se concentra mais entre os que atuam com prototipagem”.

Goulart se mostrou favoravelmente impressionado com o número de brasileiros presentes na K’. Ele se mostra otimista sobre uma recuperação das vendas nos próximos meses. “No segundo semestre, melhorou um pouco. O mercado existe, faltam oportunidades, falta estabilidade da economia para gerar maior confiança entre os investidores”.

 

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Tripé – O principal foco na feira da austríaca Engel foi mostrar como suas injetoras estão preparadas para a indústria 4.0.

Para tanto, desenvolveu o projeto “Inject 4.0”, baseado na oferta de produtos e serviços para seus clientes.

Plástico Moderno, Löhken: Engel exibiu célula completa de produção 4.0 que exige comandos mais precisos e eficientes
Udo Löhken – Engel exibiu célula completa de produção 4.0 que exige comandos mais precisos e eficientes

De acordo com o diretor Udo Löhkem, o projeto é baseado no tripé smart machine/smart service/smart production.

“O objetivo do smart machine é oferecer um conjunto de produtos que tornam as máquinas mais inteligentes, reduzindo erros de operação, aumentando a qualidade das peças, aumentando a produtividade e reduzindo o consumo de energia dos equipamentos”.

Com essa premissa, a empresa apresentou a família de softwares destinados a tornar mais eficientes os comandos eletrônicos das máquinas.

São os casos do iQ weight control, iQ clamp control, iQ flow control e iQ vibration control. Comandos à parte, a empresa lançou nova geração dos conjuntos de injeção das máquinas hidráulicas. “Com as alterações, atingimos novos patamares de capacidades de plastificação, eficiência energética, ergonomia, precisão e maior facilidade de manutenção”.

O smart service é formado por um conjunto de serviços voltados para aumentar a disponibilidade das injetoras nas linhas de produção. Um deles é o e-connect 24, cuja função é permitir a conexão eletrônica à assistência técnica da Engel Global. “O usuário poderá solicitar assistência à distância durante 24h por dia, sete dias por semana. Em caso de peças defeituosas as peças de reposição poderão ser encomendadas diretamente pelo painel da máquina”. Outro serviço, o e-connect monitor permite a manutenção remota das máquinas conectadas à rede da Engel. Por meio dele, o desgaste de determinados componentes – roscas de plastificação e fusos de esferas em máquinas elétricas, por exemplo – são continuamente supervisionados. “Os clientes recebem de forma antecipada os alertas sobre a necessidade de troca das peças desgastadas”.

Plástico Moderno, Löhken: Engel exibiu célula completa de produção 4.0 que exige comandos mais precisos e eficientes
Löhken: Engel exibiu célula completa de produção 4.0 que exige comandos mais precisos e eficientes

O smart production prevê, com a ajuda do sistema inteligente de MES e-factory, a oferta aos clientes de um sistema de controle de produção muito completo, com diferentes possibilidades de extensões.

Por ele podem ser gerados análises e relatórios de produção, planejamento de produção, controle e ajuste do consumo de energia de cada máquina de forma individual ou de um conjunto de máquinas, assistência técnica e outros serviços.

De acordo com Löhkem, a K’ sempre desperta grande expectativa nos clientes, já que é a maior e mais importante feira do setor do plástico. “No ritmo da feira as grandes empresas focam seus novos desenvolvimentos”. Ele espera que a boa presença de visitantes brasileiros os entusiasme e faça surgir investimentos em novos projetos.

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Baixo atrito – A linha de injetoras EC SX 2 foi o lançamento da japonesa Toshiba na feira alemã.

No estande foi montada uma máquina de 180 toneladas, que produziu miniaturas de injetoras em duas cores. Com acionamento elétrico, as máquinas da série, que sofreram total remodelação visual, foram projetadas com maior espaço entre as placas, o que permite flexibilidade ao usuário.

“Os transformadores podem usar moldes maiores em uma máquina com menor força de fechamento, o que em vários aspectos proporciona economia”, explica Hercules Piazzo, diretor da Hercx, revendedora exclusiva da marca no Brasil.

Outro diferencial se encontra no fato da placa móvel não contar com buchas, se movimentar por meio de guias lineares.

Plástico Moderno, Piazzo: evolução dos comandos permite monitoramento remoto
Hercules Piazzo, diretor da Hercx – Toshiba

“Essa característica apresenta duas vantagens em relação às máquinas convencionais, o movimento ocorre em regime de baixíssimo atrito e aumenta a aceleração da injeção do plástico”.

A série EC SX é composta por máquinas de 30 a 1,8 mil toneladas de força de fechamento e indicada para a produção de peças de alta precisão e tecnologia, embalagens, produtos para a área médico-hospitalar, automotiva e da indústria eletrônica.

Piazzo diz que a indústria 4.0, embora muito discutida nos tempos atuais, no campo da injeção de plástico tem várias de suas premissas já sendo realizadas há um bom tempo. “Há vinte anos, nos Estados Unidos, eu vi uma fábrica com 24 máquinas injetoras sendo tocada por apenas um operador”, informa.

Para ele, hoje os comandos oferecidos pelos fabricantes de ponta estão muito próximos da perfeição. “Sempre se pode melhorar um ou outro aspecto, como aumentar o tamanho do visor ou proporcionar um pouco de facilidade em termos de interatividade”.

Sob esse aspecto, garante que as máquinas Toshiba estão em dia. “O cliente pode monitorar a produção da fábrica e desligar a injetora mesmo se estiver no Japão”.

Plástico Moderno, Linha EC SX 2: mais espaço entre placas admite moldes grandes
Linha EC SX 2: mais espaço entre placas admite moldes grandes – Injetora Toshiba Machine

Para o diretor da Hercx, a feira alemãs atingiu as expectativas mais otimistas. “O movimento foi excelente. O número de brasileiros foi menor do que na edição anterior, mas eles estavam em bom número e havia muitos empresários nacionais com decisão de compra interessados em conhecer o que há de mais moderno em termos de tecnologia”, resume.

As vendas ainda não estão em patamar normal, mas Piazzo tem detectado um aumento no número de consultas. “Acredito que no ano que vem haverá uma recuperação”.

O maior foco da Toshiba no mercado brasileiro é o da venda de máquinas elétricas, mas a empresa também oferece modelos hidráulicos, com capacidade de 450 a 3 mil toneladas de força de fechamento.

 

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