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K 2013: Cadeia do plástico ganha uma injeção de ânimo na maior feira mundial do setor

Marcelo Furtado
14 de outubro de 2013
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    A linha de aditivos antimicrobianos para plásticos é o foco do estande da brasileira Nanox, que espera nessa feira abrir portas para novos parceiros, até para revender ou distribuir os produtos da expositora. Denominada Nanox Clean, a tecnologia conta com a homologação da brasileira Anvisa e da americana FDA para uso em contato com alimentos. São produtos desenvolvidos com know-how próprio e voltados para diversas aplicações, desde commodities até plásticos de engenharia. Seu uso garante proteção permanente contra bactérias e fungos nas superfícies do plástico em variados processos produtivos.

    Plástico Moderno, carnevalli---coex---DSC_0695Máquinas e periféricos – As extrusoras da Carnevalli prometem fazer sucesso nos pavilhões alemães. O diretor comercial Wilson M. Carnevalli Filho se orgulha do fato de a empresa exibir em seu estande máquinas em operação. “Mostraremos toda a nossa tecnologia e qualidade, que se encontra no mesmo nível dos nossos concorrentes internacionais”, declara. Na opinião dele, o cenário mundial dá sinais de melhora, sentida nas exportações da empresa. “Somos mais competitivos com o câmbio do atual momento. Aliando uma boa estratégia, faremos uma excelente feira.”

    A Carnevalli apresenta dois equipamentos em seu estande: uma coextrusora de três camadas e uma extrusora de 40 mm. Máquina versátil e de fácil operação, a coextrusora oferece largura útil de 1.600 mm e produção de até 250 kg/h. O equipamento produz filmes técnicos, termocontráteis e laminados com altíssima qualidade. Segundo informa o diretor, trata-se de máquina de setup rápido, portanto, indicada para transformadores que têm em sua gama de produtos muitas formulações e mudanças de largura e espessura. A máquina conta com sistema gravimétrico e anel de ar de controle automático de espessura. “Tem excelente custo/benefício e visa a atender os transformadores que nunca adquiriram uma coextrusora. Escolhemos essa máquina porque ela se encaixa perfeitamente na nossa estratégia de atender os mercados latino-americanos e do leste europeu, entre outros que procuram qualidade a um preço acessível”, diz.

    O outro equipamento, a extrusora E-40, é um modelo de máquina pequena, mas que na opinião do diretor também se encaixa muito bem naqueles mercados, pois possibilita uma boa produção em relação ao seu diâmetro de rosca: 40 mm com até 60 kg/h, na largura de 800 mm de filmes de PEAD, PEBD e PELBD, incluindo bobinas do tipo “fundo estrela”.

    Plástico Moderno, Romi-EL75O cardápio de máquinas brasileiras na feira alemã inclui injetoras e sopradoras. No campo da injeção, a Romi expõe três novos modelos: o EN 450, o EL 75 e o mais recente deles, o EL 300. A máquina da série EN representa uma linha compacta, equipada com servomotor no acionamento hidráulico, garantia de melhor desempenho com redução energética. Trata-se de uma injetora de 450 toneladas de força de fechamento, que oferece operação e manutenção simples, e ainda agrega, segundo a fabricante, alta tecnologia e produtividade a um custo muito competitivo. Com acionamentos totalmente elétricos, os modelos da família EL prometem elevada eficiência energética (economia de até 60% de energia) e nível de ruído em 60 decibéis, associados a uma altíssima precisão nos movimentos.

    A renomada fabricante brasileira de sopradoras Pavan Zanetti exibe o modelo BMT 5.6D/H da série Bimatic, voltada para a maioria dos setores de sopro até 5 litros. “Levaremos apenas uma máquina, pelo alto custo da feira, pois enviar máquinas até a Alemanha e trazê-las de volta é muito oneroso”, comenta o diretor Newton Zanetti. Totalmente automático e equipado com comando de última geração da marca Beckhoff, o modelo escolhido para a exibição possui dupla estação de sopro, cabeçote 4 x 100 mm entre centros e molde de 1.000 ml. “Instalaremos, numa parceria com a fabricante mundial de cabeçotes Mueller, um dos seus modelos de alta performance”, informa Zanetti, que espera ganhar maior visibilidade, de acordo com seus projetos de expansão de mercado. “Queremos abrir novos mercados, como o árabe e o africano, e aumentar nossa participação no mercado latino-americano. Com a nova base de valor do dólar no país, vamos tentar incrementar nossas exportações, que andam muito lentamente.”

    Plástico Moderno, eletro-forming---tb-isoEm sua terceira aparição na K, a Eletro-Forming, fabricante brasileira de máquinas de termoformagem, exibe em seu estande vídeos e imagens dos seus equipamentos, com ênfase na termoformadora T-B, que molda, corta e empilha embalagens de PET para diversas aplicações (ovos, tampas para copos, descartáveis etc). Trata-se de uma termoformadora contínua e automática, de grande produção. Totalmente servomotorizada, não despende muito ar comprimido e seu ciclo é mais produtivo e preciso em comparação às máquinas convencionais, segundo informa o fabricante. Possui formato máximo do molde de 730 mm por 600 mm, profundidade máxima de 120 mm, força de fechamento de 500.000 N e ciclo em vazio de 48 ciclos por minuto. A empresa também divulga suas máquinas para chapas grossas. Jorge Lakatos, dono da empresa, espera repetir o bom desempenho de sua participação em duas edições anteriores da feira, e vender equipamentos.



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