Indústria do plástico de Santa Catarina inova na pandemia: Setor inova para superar a crise (SIMPESC)

Dizem que é nas piores crises que surgem as maiores oportunidades.

Mesmo enfrentando grandes dificuldades e perdas causadas pela pandemia de Covid-19, a indústria do plástico de Santa Catarina tem sabido aproveitar esse momento, com resiliência, muito trabalho e investimentos continuados em mão-de-obra e inovação em produtos e processos.

Por todo o Estado, estão sendo desenvolvidas soluções, embalagens e componentes para a indústria automobilística, infraestrutura de saneamento, indústria de alimentos, agricultura, pecuária e para o setor de saúde e hospitalar, em materiais cirúrgicos, implantes e, mesmo, em equipamentos dos centros de tratamento intensivo, como os respiradores.

Contrariando todas as previsões, a demanda aumentou durante a pandemia.

Isso porque os materiais plásticos compõem quase tudo o que está em nossa volta, transportando, protegendo e acondicionando produtos imprescindíveis para a vida moderna.

As empresas da indústria do plástico catarinense vêm atendendo o mercado

O plástico vem sendo um grande aliado no combate ao vírus, nos produtos descartáveis para proteção, limpeza e nas embalagens para vacinas, medicamentos, água potável e alimentação.

Atentos a todas as mudanças na forma de consumo e comportamento das pessoas em tempos de pandemia, as empresas do setor plástico catarinense vêm atendendo o mercado com soluções adequadas aos novos padrões de demanda, entre elas, uma preocupação por maior segurança sanitária dos produtos.

Nesse novo cenário de luta contra os vírus, o papel de proteção das embalagens se tornou ainda mais relevante.

Especificamente para vacinas contra o novo coronavírus, as caixas térmicas feitas de EPS estão sendo fundamentais para o processo logístico da Cadeia de Frio do Ministério da Saúde, para manter a temperatura dos imunizantes nos níveis adequados no transporte e acondicionamento para todos os estados do país.

Desde o início da Covid-19, que impôs isolamento social e restringiu a movimentação das pessoas, o delivery de alimentos e outros produtos em geral apresentou forte crescimento.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos embalados ganham ainda mais força para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade, integridade e segurança sanitária.

E mesmo nas compras feitas pelo computador, mas retiradas em um ponto de venda (na modalidade take away), é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Mas não é apenas nas soluções apresentadas ao mercado que temos inovado.

A busca por redução de custos, desenvolvimento de novos processos e a prospecção de novos mercados, inclusive no exterior, tem sido a pauta dos empresários e profissionais do setor.

Albano Schmidt, presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (Simpesc) Plástico Moderno - Pólo Plástico de Santa Catarina é o segundo do país - SIMPESC ©QD Foto: iStockPhoto
Albano Schmidt, presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (Simpesc).

No trabalho, o home office acelerou o uso e a incorporação das ferramentas digitais de comunicação.

Nessas reuniões remotas, estamos sendo muito mais pontuais, produtivos e assertivos.

A interação digital veio para ficar e não terá volta.

Frente a este cenário desafiador, as empresas catarinenses vêm se reinventando, desenvolvendo novas aplicações e lançando novidades no mercado com uma velocidade que é inerente aos tempos atuais.

Sempre seguindo o espírito inovador e de muito trabalho que é a marca do nosso Estado.

Texto: Albano Schmidt

 

Plástico Moderno - SIMPESC - Indústria do plástico de Santa Catarina inova na pandemia ©QD

SIMPESC – Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina

A missão do Simpesc é promover o desenvolvimento das empresas associadas e da Indústria do plástico de Santa Catarina através da representação e da defesa de seus interesses, contribuindo para a melhoria constante das suas condições sócio-econômicas.

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