Embalagens

In mold labeling – Indústria de embalagens começa a fazer encomendas e tecnologia ganha espaço no mercado nacional

Jose Paulo Sant Anna
29 de dezembro de 2008
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    “As injetoras e os robôs não são os maiores problemas para quem quer investir na tecnologia”, garante. E lembra que a Star Seiki tem capacidade para desenvolver os mais variados projetos, de acordo com as necessidades dos clientes. “Temos tido um bom número de consultas, mas acho que os transformadores ainda têm dificuldades para mensurar com precisão o custo/benefício da operação”, resume.

    Soluções fechadas – Grupos fabricantes de equipamentos oferecem soluções completas para transformadores interessados em ingressar no mundo do IML. Um desses grupos é o da multinacional de origem austríaca Wittmann. “Com nossa estrutura somos capazes de oferecer projetos completos de IML”, explica Reinaldo Carmo Milito, diretor da empresa no Brasil. Por projetos completos, podemos definir sistemas dotados com os robôs e demais componentes do sistema de automação, as injetoras e até os moldes. Um expediente muito usado pela empresa nessa aplicação é oferecer projetos de stack-molds – em português, “molde empilhado”. Trata-se de um molde que, em vez de ter uma placa com as cavidades, tem duas placas com cavidades, cujos orifícios são montados de forma espelhada. O fato das faces com as cavidades estarem sobrepostas permite que as forças geradas durante o preenchimento se anulem aos pares, por serem iguais e em sentido contrário.

    Plástico Moderno, Christoph Rieker, gerente-geral do grupo SumitomoDemag, In mold labeling - Indústria de embalagens começa a fazer encomendas e tecnologia ganha espaço no mercado nacional

    Rieker: clientes ganham com pacotes fechados

     

    A tecnologia foi usada pela Wittmann no equipamento adquirido pela Pavão, que produz, em um mesmo ciclo, pote e tampa de sorvete com capacidade de dois litros. “No exterior, as embalagens IML são utilizadas há um bom tempo, acredito que no Brasil esse mercado cresça bastante”, avalia Milito.

    Quem também demonstra otimismo com esse mercado é Christoph Rieker, gerente-geral do grupo SumitomoDemag. O grupo foi formado há cerca de um ano, quando a multinacional japonesa Sumitomo adquiriu a alemã Demag. Com a aquisição, o grupo passou a oferecer ao mercado projetos de IML com as duas marcas. “A vantagem do comprador ao adquirir soluções fechadas é poder recorrer a apenas uma empresa para resolver todos os seus problemas”, informa Rieker.

    De acordo com o gerente, as linhas com as marcas Sumitomo e Demag não concorrem entre si, são complementares. Os projetos oferecidos pela Sumitomo levam a marca Simpac. Eles vêm equipados com injetoras elétricas com modelos de forças de fechamento na faixa entre 180 e 350 toneladas. “Na feira IPF 2008, realizada em novembro, no Japão, foi apresentado um modelo que produzia potes de duas cavidades com ciclos de 3,6 segundos”, orgulha-se. Já a linha da Demag é indicada para máquinas de maior porte e trazem injetoras que operam com sistemas de movimento hidráulicos. “São indicados para peças mais volumosas, como baldes usados como embalagens por indústrias químicas”, explica.



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