Máquinas e Equipamentos

Impressoras – Mercado prima por modelo capaz de reduzir os custos de produção e investe em processo otimizado

Renata Pachione
13 de junho de 2009
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    Com o foco em empresas de pequeno e médio porte, a Colorflex levou para seu estande na Brasilplast a rebobinadeira Smart, uma versão compacta, para até 500 metros de filme. “Existia um vazio no mercado, buscamos uma brecha, ou seja, estamos com o foco em quem não consegue fazer grandes investimentos”, afirmou o diretor da Colorflex, José Vieira Alves.

    Plástico Moderno, Impressoras - Mercado prima por modelo capaz de reduzir os custos de produção e investe em processo otimizado

    Practica visa às necessidades do médio e pequeno convertedor

    Para concorrer em nichos mais sofisticados, entrou no mercado de laminação, com a laminadora Diamond, solvent less. “Há uma tendência sem volta, quem quer se atualizar precisa de máquina do tipo sem solvente”, explicou. Entre as flexográficas, a Colorflex divulgou a impressora de seis cores e 1.200 m de largura, a Practica. Também para atingir médios e pequenos convertedores, a impressora alcança a velocidade de até 220 metros de impressão. O set-up leva entre 1h30 e 2 horas. A estratégia parece estar dando certo: no primeiro trimestre de 2009, a fabricante cresceu 30% em relação a igual período do ano passado.

    A empresa se diz em condições de oferecer ao convertedor brasileiro impressoras sem engrenagens. “Não existe limite técnico no mercado e, sim, financeiro”, comentou Vieira. Daqui a dois anos, em média, a fabricante estima que apresentará um modelo gear-less. Para o diretor, a flexografia é um mercado ainda em expansão no país e, portanto, com uma demanda em formação para modelos mais sofisticados. “O Brasil ainda não acordou para a automação”, comentou. 

    A Flexo Tech não levou máquinas no estande, apenas cartazes. A ideia era convidar os visitantes para ver suas máquinas nas empresas dos convertedores. “Assim nossos clientes podem avaliar nossos equipamentos com todas as dificuldades e realidades do chão de fábrica”, comentou o diretor-comercial da empresa, Romário Zonneveld. Outra estratégia foi a de levá-los à unidade fabril, em Curitiba. Apesar da tradição do mercado de flexografia, a companhia tinha o objetivo na feira de demonstrar sua entrada no setor de extrusão.

    No ramo da flexografia, não apresentou lançamentos, divulgou duas máquinas: a Solution Sleeve CNC, de seis e oito cores, e a Access 8, ambas lançadas em 2008. A primeira possui como características: camisas porta-clichê com troca na máquina, posicionamento das unidades de impressão com acionamento por meio de motores de passo, sistema de pré-posicionamento de formato, relatório de produção e manutenção, entre outras. Essa máquina alavancou o faturamento da companhia em 2008 em relação ao ano anterior. Já a Access representa a aposta da Flexo Tech na tecnologia gear-less. A impressora, segundo a fabricante, utiliza servomotores no acionamento e sistema CNC no posicionamento dos cilindros, bem como camisas nos cilindros anilox e porta-clichês.

    O mercado de banda média é um dos que mais cresce no país. Por isso, a Walmak exibiu a flexográfica SuperFlex WSS, de diâmetro de 1.600 mm, com engrenagem e tambor central refrigerado, capaz de atingir velocidade de 300 metros por minuto e de realizar a troca de serviço (oito cores), em média entre 2 horas e 2h30. A impressora conta com fusos de esfera para garantir precisão de posicionamento de 20,83 mícrons e sistema de avanço e recuo dos conjuntos impressores motorizados, com travamento elétrico dos conjuntos feito automaticamente, sem uso de hidráulica, entre outras características.

    Hoje na Walmak 30% da produção é de modelos banda larga. “Os grandes pedidos não existem mais”, comentou o gerente de

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    Superflex conta com engrenagem e tambor central refrigerado

    vendas e marketing da Walmak, Thiago Luis Garcia. Para ele, a flexografia ainda não se consolidou no Brasil, o que abre espaço para outros sistemas de impressão como offset. A companhia produz, em média, doze máquinas por ano. Essa taxa, no entanto, tende a aumentar, pois a fabricante irá mudar de endereço para uma área maior, onde pretende fabricar entre vinte e vinte e cinco impressoras por ano.

    A Flexo Tech não levou máquinas no estande, apenas cartazes. A ideia era convidar os visitantes para ver suas máquinas nas empresas dos convertedores. “Assim nossos clientes podem avaliar nossos equipamentos com todas as dificuldades e realidades do chão de fábrica”, comentou o diretor-comercial da empresa, Romário Zonneveld.



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