Impressoras – Mercado prima por modelo capaz de reduzir os custos de produção e investe em processo otimizado

Plástico Moderno, Impressoras - Mercado prima por modelo capaz de reduzir os custos de produção e investe em processo otimizado

 

O convertedor reafirmou seu interesse em modelos com maior valor agregado nesta 12ª Brasilplast. A tendência anunciada há alguns anos de que a tecnologia embutida nas impressoras tomaria a dianteira na disputa com o seu preço está mais perto de se confirmar. Esse cenário, de certa forma, reflete as sofisticações das embalagens plásticas. Todos os elos da cadeia se esforçaram para falar a mesma língua e assim obter ganhos de produtividade e se tornar mais competitivos. Em meio às turbulências do setor, as margens ficaram reduzidas e o mercado de impressão de flexíveis carente de mais qualidade e disposto a minimizar os custos de produção com investimentos em processos otimizados.

No segmento da flexografia de banda larga, a tecnologia gear-less (sem engrenagens) não se definiu com precisão. No país

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Beta CNS/SE chegou à velocidade de 500 metros por minuto

ainda se restringe a nichos de mercado. Mas mesmo assim o evento apresentou desenvolvimentos tanto dos fabricantes nacionais como dos estrangeiros. Uma impressora sem engrenagens foi o destaque do estande da Flexopower. Fabricante de impressoras há mais de quinze anos, a empresa lotava os corredores do Anhembi de pessoas interessadas em acompanhar a demonstração da Beta CNC/SE. Apesar de a máquina ter sido lançada na edição da feira de 2007, o modelo trouxe novidades.

O principal diferencial era proclamado à exaustão durante a apresentação: o modelo imprime 500 metros por minuto. “É a maior velocidade atingida por uma máquina nacional”, ressaltou o diretor Ruy Mendes Vita. A versão apresentada no passado chegava à velocidade de 320 metros por minuto.

Também foram feitas alterações nos sistemas de camisa e de secagem, além de ter sido aumentada a potência dos motores. Vita confirmou que a alta velocidade varia de acordo com o tipo de operação, ou seja, não são todos os serviços capazes de alcançar esse patamar. No entanto, garantiu que independentemente disso o nível da máquina está de igual para igual com os desenvolvimentos internacionais.

A rapidez na troca de camisa impressionou os visitantes. A máquina conta com sistema sleeve, além de sistema automático de registro e controle numérico computadorizado (CNC). Sendo assim, o demonstrador pôde mudar sete camisas porta-clichê em pouco mais de três minutos, usando 26 metros de material para fazer o acerto, ou seja, com uma economia de filme bastante significativa. Esse tempo gasto na troca da camisa não se refere ao serviço completo, que inclui a limpeza, por exemplo. A experiência do diretor revela que uma máquina convencional faz a troca de serviço entre três e quatro horas e o gasto do material pode ser de 400 metros.

A tecnologia gear-less surgiu na Alemanha em 2008 e já se consagrou na Europa entre 2003 e 2005; no Brasil, ainda é um recurso considerado muito caro. No entanto, esse cenário começa a mudar: de 2007 para cá, a Flexopower tem produzido somente impressoras sem engrenagens. Em dois anos, a fabricante emplacou dez máquinas gear-less novas no mercado nacional.

Segundo estimativa de profissionais da área, as máquinas flexográficas sem engrenagem custam cerca de três vezes a mais do que uma tradicional, com engrenagens. No entanto, Vita aposta que o preço não pode ser um empecilho para a incorporação dessa tecnologia. Para ele, as máquinas da marca Flexopower podem ter as engrenagens substituídas por servomotores. “Quando lancei a Beta em 2003, previa a tecnologia gear-less no futuro, e hoje podemos atualizar os equipamentos sem um alto investimento”, avisou. A empresa já transformou sete impressoras mecânicas em Beta gear-less, de um universo de 21 modelos.

Essa nova versão da Beta hoje representa a grande promessa da Flexopower. O modelo evolui, paulatinamente, até chegar a essa configuração atual. Lançada em 2003, a máquina ainda era mecânica, e passou a adotar o sistema CNS dois anos depois.

Plástico Moderno, Gustavo Virginillo, representante da Flexotecnica no país, Impressoras - Mercado prima por modelo capaz de reduzir os custos de produção e investe em processo otimizado
Virginillo destacou gear-less FX para impressão de até 8 cores

Em 2007, o desenvolvimento era bem próximo do apresentado nesta Brasilplast, porém menos veloz. Essa rápida troca de serviço reflete a necessidade do convertedor de atender a pedidos fracionados.

Os percalços causados pela crise econômica internacional passaram longe dos portões da fábrica da Flexopower, em Diadema-SP. “Temos a carteira de pedidos cheia, não sentimos nenhum impacto negativo”, comentou Vita. Para ele, a alta tecnologia que a empresa oferece é um ponto a favor, pois em momentos de dificuldades econômicas, mesmo pequenos e médios convertedores precisam otimizar os custos de produção e, portanto, investir em equipamentos automatizados ou que possam evoluir para este tipo de solução.

A Flexotecnica, empresa dedicada ao ramo de flexográficas e pertencente ao grupo italiano Cerutti, divulgou a mais nova impressora flexográfica de tambor central da marca: a FX 8 High Profit. O modelo atende larguras de impressão de 1.270 mm e alcança velocidades de 400 metros por minuto. A repetição da impressão é de 400 mm a 1.070 mm. “Trata-se de uma máquina robusta com laterais de 120 mm de espessura; sei que no Brasil, ninguém faz isso”, complementou o representante da Flexotecnica no país, Gustavo Virginillo, da Coras do Brasil. Dotada da tecnologia gear-less, essa FX para impressão de até oito cores é muito procurada para embalagens de Pet Food.

No modelo, Virginillo destacou o túnel central de secagem, pois este substitui os tradicionais bicos de ar por injeção do ar através de furos geométricos, durante todo o comprimento da estufa. “Essa tecnologia permite uma eficiência de secagem 20% superior a um túnel convencional, com o mesmo comprimento e a mesma vazão de ar”, ressaltou. Além disso, a máquina pode ser equipada com um sistema de registro automático e controle da pressão de impressão, fabricado pela Advanced Vision Technology (AVT).

O fabricante garante ainda que o acerto da FX 8 High dura mais ou menos 20 minutos, com desperdício de material de cerca de

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Flexográfica da Carnevalli tem gerenciamento completo por CLP

150 m. Além disso, a máquina incorpora na própria estrutura um sistema de lavagem automático dos grupos impressores, o que acelera a troca de serviço. Para Virginillo, o modelo tem potencial para aumentar a participação da Flexotecnica no mercado brasileiro. “A impressora tem um preço competitivo e é muito versátil”, explicou Virginillo.

A participação da líder no mercado de extrusão de filmes, Carnevalli, na área de impressão se deu com a apresentação de uma flexográfica de tambor central, de oito cores: a Amazon 8-1200 HT. Com gerenciamento completo por CLP e interface homem/máquina (IHM), grupos impressores acionados por fusos de esferas e guias lineares, registros motorizados e sistema para troca on board de camisas de impressão, o modelo garante agilidade e redução do tempo de set-up.

Faixa intermediária – Outra expoente do mercado de flexografia, a Feva, não tem motivos para comemorar, pois passou por momentos de turbulência, mas, no caso, de ordem doméstica. Por isso, muito se especulou sobre a sua situação durante a Brasilplast. Expositores do setor se perguntavam o que teria acontecido com essa fabricante de impressoras flexográficas; alguns chegaram a se espantar com sua presença no evento. Esse alvoroço tem uma explicação: a Feva por muitos anos foi líder de mercado e hoje nem sabe em que posição se encontra no ranking e há controvérsias se ela ainda está no páreo. No ano passado, a empresa passou por sérias dificuldades financeiras, sobretudo em virtude do término da parceria, firmada em 2002, com a fabricante norte-americana de flexográficas Paper Converting Machine Company (PCMC). “Com o fim do acordo, nós tivemos de arcar com a estrutura anteriormente montada, o que ficou muito custoso e aí não aguentamos”, explicou o gerente-comercial da Feva, Odair Cardoso.

Esse crash resultou na redução do quadro de funcionários (antes eram 250; hoje, são cerca de cem) e em um certo retrocesso da companhia. Em três anos de parceria, foram produzidas 29 máquinas gear-less, das quais 28 de dez cores e uma de oito cores; em 2008, fabricou doze equipamentos convencionais e com bastante dificuldade. “Quando acabou a parceria, a Feva assumiu o passivo e quase ficou quebrada”, revelou Cardoso. No entanto, a participação nesta Brasilplast teve o papel de mostrar que a empresa pretende retomar a posição de tempos atrás. Segundo o gerente-comercial da Feva, a fabricante está se restabelecendo e pretende voltar a oferecer ao mercado impressoras gear-less; de momento, a ideia é atuar com um tipo de tecnologia intermediária.

Para mostrar que está ativa, a companhia, que neste ano completa 74 anos, optou por fazer um open-house em sua fábrica em Cotia-SP, onde o visitante podia ver o processo de fabricação de impressoras Feva Flex Mundial de dez, oito e seis cores. Essa família conta com uma estação de impressão com cilindro central, estrutura dos grupos impressores via satélite e sistema de secagem entre cores, entre outras características. Foi desenvolvida para trocas rápidas de camisas porta-clichê, on board, pela lateral da máquina. No estande estava exposta a laminadora Feva Flex SolventLess.

Com o foco em empresas de pequeno e médio porte, a Colorflex levou para seu estande na Brasilplast a rebobinadeira Smart, uma versão compacta, para até 500 metros de filme. “Existia um vazio no mercado, buscamos uma brecha, ou seja, estamos com o foco em quem não consegue fazer grandes investimentos”, afirmou o diretor da Colorflex, José Vieira Alves.

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Practica visa às necessidades do médio e pequeno convertedor

Para concorrer em nichos mais sofisticados, entrou no mercado de laminação, com a laminadora Diamond, solvent less. “Há uma tendência sem volta, quem quer se atualizar precisa de máquina do tipo sem solvente”, explicou. Entre as flexográficas, a Colorflex divulgou a impressora de seis cores e 1.200 m de largura, a Practica. Também para atingir médios e pequenos convertedores, a impressora alcança a velocidade de até 220 metros de impressão. O set-up leva entre 1h30 e 2 horas. A estratégia parece estar dando certo: no primeiro trimestre de 2009, a fabricante cresceu 30% em relação a igual período do ano passado.

A empresa se diz em condições de oferecer ao convertedor brasileiro impressoras sem engrenagens. “Não existe limite técnico no mercado e, sim, financeiro”, comentou Vieira. Daqui a dois anos, em média, a fabricante estima que apresentará um modelo gear-less. Para o diretor, a flexografia é um mercado ainda em expansão no país e, portanto, com uma demanda em formação para modelos mais sofisticados. “O Brasil ainda não acordou para a automação”, comentou. 

A Flexo Tech não levou máquinas no estande, apenas cartazes. A ideia era convidar os visitantes para ver suas máquinas nas empresas dos convertedores. “Assim nossos clientes podem avaliar nossos equipamentos com todas as dificuldades e realidades do chão de fábrica”, comentou o diretor-comercial da empresa, Romário Zonneveld. Outra estratégia foi a de levá-los à unidade fabril, em Curitiba. Apesar da tradição do mercado de flexografia, a companhia tinha o objetivo na feira de demonstrar sua entrada no setor de extrusão.

No ramo da flexografia, não apresentou lançamentos, divulgou duas máquinas: a Solution Sleeve CNC, de seis e oito cores, e a Access 8, ambas lançadas em 2008. A primeira possui como características: camisas porta-clichê com troca na máquina, posicionamento das unidades de impressão com acionamento por meio de motores de passo, sistema de pré-posicionamento de formato, relatório de produção e manutenção, entre outras. Essa máquina alavancou o faturamento da companhia em 2008 em relação ao ano anterior. Já a Access representa a aposta da Flexo Tech na tecnologia gear-less. A impressora, segundo a fabricante, utiliza servomotores no acionamento e sistema CNC no posicionamento dos cilindros, bem como camisas nos cilindros anilox e porta-clichês.

O mercado de banda média é um dos que mais cresce no país. Por isso, a Walmak exibiu a flexográfica SuperFlex WSS, de diâmetro de 1.600 mm, com engrenagem e tambor central refrigerado, capaz de atingir velocidade de 300 metros por minuto e de realizar a troca de serviço (oito cores), em média entre 2 horas e 2h30. A impressora conta com fusos de esfera para garantir precisão de posicionamento de 20,83 mícrons e sistema de avanço e recuo dos conjuntos impressores motorizados, com travamento elétrico dos conjuntos feito automaticamente, sem uso de hidráulica, entre outras características.

Hoje na Walmak 30% da produção é de modelos banda larga. “Os grandes pedidos não existem mais”, comentou o gerente de

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Superflex conta com engrenagem e tambor central refrigerado

vendas e marketing da Walmak, Thiago Luis Garcia. Para ele, a flexografia ainda não se consolidou no Brasil, o que abre espaço para outros sistemas de impressão como offset. A companhia produz, em média, doze máquinas por ano. Essa taxa, no entanto, tende a aumentar, pois a fabricante irá mudar de endereço para uma área maior, onde pretende fabricar entre vinte e vinte e cinco impressoras por ano.

A Flexo Tech não levou máquinas no estande, apenas cartazes. A ideia era convidar os visitantes para ver suas máquinas nas empresas dos convertedores. “Assim nossos clientes podem avaliar nossos equipamentos com todas as dificuldades e realidades do chão de fábrica”, comentou o diretor-comercial da empresa, Romário Zonneveld. Outra estratégia foi a de levá-los à unidade fabril, em Curitiba. Apesar da tradição do mercado de flexografia, a companhia tinha o objetivo na feira de demonstrar sua entrada no setor de extrusão.

No ramo da flexografia, não apresentou lançamentos, divulgou duas máquinas: a Solution Sleeve CNC, de seis e oito cores, e a Access 8, ambas lançadas em 2008. A primeira possui como características: camisas porta-clichê com troca na máquina, posicionamento das unidades de impressão com acionamento por meio de motores de passo, sistema de pré-posicionamento de formato, relatório de produção e manutenção, entre outras. Essa máquina alavancou o faturamento da companhia em 2008 em relação ao ano anterior. Já a Access representa a aposta da Flexo Tech na tecnologia gear-less. A impressora, segundo a fabricante, utiliza servomotores no acionamento e sistema CNC no posicionamento dos cilindros, bem como camisas nos cilindros anilox e porta-clichês.

Além da flexo – O dinamismo do setor de tampografia estimulou as fabricantes a desenvolvimentos constantes. A Oscar Flues lançou a máquina tampográfica CS 200, para imprimir tampa de refrigerante, de forma totalmente automatizada. O modelo conta com tratamento por flambagem e são impressas dez peças por vez, à velocidade de 15 mil tampas por hora. “A alimentação e a extração das peças são automatizadas”, comentou a diretora-comercial da Oscar Flues, Michelle Ivanoff. De acordo com ela, os pedidos têm sido de processos automatizados, até mesmo dos clientes de médio e pequeno porte.

A Oscar Flues levou para a feira diversos modelos de máquinas diferentes. Entre as novidades figuraram um modelo capaz de imprimir três cores, substituindo a adoção de três máquinas, e um tipo de tinta para polipropileno (PP) que abole o tratamento prévio do substrato.

Robert Wutzl, diretor-comercial da Wutzl, empresa especializada em tampografia e hot stamping destacou em seu estande diversos desenvolvimentos novos, entre eles, uma máquina de tampografia CNC, com copo de 180 mm de diâmetro. De tinteiro selado, o modelo possui mesa comandada com servomotor. “Com essa mesa, faz-se o encaixe das cores com o ajuste do registro perfeito”, comentou Wutzl. Outro lançamento, a linha de máquinas para gravação a laser, faz a marcação por ponto e transferência na película para garantir, por exemplo, a rastreabilidade da peça. Também novidade era o registro CNC das máquinas, com duas plataformas, operando de forma independente. “É possível fazer 250 peças por hora, isso é mais ou menos cinco vezes mais do que consegue uma máquina tradicional”, comparou.

A empresa anunciava ainda ter feito versões totalmente elétricas das máquinas mais vendidas da marca, ou seja, opera as funções de uma pneumática sem usar ar comprimido. Uma tampográfica elétrica exposta no estande da Wutzl funcionava para mostrar que todas as velocidades são memorizadas, o registro é eletrônico e apresenta baixo ruído, entre outras vantagens.

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Tampográfica possui tinteiro selado para garantir economia

As máquinas com tinteiro selado não representaram nesta Brasilplast uma novidade para o setor, pois empresas como a Wutzl e a Oscar Flues já as possuem em seus portfólios há alguns anos. Porém, de uns tempos para cá, a inovação se refere à sua aceitação, cada vez maior. “A tinta pode ficar até uma semana no copo sem precisar limpar, essa característica, em locais onde a temperatura é baixa, torna o sistema ainda mais interessante”, explicou Michelle. O sistema gera economia e menor emissão de poluentes do que o aberto.

Único fabricante de máquinas rotogravura das Américas, a Profama esteve na feira sem impressora. Optou por levar seus lançamentos em outras linhas, como a Smart, Smart Light e a Practica VR 8, máquinas cortadeiras e rebobinadeiras, e a revisora Compact Revision. Não havia rotogravuras no estande por se tratar de um tipo de fabricação sob encomenda e que requer uma área grande para sua acomodação.

Dividindo o mesmo mercado com a flexografia, a rotogravura foi aperfeiçoada, ao longo dos anos, com a incorporação de recursos eletrônicos e, cada vez mais, se volta para nichos técnicos, que exigem altíssima definição e qualidade de impressão. “Os processos de set-up e registros vêm melhorando a cada nova série lançada”, comentou Alessandro Dinis, da área de vendas da Profama. De acordo com ele, no país, o mercado para rotogravura encontra-se em expansão pela necessidade de qualidade e alta produtividade do convertedor.

A Kal Internacional participou da Brasilplast com a apresentação dos equipamentos de sua representada Werner Kammann Maschinenfabrik, no segmento da impressão. Entre os destaques, figurou o lançamento do modelo K15F, uma impressora automática universal, de até seis cores, com velocidade para imprimir até 100 produtos por minuto. A máquina está equipada com servomotores e opera com frascos e garrafas sem marca de registro. Existe também uma versão CNC para produtos de geometria complexa.

A companhia divulgou também impressoras serigráficas voltadas para alta produtividade, sobretudo aplicações de embalagens plásticas e de vidro, em formato oval, cilíndrico, plano e cônico, assim como frascos, copos, potes, garrafas e afins. “São máquinas automáticas e semiautomáticas, lineares, rotativas ou de tecnologia CNC, de uma até dez cores, e velocidades entre mil e 12 mil produtos por hora”, explicou o representante da Kal Internacional, Hans Luters.

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