Máquinas e Equipamentos

11 de dezembro de 2017

Ferramentaria Moderna: Demanda por troca rápida cresce

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Publicado por: Antonio Carlos Santomauro
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    Mesmo havendo quem ainda questione sua segurança, cresce no Brasil o interesse por placas magnéticas e outras tecnologias necessárias à prática do SMED, afirma Brito, da Stäubli. “Este ano, a situação ainda está algo complicada, mas já se nota uma retomada dos negócios, especialmente com a indústria automobilística, que vem anunciando grandes investimentos no Brasil”, aponta. “Nos outros setores as perspectivas são mais tímidas, mas creio que em 2018 teremos uma conjuntura mais favorável”, acrescenta.

    Já a Brasfixo, projeta Policastro, deverá este ano registrar crescimento bastante significativo, de quase 80% (relativamente a 2016). “Já operamos com 90% de nossa capacidade ocupada e creio que em 2018 precisaremos investir tanto em profissionais quanto em equipamentos para aumentar nossa capacidade de produção”, projeta.

    Sediada no município paulista de Botucatu, a Brasfixo possui 42 mil itens de produtos nacionais e, de acordo com Policastro, vem elevando significativamente a produção dos rack moldes, sistemas de armazenagem de moldes dotados de gavetas que abrem 100% – manual ou eletricamente –, com capacidades variáveis entre 500 e 15 mil quilos por gaveta.

    Na MC Componentes, a demanda aumentou significativamente nos últimos meses, e a capacidade produtiva, relata Camargo, já chegou ao mesmo nível de ocupação verificado há três anos (quando começaram a aumentar as dificuldades da economia nacional). “Deveremos este ano crescer entre 18% e 20%”, informa. “Atualmente, quem mais investe em soluções para troca rápida são as empresas que trabalham com as montadoras. Já o setor de produtos PET aumentou bastante seus investimentos, mas ainda privilegia soluções mais básicas”, comenta o profissional da MC.

    Leis avalia 2017 como um ano “bom” para a Previsão, que deverá registrar crescimento de aproximadamente 10% (sobre 2016) e uma demanda mais acentuada de clientes de setores como utilidades domésticas, brinquedos e autopeças. “Mesmo em épocas de economia menos favorável, a injeção sempre cresce, pois cada vez mais substitui outros processos, como a estamparia em autopeças”, finaliza Leis.



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