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NPE – 2012 – Feira recupera prestígio e sinaliza a retomada da Indústria Norte-Americana

Marcelo Furtado
5 de maio de 2012
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    poliestireno e de polipropileno, pois com as alterações em seu projeto sua capacidade de produção equivale a uma extrusora convencional de 150 mm. Outro destaque da DS era uma extrusora HPE-H com rosca de 25 mm com motor AC por acionamento direto, concebida de forma compacta para entregas imediatas e com controle digital por touchscreen.

    Outra empresa que destacava extrusora de alto desempenho era a americana Welex, especializada em equipamentos e sistemas para fabricação de chapas plásticas. Em exposição, uma Mark III recentemente modificada. De acordo com o

    Plástico, Hal Smith, representante técnico da Welex, Feira recupera prestígio e sinaliza a retomada da Indústria norte-americana

    Hal Smith: aperfeiçoou a segurança da máquina

    representante técnico da Welex, Hal Smith, a máquina é concebida agora com materiais termicamente tratados na área da caixa do motor de acionamento (gearbox), os quais não transferem calor. “É um fator de segurança muito importante para a operação”, disse. A linha Mark III é disponível em roscas de 65 mm a 250 mm e conta com motores diretamente acoplados, além de cabeçotes que podem processar tanto chapas de uma como de múltiplas camadas.

    A alemã Coperion mostrou uma nova extrusora de dupla rosca corrotante para compostos da série ZSK 32, o modelo MC18. Segundo o consultor de vendas da Coperion, Carlos Aguilar Cedillo, a versão teve seu torque aumentado para 18 Nm/cm 3 , um incremento de produtividade de 30% em comparação com o modelo predecessor, o ZSK Mc Plus, que contava com torque de 13 Nm/ cm 3 . Ideal para processar plásticos de engenharia ou compostos reforçados com fibras de vidro, o novo torque também proporciona economia de energia. A máquina no estande tinha rosca com diâmetro de 45 mm e era equipada com unidade de desgaseificação na rosca dupla.

    Além da nova máquina, a Coperion também ressaltava sua oferta de fornecimento de unidades completas para compostos. Para isso, mostrava uma simulação em 3D de uma linha de compostos turn-key. Projetadas com módulos standard integrados com estruturas metálicas pré-moldadas, as unidades são rapidamente entregues para qualquer lugar do mundo, segundo afirmou o consultor Cedillo, responsável pela Coperion no México. “Instalamos mais de 70 plantas turn-key em todo o mundo”, revelou. A simulação em 3D mostrava todas as etapas do processo, desde a alimentação da matéria-prima, os sistemas pneumáticos de transporte até a extrusão final dos compostos e sua descarga.

    A participação da Battenfeld-Cincinnati também garantiu novidades em extrusão, com as séries soIEX e twinEX. A primeira é composta por monorroscas com 40D, de alto desempenho, para extrusão de tubos de PEAD e PP, disponível em cinco modelos, com diâmetros de roscas de 45 a 120 mm. De acordo com a diretora de marketing da empresa, Judith Lebic, a característica marcante da linha é a alta produção com baixa temperatura de fusão do material. “Além disso, elas foram equipadas com unidades de processo otimizadas para garantir economia de energia de até 15%”, complementou Judith.

    Já as extrusoras twinEX com roscas duplas paralelas são disponíveis em quatro modelos com roscas de 78 a 135 mm e são voltadas para a produção de tubos e perfis. Também consomem 15% a menos de energia, com aumento de produção, comparadas às outras extrusoras contrarrotativas de duplas roscas. “Não é uma novidade, mas valeu para reforçar o

    Plástico, Feira recupera prestígio e sinaliza a retomada da Indústria norte-americana

    Monorrosca soIEX produz tubos de PEAD e PP

    nosso conceito de dupla rosca no mercado americano”, disse a diretora.

    A Battenfeld-Cincinnati, com matriz em Viena, na Áustria, também destacou novos cabeçotes, como o 400 VSI 3, para tubos de PO com três camadas e com diâmetros de 75 a 400 mm. O sistema tem distribuição por duas etapas, para processamento suave e homogêneo – em coextrusão, permite que as camadas sejam unidas em um certo ponto com materiais diferentes –, o que garante precisa fusão do material e produção elevada. Também foi exposto o cabeçote RK 1.25, da série tradicional de cabeçotes de cruzeta simples, que oferece altas produções, mantendo uma distribuição homogênea de fusão do material e bom controle de espessuras. A empresa garante ter 1.100 cabeçotes RK para produção de tubos já instalados na América do Norte e do Sul, para diâmetros de tubos de 16 a 800 mm.

    Assim como outras empresas da área, a Battenfeld-Cincinnati fez questão de mostrar os serviços de sua divisão de infraestrutura, de fornecimento de linhas completas para produção de tubos com grandes diâmetros. “Já instalamos mais de 30 no mundo”, disse Judith. Aliás, esse tipo de fornecimento está sendo expandido para tubos com diâmetros de 2.000 e 2.500 mm, como um entregue recentemente para uma empresa norueguesa para tubos de 2.500 mm, onde a BC instalou a extrusora, o cabeçote e um puxador especial, em um curto espaço de tempo, apesar da complexidade da obra.



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