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NPE – 2012 – Feira recupera prestígio e sinaliza a retomada da Indústria Norte-Americana

Marcelo Furtado
5 de maio de 2012
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    Nesse sentido, vale começar pelo o que foi demonstrado no estande da Wittmann Battenfeld, no qual estava em operação

    Plástico, Marcos Cardenal, da subsidiária brasileira da Wittmann Battenfeld, Feira recupera prestígio e sinaliza a retomada da Indústria norte-americana

    Marcos Cardenal: exibiu fábrica toda automatizada

    uma verdadeira fábrica completa com seis módulos de injeção, todos eles com robôs integrados, o sistema de automação, auxiliares e periféricos fornecidos pela própria empresa, fato possível depois da integração de ambos os grupos. “Podemos montar uma empresa transformadora em um projeto turn-key, com todas as vantagens de custo que isso pode acarretar e com a tecnologia complexa e adiantada do grupo”, afirmou Marcos Cardenal, da subsidiária brasileira da Wittmann Battenfeld.

    A fábrica toda automatizada, e em operação, começava com a alimentação da matéria-prima armazenada em silo e a sua distribuição aérea para as máquinas, antes da qual passavam por secadores, um pré-tratamento para remoção de umidade anterior à mistura com aditivos nos misturadores. Os compostos, então, por meio do sistema automatizado, seguiam para as células de moldagem por injeção.

    A primeira máquina, de ciclo rápido e com processo de IML, era uma híbrida TM 160 Xpress, que produzia potes de margarina de 125 gramas com 0,35 mm de espessura de paredes de PP, em um molde de duas cavidades. A inserção do rótulo e a remoção das peças acabadas eram realizadas por robô W827 Wittmann, em um ciclo total de 2,8 segundos. O sistema modular de IML era novo, com sistema integrado de controle que permitia a operação direta pela injetora, reduzindo o ciclo por meio de uma “remoção inteligente”.

    Uma segunda injetora, a MacroPower 850 XL/8800, produzia caixas dobráveis de supermercado de PP, em seguida elas eram removidas por um robô W843, que as depositava em uma estação de montagem, responsável por dobrar e empilhar as caixas automaticamente. A máquina é uma versão com 850 toneladas de fechamento e distância entre colunas de 1.475 mm X 1.125 mm.

    Na microinjeção, a “fábrica” da Wittmann Battenfeld colocou para operar a MicroPower 5/3, que produzia um microconector, colocando um pino de tamanho de 6,1 X 1,2 mm como inserto. Fabricado em ciclo de quatro segundos, a peça de poliacetal (POM) tinha três mg de peso e era removida por robô W8VS2, que apresentava a peça a uma câmera para inspeção de qualidade, integrada na célula de produção e no sistema de controle da máquina. As peças eram depois separadas e empilhadas conforme o resultado da inspeção. Afora o robô, um desumidificador, um controlador de temperatura e um alimentador de material estavam integrados na máquina.

    Como não poderia deixar de ser, também foram expostas as versões totalmente elétricas da empresa, a EcoPower, com duas máquinas de 110 toneladas de força de fechamento. Uma produzia um painel frontal para máquina de café, onde um robô removia as peças para depositá-las em uma esteira integrada. A peça era de alto brilho, de ABS/PC, produzida pela tecnologia BFMold, por meio da qual todo o espaço abaixo da cavidade é usado para aquecimento e resfriamento da temperatura de forma rápida e uniforme. “Isso reduz o tempo de ciclo, mas também evita empenamento e reduz tensões”, explicou Cardenal. Um robô também levava as peças para um sistema de inspeção de qualidade, o PCCL (Polymer Competence Center Leoben), que tira fotos da superfície da peça, comparando-as com imagens de referência. “Ele identifica comparativamente se a peça tem rechupes”, disse.

    A outra elétrica ECoPower produzia dispositivo de travamento para a mesa dobrável de refeição em avião, fabricado com ABS com ciclo de 30 segundos. Um robô Wittmann inseria um pino de metal e o exibia para uma câmera para inspecionar as dimensões antes de depositá-lo dentro do molde por inserção. O mesmo robô também removia as peças acabadas, apresentava-as para uma outra câmera, e aí assegurava sua qualidade antes do depósito em uma esteira. Para finalizar, a empresa colocou para operar um chamativo sistema de robôs e auxiliares que encestava uma bola de basquete – boa sacada para atrair o público norte-americano, amante do esporte.

    Mais automatizadas – Outras empresas também destacaram a automação e a multimoldagem em suas unidades de injeção. A austríaca Engel era uma delas, ao mostrar uma nova tecnologia para criar controles sensíveis ao toque (sem botões, touchscreen) em superfícies de consoles automotivos, “como em um smartphone”.

    Plástico, Udo Löhken, diretor da Engel, Feira recupera prestígio e sinaliza a retomada da Indústria norte-americana,



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