FEIPLASTIC 2013 – Transformação: Em busca de saídas, o setor pleiteia discussões com os outros elos da cadeia

Plástico Moderno, FEIPLASTIC 2013 - Transformação: Em busca de saídas, o setor pleiteia discussões com os outros elos da cadeia

Mais do que o desfile de novidades que normalmente aparecem nesse tipo de feira, uma das coisas mais importantes na semana da Feiplastic é o encontro de empresários dentro dessa cadeia de suprimentos, que em reuniões, discussões e exposições vão buscar alternativas para sair da situação muito difícil da qual nos encontramos, com relação ao desenvolvimento de nossa cadeia produtiva.” A declaração de José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), ressalta a luta travada pelo setor para ser mais competitivo e capaz de concorrer com seus pares internacionais.

Plástico Moderno, José Ricardo Roriz Coelho, Abiplast, importações capturam os aumentos de consumo
Roriz se queixa que a importações capturam os aumentos de consumo

O esforço não é de hoje. Segundo informa o dirigente, o déficit na balança comercial de transformados plásticos dobra a cada três anos, com os produtos importados capturando a maior parcela do crescimento da demanda brasileira. Um déficit crescente e preocupante. Passou de US$ 1,36 bilhão, em 2010, para US$ 1,87 bilhão, em 2011 (equivalente a R$ 3,03 bilhões), com projeções para US$ 2,21 bilhões (ou R$ 4,6 bilhões), em 2012. Em peso, o déficit comercial se avulta igualmente: -468,8 mil toneladas em 2012, contra -391,8 mil toneladas em 2011.

As exportações de transformados plásticos declinaram 15%. Recuaram de 267,8 mil toneladas, em 2011, para 228,5 mil t no ano passado, enquanto as importações expandiram nesse período, de 660 mil toneladas para 697 mil t. O tombo nas exportações também atingiu iguais 15% em dólares, de 1,51 bilhão em 2011 para 1,29 bilhão em 2012. As importações aumentaram 4%, passando de 3,39 bilhões em 2011 para 3,51 bilhões em 2012.
Com um índice de produtividade decrescente (caiu 3% em 2011 e 2% no ano passado), a indústria brasileira de plásticos perde competitividade dentro e fora do país. “Estamos perdendo nossa condição de competir no nosso próprio mercado. O crescimento da demanda está sendo capturado pelas importações”, lamentou Roriz.

O setor espera neste ano um aumento de consumo particularmente na área de infraestrutura (tubos, perfis e outros materiais plásticos para construção), mais especificamente para aplicações nas obras em andamento em estádios e aeroportos, entre outras, com vistas aos eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos. Roriz também estima um bom desempenho na indústria automobilística, por conta da manutenção do corte do IPI para esse mercado, gerando expectativas positivas para o setor de autopeças plásticas. “Esse segmento deve ter uma performance acima do que esperávamos em relação ao ano passado.”

Plástico Moderno, FEIPLASTIC 2013 - produção física de transformados plásticos ©QDA ver navios – Esse ganho na demanda, porém, pouco deve reverter à transformação nacional. Como o presidente da Abiplast reforça, produtores internacionais em melhores condições competitivas têm absorvido a maior parte do crescimento interno. Diante do alto custo de produção brasileira, ser competitivo, diz ele, é hoje o principal desafio da indústria de transformados plásticos.

Ele lamenta que mesmo com a desoneração da folha de pagamento promovida pelo governo, os encargos trabalhistas no país ainda sejam muito mais elevados em relação aos praticados nos mercados concorrentes. De qualquer modo, Roriz ressalta que essas medidas devem promover uma desoneração de R$ 250 milhões por ano, contribuir para diminuir o gap competitivo da indústria de transformação nacional em relação aos transformadores de outros países, e preservar os empregos nos momentos de crise de mercado, quando, para mitigar o problema de queda nas vendas, as empresas normalmente optavam pelo enxugamento de seus quadros.

Ele também se queixa do custo de capital (juros, spread bancário etc.), ainda elevado mesmo após a expressiva redução do ano passado, da alta carga tributária e da logística de movimentação, que encarece muito a destinação de produtos e de insumos para a produção e para os pontos de venda. E reclama dos preços da matéria-prima nacional, taxada, segundo calcula, em cerca de 40% acima dos patamares internacionais.

“Vemos com muita preocupação essa avalanche de ações que buscam proteger ainda mais o mercado brasileiro de resinas plásticas.” Ele relata que quando esse setor foi consolidado no país, considerou-se na decisão que o mercado relevante seria o internacional, e não o regional. “Hoje se observa um monopólio buscando encapsular a cadeia de transformação brasileira sem deixar alternativas para que resinas plásticas sejam adquiridas no mercado internacional, e justamente naquele mercado que o próprio monopólio apresentou ao CAD na ocasião da consolidação como sendo aquele no qual a cadeia de transformação de plásticos brasileira estaria inserida. As consequências disso serão muito prejudiciais ao desenvolvimento desse setor no Brasil.”

Plástico Moderno, FEIPLASTIC 2013 - exportações e importações de transformados plásticosEsse conjunto de fatores faz com que a transformação brasileira tenha mais dificuldades para competir com os moldadores internacionais e repassa aos produtos importados a oportunidade de absorver o crescimento da demanda brasileira. Também restringe novos investimentos. “Ficam muito abaixo do que poderia ser caso o Brasil fosse mais competitivo na cadeia de produção de transformados plásticos.”

Os fabricantes brasileiros de equipamentos também se queixam dos investimentos da transformação, privilegiando produtos estrangeiros, particularmente os asiáticos, de menores custos, mas alvo de pesadas críticas com respeito à qualidade e aos serviços de pós-venda. O presidente da Abiplast pondera que a competitividade resulta de um balanço entre preço e qualidade. Admite que os produtos asiáticos custavam muito pouco, mas tinham uma qualidade duvidosa. Porém, assevera que esse quadro mudou. “Nos últimos anos os preços continuaram baixos, mas eles melhoraram muito a sua qualidade.”

Segundo Roriz, falta competitividade ao setor de transformação brasileiro, mas, no quesito qualidade, comparativamente a outros países relevantes na produção de transformados plásticos, o Brasil concorre em pé de igualdade. “Não fica nada a dever a nenhum país do mundo; os produtos aqui produzidos atendem e até ultrapassam as exigências de qualidade e de tecnologia embutida da maioria dos países desenvolvidos”, enfatiza. O grande problema no Brasil, relata, é o custo da matéria-prima e os outros custos relativos a insumos industriais e mão de obra, “consideravelmente maiores do que os dos concorrentes internacionais”.

Atraente, para os estrangeiros – Com a demanda mundial reprimida, os países produtores de transformados plásticos procuram destinar os seus excedentes para onde o consumo é crescente, apesar da crise global. E o Brasil é um desses destinos. Sem competitividade para barrar os importados, a transformação brasileira está sofrendo um processo de desindustrialização.

O presidente informa que a Abiplast tem realizado várias ações para mitigar esses problemas que tiram a capacidade do setor de exportar e de competir no mercado interno com os produtos importados. “As empresas têm buscado melhorias de processos produtivos, de governança, de gestão da empresa, de capacitação de pessoal e de inovação”, menciona.

Plástico Moderno, FEIPLASTIC 2013 - balança comercial de transformados plásticosOutro problema que o preocupa diz respeito a novos investimentos para a produção de resinas plásticas no Brasil. Ele diz acompanhar os investimentos do produtor nacional nos Estados Unidos e no México, onde as alíquotas de importação são muito baixas, zero para os países do Nafta. “No Brasil as projeções de aumento de capacidade não existem ou não foram apresentadas para o mercado.”

O novo movimento para consolidação na área de poliestireno e de PVC (a Petrobras pretende vender a Innova e a Solvay, suas plantas de PVC no Brasil e na Argentina) também gera preocupação. Na opinião dele, não haveria qualquer problema se os transformadores brasileiros tivessem um mercado interno como fonte alternativa de suprimento, ou para referenciar seus preços à indústria de transformação concorrente internacional.

Roriz ainda pleiteia agilidade na questão da unificação do ICMS entre os estados (resolução SF no 13, de 25 de abril de 2012, em vigor desde primeiro de janeiro de 2013), porque cria uma insegurança jurídica nas empresas que receberam algum benefício fiscal e promoveram investimentos baseados na premissa de que teriam uma expressiva redução nos seus impostos. Ele também lembra que existem empresas instaladas em estados que não concedem benefícios fiscais e consideram sofrer uma concorrência desleal. “Compatibilizar investimentos industriais em estados que querem desenvolver sua economia com investimentos existentes em estados onde já há parques industriais importantes estabelecidos, como São Paulo, será o grande desafio a ser buscado nessa discussão toda.”

Impulso às exportações – O transformador de plástico interessado em robustecer as suas receitas operacionais, conquistar melhorias financeiras, diluir riscos nas atividades comerciais, angariar prestígio para sua marca e seus produtos, entre outros benefícios, tem à sua disposição uma importante ferramenta: o Programa Think Plastic Brazil (ex-Export Plastic), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), criado há quase dez anos com o intuito de incrementar as exportações de produtos transformados plásticos, solidificar a cultura exportadora das empresas desse setor e posicionar a indústria plástica brasileira como uma competidora global. O que até motivou, no início deste ano, a troca estratégica do nome e da marca do programa.

Plástico Moderno, Marco Wydra, Think Brazil, cerca de cem reuniões de negócios do Projeto Comprador
Wydra prevê cerca de cem reuniões de negócios do Projeto Comprador

“O nome Export Plastic não se comunicava com o exterior, ele se comunicava apenas com o Brasil; a mudança era necessária para fortalecer a imagem da indústria do plástico também fora do país”, explica o gerente executivo do programa, Marco Wydra. A nova denominação do programa para Think Plastic Brazil, e da marca, agora Think Plastic, Think Brazil (Pense Plástico, Pense Brasil), tem esse objetivo. “É forte, carrega o nome do país, é direto, simples”, ressalta.

Parceiro desde 2005 da, então, Brasilplast, com o apoio institucional da Abiplast e da Abiquim, o programa se mantém no roteiro da Feiplastic. Os interessados têm uma oportunidade única no dia 20, com agenda cheia para o evento: rodadas de negócio do Projeto Comprador (com potenciais compradores, qualificados e aprovados pelo programa), com presenças confirmadas de oito compradores internacionais, provenientes dos Estados Unidos, México, Colômbia, Peru e Equador. Estão previstas 100 reuniões de negócios. A meta de Wydra é de, no mínimo, repetir nesta mostra o número de associados presentes na edição anterior da feira, um total de 29 participantes, que, na ocasião, projetava resultados da ordem de US$ 2,7 milhões.

Além das rodadas de negócios, o programa visa a encorajar os seus associados a promover visitas técnicas às suas fábricas com os potenciais compradores. O que é bastante compreensível e estimulante para o fechamento de negócios: interessa ao comprador conhecer in loco o seu potencial fornecedor, o ambiente fabril e os produtos.

A atuação do Think Plastic Brazil também envolve a promoção do setor e do país entre jornalistas e veículos especializados, convidados para a cobertura do evento (Projeto Imagem). Embora as atividades programadas para a feira sejam direcionadas aos associados, Wydra abre a possibilidade de uma empresa não filiada ao programa também participar mediante o pagamento de uma taxa.

A propósito, o custo mensal para um associado é de apenas R$ 750,00 – valor bastante atrativo, considerando que o programa banca até as despesas da participação das suas afiliadas em feiras nacionais e internacionais (à exceção de passagens e hospedagens). Além dessa exposição em ambientes internacionais, o Think Plastic Brazil disponibiliza, por esse pequeno custo mensal, uma série de benefícios, como cursos, treinamentos e consultas específicas, que são pagos, em sua maior parcela (60%), pela Apex-Brasil. A cadeia do plástico arca com o restante: Abiquim (7%, bancado pela petroquímica); e o setor da transformação, a porcentagem restante.

Cada vigência da parceria com a Apex se estende por dois anos – a atual termina em maio de 2014. O valor total à disposição do programa nesse período é de R$ 7,2 milhões. Atualmente, são 74 empresas associadas, divididas em cinco níveis, de iniciante a internacionalizados. “Cada nível necessita de serviços diferenciados”, comenta Wydra, que vibra com sua conquista mais recente em prol das coligadas: um departamento de inteligência comercial. “Nunca foi uma estrutura organizada, mas em junho do ano passado o implantamos oficialmente”, comemora. Seu objetivo: uma ação sistemática de coleta, tratamento e difusão de informações sobre os mercados prioritários para os seus parceiros do programa. “O associado já chega ao exterior preparado, com base e informações, sabendo como funcionam os canais de distribuição etc.” Seu objetivo, agora, é criar e implantar um sistema de inteligência artificial no prazo de um ano.

Conforme explica Maitê Ornelas Trentino, analista de inteligência de mercado, o novo departamento tem mapeado locais onde os associados encontram reais chances de entrar com seus produtos de forma assertiva no mercado. “Iniciamos por intermédio de um plano básico de exportação (PBex) individualizado, identificamos quais são os potenciais importadores de um determinado país, de onde este importa, preço médio, valores de importação em toneladas e em valor mensal importado, concorrentes, entre outras informações relevantes”, detalha.

O mapeamento oferece aos associados um melhor conhecimento dos principais players do mercado. “No caso, por exemplo, do segmento de utilidades domésticas, são levantados os principais pontos de varejo onde poderiam ser vendidos os produtos de um determinado associado”, pormenoriza.

Plástico Moderno, Exportações e importações de transformados plásticosO parceiro do Think Plastic Brazil recebe essas informações, as estuda, opta pelas empresas de seu interesse e as repassa para o programa. “É mais garantido que um comprador internacional nos atenda como representantes de um setor de transformados plásticos do Brasil, patrocinados pela Apex Brasil, do que tentar o contato direto apenas como mais um vendedor. Desta maneira, o comprador já fica ciente de que uma empresa associada entrará em contato”, explica Maitê.

A analista ainda cita outra ferramenta do programa, o monitoramento de tendências mundiais e acontecimentos do setor, e exemplifica um resultado de pesquisa: a tendência forte, nos Estados Unidos, para o segmento de embalagens flexíveis, dos stand-up pouches (ou pouch bag). O levantamento aponta expectativas de crescimento de 7% destas embalagens em 2013. Novidade que tem foco nos alimentos para bebês, por sua praticidade no transporte, consumo e conservação.

A abrangência do estudo do Think Plastic Brazil chega a ponto de identificar as principais empresas que utilizam esse tipo de pouch para esses alimentos, a quantidade consumida nos últimos anos e ainda a previsão para os próximos. “Contamos com bancos de dados de alto nível de informações para dar o melhor suporte possível aos nossos associados.”

Empolgado, Wydra relata os eixos estratégicos do Think Plastic Brazil: promoção comercial e comunicação integrada; desenvolvimento empresarial e competitividade; e inteligência comercial e estratégia. Segundo ele explica, a promoção comercial engloba as ferramentas que promovem o produto do associado no exterior, como as feiras, as rodadas de negócios com potenciais compradores, as visitas técnicas, os projetos vendedores etc.

A propósito, Maitê comenta que na preparação de feiras internacionais, o programa elabora pesquisas conhecidas como short study. Nelas, levanta tendências, efetua mapeamento de mercado e de players, a fim de melhor preparar o associado para ingressar no mercado.

Entre as ações para a promoção do desenvolvimento empresarial e da competitividade, Wydra menciona o incentivo e a orientação aos associados para agregar valor aos seus produtos. “Como? Por meio de serviços, inovação, sustentabilidade ou designs diferenciados”, aponta. Ele conclama os transformadores de plástico a saírem da zona de conforto e os alerta para a necessidade de investir em inovação, em capacitação, e em viagens para participar de feiras e congressos.

Na opinião dele, o mercado brasileiro já está amadurecendo. As empresas começam a enxergar as exportações como ações contínuas, e não mais imediatistas. O brasileiro era muito malvisto no exterior por quebra de contrato, mas ele observa que a prática de fechar um contrato e não cumpri-lo caiu muito. O empresário já percebe que é melhor não aceitar uma proposta e explicar o porquê, do que fechar negócio e não entregar os produtos. “Fica mais fácil retomá-lo posteriormente.”

Só em 2012 as empresas associadas ao programa exportaram um total de US$ 421 milhões, correspondente a 132 mil toneladas de produtos acabados, basicamente filmes e utilidades domésticas, sendo que o valor médio por tonelada é maior nas UDs. “A tonelada pode variar entre 5 mil e 8 mil dólares”, menciona Wydra. Isso porque esses produtos podem incorporar maior valor agregado, como designs diferenciados. A meta até o final da atual vigência do programa é atingir 150 mil toneladas.

Resultado de um trabalho de inteligência aplicada pela Apex-Brasil e associados, Marco Wydra enumera dez mercados prioritários para o programa, considerados os melhores para competir: Peru, Colômbia, Argentina, Panamá, México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Rússia e África do Sul.

[toggle_box title=”Embalagens flexíveis fecham no azul” width=”530″]

O mercado de embalagens flexíveis se saiu bem no ano passado, a despeito das dificuldades enfrentadas pela indústria de transformação de plásticos. Estudo elaborado pela consultoria Maxiquim, a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), apurou um faturamento de R$ 12 bilhões em 2012, montante 7,5% acima do registrado em 2011 (R$ 11,2 bilhões). Embora em porcentagem bem menor, também o volume de produção cresceu no período. Passou de 1.779,19 mil toneladas, em 2011, para 1.813 mil t em 2012. Uma alta de 1,9%.

Apesar do desempenho positivo, o setor se queixa da volatilidade dos custos, principalmente em razão do aumento dos preços das matérias-primas, superior aos demais custos de produção, e do crescimento das importações de produtos acabados. Segundo o levantamento da Maxiquim, o déficit da balança comercial do setor foi o maior dos últimos oito anos, atingindo US$ 453 milhões em 2012. As importações de embalagens flexíveis expandiram 11,5% em valores (de US$ 573 milhões, em 2011, para US$ 639 milhões, em 2012) e 12,8% em volume (de 120 mil toneladas, em 2011, para 136 mil toneladas em 2012); enquanto as exportações encolheram no período. Em valores, a queda cravou 14,0% (de US$ 217 milhões, em 2011, para US$ 186 milhões, em 2012) e em volume, 14,7% (de 62 mil toneladas, em 2011, para 53 mil toneladas em 2012).

Como outras entidades representantes da cadeia transformadora de plástico, a Abief tem atuado para resgatar a competitividade da sua indústria nos mercados interno e externo. Um dos desafios apontados pela entidade foi a escalada dos preços das matérias-primas, que achatou as margens do setor em 2012.

O presidente da entidade, Sergio Carneiro Filho, considera o início de 2013 mais animador, com os reflexos da redução dos custos da energia elétrica, a manutenção da disponibilidade de recursos pelo BNDES para novos investimentos, a momentânea estabilidade dos custos das matérias-primas e a concretização de negociações ao longo da cadeia. Segundo ele, esse conjunto de fatores aponta um ano mais otimista para a indústria de embalagens plásticas flexíveis.

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