FEIPLASTIC 2013 – Sopradoras: Expositor projeta a retomada dos negócios e credita à feira o retorno dos investimentos

Plástico Moderno, FEIPLASTIC 2013 - Sopradoras: Expositor projeta a retomada dos negócios e credita à feira o retorno dos investimentos

O que povoa a mente dos fabricantes de sopradoras no momento é a perspectiva de que a economia brasileira volte a crescer em patamares mais expressivos, o que permitiria ao setor dar vazão a novos projetos, bem como colher níveis de rentabilidade mais substanciosos até para fazer frente ao vasto terreno semeado ao longo dos últimos anos, marcados por aquisições, investimentos em inovações e aprimoramentos em máquinas e na modernização das indústrias.

Níveis de consumo crescentes poderiam, assim, aplacar anseios de crescimento dos fabricantes de máquinas sopradoras, o que é bastante compreensível por se tratar de um setor que ocupa uma das primeiras colocações no ranking de consumo de resinas no país, representando um dos processos de transformação mais versáteis e de ampla utilização em vários setores da economia.

Em 2010 e em 2012, os fabricantes dessas máquinas registraram altos níveis de vendas e foram incentivados a expandir e otimizar as operações nas fábricas, melhor capacitando seus ativos para investir em novos projetos. Todas essas iniciativas, agora, confluem para um momento marcante para toda a cadeia, reunindo grande chance de encontrar eco na Feiplastic 2013, a grande vitrine para o lançamento e a difusão das mais recentes novidades e tecnologias para o setor da transformação do plástico. Assim, o megaevento deverá atuar como um grande teste de prova para que todos possam estabelecer novos contatos e fortalecer vínculos com seus parceiros, aguardando o desenrolar dos próximos capítulos da economia brasileira.

Demanda pode aquecer – Preparando as turbinas para voos mais estáveis e de longa duração, para enfrentar picos de demanda, a Pavan Zanetti, de Americana-SP, apostou na modernização de seu parque fabril em 2012, ao construir fábrica nova em área mais ampla, de 13 mil m2, sendo 10 mil m2 correspondentes à área fabril, que já se encontra totalmente operacional e começa a mostrar os primeiros resultados práticos, oferecendo melhores condições para a realização de novos projetos de construção de máquinas.

“Conseguimos melhorar a logística interna e as áreas dedicadas a projetos especiais, que agora contam com maior espaço e estão mais capacitadas pela chegada de novos equipamentos, como novos centros de usinagem CNC de grande porte, pois entendemos que uma indústria de máquinas não pode sobreviver a longo prazo se não contar com projetos fortes que possam levar ao mercado o que há de melhor no mundo do sopro, agregando aprimoramentos e evoluções de forma contínua e que serão transformados em tecnologias brasileiras”, comentou Newton Zanetti, diretor de comercialização de sopradoras da Pavan Zanetti.

Plástico Moderno, Modernização de fábrica da Pavan Zanetti prevê picos de demanda
Modernização de fábrica da Pavan Zanetti prevê picos de demanda

Para contar com nova fábrica mais avançada e preparada para encarar picos de demanda, a Pavan Zanetti investiu R$ 15 milhões e planeja aumentos na capacidade de produção. O objetivo maior ao construir a nova fábrica é perseguido desde 2010, quando, segundo lembra Newton Zanetti, a empresa esteve com sua capacidade instalada praticamente tomada em virtude do grande movimento de compradores que resolveram investir na renovação de máquinas. O reflexo na produção resultou no fato de que a empresa chegou a perder negócios pela impossibilidade de atender a todos os pedidos a tempo, em prazos mais curtos exigidos pelos compradores, algo que não deverá ocorrer na atual fase, marcada pela superação de gargalos e pela compra de novos equipamentos de alta capacidade, que deverão tornar mais ágil a produção.
“Estamos reduzindo o tempo entre as encomendas e a entrega das máquinas em prazos de 90 dias, em média, e preparando a fábrica para enfrentar novos desafios e picos de demanda”, informou o diretor.

Uma das áreas mais privilegiadas na nova fábrica da empresa é a de desenvolvimento de novos projetos, que passou a contar com computadores mais modernos e programas de última geração, abrangendo, por exemplo, aplicativos específicos de autodesk para dimensionar a criação e a simulação de desempenho das novas máquinas.

Entre os projetos mais inovadores em desenvolvimento na atual fábrica, destaca-se a iniciativa de agregar às sopradoras acionamentos elétricos, tecnologia cuja aplicação vem sendo intensificada há pelo menos quatro meses, mas que ainda requer uma data precisa para ser finalizada para comercialização.

Isso ocorre, segundo Newton Zanetti, porque são necessários vários meses para testes, após transformar sistemas hidráulicos em elétricos, os quais contarão com acionamentos específicos, resultando na ampla servomotorização das máquinas.

“Para proporcionar uma significativa economia de energia aos usuários de sopradoras, o nosso novo projeto deverá contar com seis servomotores para cumprir as funções de movimentação das máquinas, e irá culminar com a construção de um protótipo que deverá entrar em operação e passar por testes para a avaliação do alcance de nossas metas; e, por ser necessário cumprir todas estas etapas, não posso me arriscar a antecipar quando o nosso novo projeto estará pronto”, justificou Zanetti.

Ao ritmo de 6 mil frascos/hora – A Bekum do Brasil também espera repetir no pós-Feiplastic 2013 o grande sucesso de vendas colhido em 2010, quando a empresa contabilizou o maior crescimento já registrado durante os 37 anos de atuação no Brasil, planejando neste ano também dar continuidade aos negócios que estiveram bastante aquecidos em 2012, em relação a 2011.

Plástico Moderno, Uwe Margraf, deverá crescer o consumo de peças coextrudadas“Em 2012, nossas vendas de máquinas dobraram em relação às vendas de 2011 e, em virtude do volume de pedidos e de muitas contas novas surgindo nas áreas de produtos de limpeza, agroquímicos e lácteos, tivemos de expandir a nossa área fabril e reorganizar a fábrica com novo layout para agilizar mais a produção”, informou Uwe Margraf, diretor-geral da Bekum do Brasil.

Ao discorrer sobre trajetória da empresa no país, Margraf lembra que os primeiros compradores de sopradoras Bekum ainda guardam as máquinas adquiridas há muitos anos, algumas delas até os dias de hoje em operação. “A funcionalidade das primeiras máquinas fornecidas para o mercado brasileiro é um testemunho da grande durabilidade dos equipamentos por nós produzidos; e o que nos diferencia são as parcerias de longa data mantidas com nossos fornecedores, a nossa tecnologia e a fabricação local, com a usinagem das peças realizadas na nossa fábrica, o que permite a fabricação de componentes com grau de tolerância mínima”, considerou o diretor.

Sem lançamentos previstos para a Feiplastic, porém, com traslados diários para levar interessados em conhecer a nova fábrica e o showroom de máquinas, Margraf afirmou: “Neste ano, resolvemos montar apenas um estande institucional na feira, mas vamos promover um open-house na fábrica em São Paulo, com demonstrações de vários equipamentos de sopro convencional e de alta performance para a produção de 6 mil embalagens/hora.”

O diretor ainda destacou o grande êxito da nova geração de sopradoras Bekum por extrusão contínua para a produção de garrafas com alças de PETG e/ou copoliéster e também de frascos soprados para sucos, embalagens de cosméticos e até mamadeiras, que batem recorde de vendas no mercado norte-americano.

A grande vantagem oferecida pela tecnologia de sopro de PETG, segundo ele, está nos moldes mais econômicos e nas tiragens que não precisam ser tão elevadas, incluindo ainda a possibilidade de se trabalhar com garrafas assimétricas, com alças, que são muito práticas e convenientes para os consumidores. “São muitos os recursos quando se trabalha com PETG, relacionados com a geometria de rosca, com os cabeçotes especiais, com os dispositivos de corte, entre outros. Trata-se de uma tecnologia que permite melhor controle de regulagem da temperatura”, explicou.

Na opinião de Margraf, o sopro deverá avançar cada vez mais em projetos de coextrusão voltados à fabricação de peças e artefatos técnicos soprados. “A tecnologia não é nova, mas ainda é bastante subutilizada. Porém, prevemos avanços na indústria automotiva – especialmente na fabricação de tanques de combustíveis, com seis a sete camadas – que já estão ocorrendo nos Estados Unidos, na Europa e na China e que também deverão ser introduzidos no Brasil”, informou.

Recorde de vendas – A necessidade de renovar o parque industrial brasileiro, em boa parte integrado por máquinas com mais de uma década de uso, e os juros baixos oferecidos pelo BNDES aos recursos da linha Finame-PSI, reduzidos, em 2012, à taxa de 2,5% ao ano, estimularam a venda de sopradoras em níveis jamais vistos na MultiPack Plas.

Plástico Moderno, Ulisses Fonseca: programa do governo alavancou as vendas
Fonseca: programa do governo alavancou as vendas

No decorrer de oito anos de atuação da empresa no setor do sopro, o diretor comercial Ulisses Fonseca não se recorda de ter registrado vendas tão expressivas quanto as que se efetivaram no período de abril de 2012 até abril de 2013. “Contabilizamos aumento de vendas da ordem de 40% no período, com a comercialização de 45 máquinas, graças à taxa de juros de 2,5% ao ano do Finame-PSI, que proporcionou aumentos de produção nas fábricas para atender o consumo”, informou Fonseca.

A diversificação na oferta de máquinas hidráulicas oferecidas pela empresa, segundo o diretor, também impulsionou as vendas em 2012, período no qual foram lançados quatro novos modelos, como a Autoblow 25L, para a fabricação de bombonas até 30 litros, e a Autoblow 600 Plus, para sopro de frascos para as mais variadas aplicações.

“Nos primeiros meses de 2013, houve um arrefecimento no mercado de sopradoras, mas não sentido por nós, pelo grande número de pedidos que temos em carteira, e que estão nos obrigando a trabalhar com prazos de entrega mais dilatados, de 180 dias, sem um minuto sequer de ociosidade na fábrica”, comemorou Fonseca.

Para dar conta da produção em ritmo intenso, a MultiPack Plas está expandindo atualmente a sua área fabril em Osasco-SP, para 2.400 m2, e também planeja instalar-se em nova fábrica de maior dimensão no interior paulista em 2015.

Panorama é bom – O mercado de sopro continua crescendo no Brasil, mesmo que, em 2012, os níveis de expansão tenham decepcionado e ficado aquém do esperado, segundo avaliação do diretor de máquinas para plásticos da Romi, William dos Reis. Os principais impulsionadores do sopro no país continuam sendo os setores de cosméticos, de higiene pessoal e de produtos de limpeza, mas, embora todos contribuam para o crescimento das vendas de sopradoras, os destaques atuais têm ficado por conta da indústria automobilística, que, segundo Reis, está investindo em processos mais técnicos e em moldes mais complexos, e também da indústria de cosméticos, que está inovando na apresentação de produtos em frascos mais sofisticados e de alta complexidade nos acabamentos, incluindo-se ainda nesse rol a indústria de produtos de limpeza, que está buscando cada vez mais alcançar altos volumes de produção e aumentos de produtividade.

Na esteira dessa retomada, o movimento nos três primeiros meses de 2013 não foi diferente. “Iniciamos 2013 com vários pedidos em carteira em virtude de negociações realizadas em 2012, e que foram acrescidas de pedidos decorrentes de novas oportunidades de negócios. No momento, estamos trabalhando no desenvolvimento de máquinas que atendam às exigências das empresas de cosméticos e de produtos de limpeza, que estão valorizando cada vez mais o apelo visual das embalagens como um importante indutor do crescimento nas vendas, ajudando, com isso, a expandir o mercado do sopro no país”, comentou Reis.

Desde seu ingresso no mercado do sopro em 2008, com a aquisição da JAC, de Americana-SP, e atuando com tecnologia 100% nacional, a Romi opera de acordo com suas próprias projeções. “Visualizamos em 2008, com a compra da JAC, a oportunidade de ampliar nossa linha de máquinas para plásticos, pois já atuávamos com injetoras e, graças à nossa expertise e liderança de mercado, a nossa entrada no mercado de sopradoras ocorreu de forma tranquila e não gerou grandes impactos para a empresa.”

Atualmente, a Romi tem sob seu domínio várias tecnologias de sopro, como os processos de produção em multicamadas, e com soft touch, a produção de frascos em dégradé e de frascos com visor de nível, além do sopro com auxílio de sistema de vácuo, para obter peças sem rebarbas e com desenhos complexos.

O sopro em multicamadas, segundo Reis, é muito apropriado para as embalagens de alimentos. Já o sopro com aplicação de soft touch, por oferecer grande apelo visual e o diferencial da textura ao toque, é muito valorizado nas linhas de cosméticos. A obrigatoriedade de agregar visores de nível também aquece as vendas de sopradoras para a produção de frascos para produtos químicos e óleos lubrificantes. Já na indústria automobilística, as peças com geometrias complexas encontram na tecnologia de sopro com o auxílio de vácuo um grande recurso para a produção com qualidade e precisão.

Retomada nos investimentos – Na avaliação de André Pintarelli, houve uma pequena retração nas vendas de sopradoras no ano passado, mas, no último trimestre de 2012, a situação se reverteu, possibilitando à Pintarelli Industrial iniciar 2013 com uma carteira de pedidos maior em relação ao mesmo período de 2012, o que indica boas chances de crescimento nas vendas para este ano.

“As perspectivas para 2013 são muito boas e as oportunidades estão surgindo em vários setores, pois as empresas continuam em busca da renovação de seu parque fabril, adquirindo ou planejando adquirir equipamentos mais modernos, com menor consumo de energia elétrica e maior produtividade, que atendam às exigências da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho, a NR-12, e que apresentem boa relação custo versus benefício, requisitos oferecidos pelos equipamentos da Pintarelli”, informou o executivo.

Segundo ele, em 2013, os fabricantes de sopradoras ainda terão a oportunidade de potencializar seus esforços em prol das vendas, ao expor na Feiplastic, como é o caso da Pintarelli, que participa mais uma vez em conjunto com sua parceira, a Blufer Tecnoplast.

“Nós, juntamente com a Blufer Tecnoplast, empresa nacional expoente no desenvolvimento de soluções em equipamentos, periféricos e acessórios para as linhas de sopro, estaremos participando pela oitava vez do evento e apresentando ao público várias novidades em equipamentos, como na linha de sopradoras Starmaq, que foi totalmente remodelada e agora trás inovações nos projetos mecânico, hidráulico e elétrico, atendendo à NR-12, e também no comando (CLP) de última geração, fornecido pela B&R, incluindo também o acionamento do conjunto de extrusão feito por redutor Cestari, acoplado diretamente a um motor W-Magnet, tecnologia WEG, que proporciona o máximo de rendimento energético e o mínimo em manutenção”, informou Pintarelli.

Na opinião dele, os fabricantes de sopradoras por extrusão no Brasil dominam amplamente a fabricação de equipamentos de última geração para atuar com multicamadas e com acionamento elétrico, mas a Pintarelli concentra seus esforços de desenvolvimento em equipamentos convencionais para sopro de frascos para as linhas de produtos lácteos, de higiene pessoal e de cosméticos e também produtos de limpeza.

Atuando no mercado de sopradoras desde 2005, a empresa ao longo dos anos tem agregado às máquinas tecnologias desenvolvidas em parceria com fornecedores no que se refere à hidráulica e aos comandos, somados a projetos elétricos e mecânicos próprios.

Hoje, considerando ter consolidado a marca Pintarelli no mercado, a empresa orgulha-se em poder promover desenvolvimentos contínuos voltados ao melhor desempenho das sopradoras e também direcionados à eficiência dos serviços de assistência técnica prestados aos usuários.

Juros baixos continuam – O faturamento bruto do setor de máquinas e equipamentos em 2012 caiu 3%, alcançando R$ 67,9 bilhões, segundo apurou a Abimaq. A boa notícia, porém, é que o governo federal resolveu dar continuidade, em 2013, ao Finame/PSI, do BNDES, induzindo, assim, maiores investimentos em bens de capital.

O volume de recursos disponíveis em 2013 é de R$ 100 bilhões. Deste total, R$ 85 bilhões serão viabilizados pelo sistema BNDES e R$ 15 bilhões destinados ao sistema bancário. O novo PSI conta com taxas e condições diferenciadas aos tomadores de financiamento, prevendo liberações de recursos mais ágeis. Além de financiar a aquisição de bens de capital, como máquinas e equipamentos, ônibus e caminhões, o programa também prevê recursos para inovações tecnológicas. As taxas de juros do PSI serão de 3% ao ano no primeiro semestre de 2013 e de 3,5% ao ano no segundo semestre.

O PSI foi implantado em 2009, tornando-se importante instrumento para financiar investimentos com juros reduzidos e com prazos elevados. A prorrogação e as novas condições deverão permitir o aumento dos investimentos, e a redução de custos nas empresas, além da modernização dos parques fabris. O setor privado terá prazo até 120 meses para pagamento, com dois anos de carência.

As novas regras são bem-vindas, mas alguns fabricantes de sopradoras comentam ter dificuldades de acesso a componentes importados. “No Brasil é muito complexo e caro importar um novo dispositivo ou componente que se queira introduzir na produção e nas máquinas. E, mesmo assim, se quisermos trazer ao país, pagaremos mais imposto de importação pelas peças do que se paga para importar máquinas de baixa qualidade que chegam completas ao país; e, por isso, a fabricação nacional de máquinas tem encontrado muitas barreiras e dificuldades para avançar e competir da forma como poderia”, opinou Margraf.

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A MultiPack Plas está apostando alto na demanda por sopradoras mais modernas com o lançamento na Feiplastic 2013 da primeira máquina nacional totalmente elétrica, produzida pela empresa para favorecer produções mais limpas. De acordo com o diretor Ulisses Fonseca, para concluir o projeto da sopradora elétrica Ecoblow, foram necessários três anos de dedicação e investimentos em componentes desenvolvidos pela própria empresa e também por parceiros alemães. Em comparação com os sistemas hidráulicos de uso generalizado no país, a sopradora elétrica irá propiciar altos ganhos no consumo de energia, com uma economia entre 30% e 40% em relação aos sistemas convencionais, além de oferecer outras vantagens, como ciclos mais rápidos, baixo nível de ruído e total ausência de óleo hidráulico.

Composta por nove servomotores, inclusive para o acionamento da extrusora, realizado por motor de torque, sem o uso de redutor, tecnologia que permite o acionamento direto da extrusora, a sopradora elétrica agrega vários avanços e traz ganhos de produtividade e pouca manutenção.

“Nos sistemas elétricos, não há inércia, e, por isso, as sopradoras apresentam ciclos mais rápidos, tornando a produção mais ágil em comparação com a produção nos sistemas hidráulicos”, explicou Fonseca. “A Ecoblow também conta com sistema exclusivo que permite converter a energia da frenagem, quando a máquina para de operar, em energia que servirá para alimentar o motor da extrusora”, continuou o diretor.

Na Feiplastic 2013, o visitante poderá acompanhar a sopradora elétrica Ecoblow 600 em operação, fabricando frascos de 2 litros com alça de PEAD verde da Braskem. Trata-se da terceira máquina elétrica já comercializada pela MultiPack Plas, com curso de 700 mm e 20 toneladas de força de fechamento para sopro de frascos com múltiplas cavidades.

“Todas as nossas máquinas estarão preparadas para coextrusão e estaremos fabricando neste ano cabeçotes especiais para coextrusão de duas e três camadas”, acrescentou o diretor.

As duas outras sopradoras elétricas fabricadas pela empresa foram comercializadas para soprar bombonas de 20 litros para agroquímicos e frascos para o setor farmacêutico, dois grandes mercados que serão alvos de vendas do novo desenvolvimento.

“A nossa intenção é colocar toda a nossa linha de máquinas dentro dos padrões oferecidos pela Ecoblow e poder atender às mais altas exigências dos transformadores brasileiros com máquinas nacionais e de alta tecnologia”, finalizou Fonseca.

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