Armazenamento e Transporte

Fabricantes de embalagens discutem logística reversa

Maria Aparecida de Sino Reto
1 de fevereiro de 2013
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    A proposta para o Acordo Setorial de Sistema de Logística Reversa para Embalagens Plásticas de Produtos Pós-Consumo Não Perigosos foi apresentada e discutida em uma reunião com representantes dos sindicatos patronais da indústria do plástico, em janeiro, em São Paulo. Segundo informa a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), essa primeira reunião marca o início da intensificação das discussões sobre o tema, que devem se estender durante todo o semestre.

    O acordo agrega um conjunto de medidas que envolvem os setores público e privado para a implantação do sistema de logística reversa das embalagens que compõem a fração seca dos resíduos sólidos urbanos ou equiparáveis (exceto as embalagens classificadas como perigosas pela legislação brasileira.

    A proposta considera a viabilidade técnica e econômica, bem como o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente, e foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente em 19 de dezembro de 2012, conforme determinou o Edital de Chamamento 02/2012 em atendimento à Lei 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Decreto 7.404/2010, que a regulamentou.

    O acordo foi elaborado pela Coalizão Empresarial, grupo formado por entidades representantes dos fabricantes, usuários, importadores, distribuidores e comerciantes de embalagens, liderada pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), do qual a Abiplast faz parte. Estiveram presentes na reunião representantes do Sindiplast (SP), Simpepe (PE), Simpep (PR), Simplago (GO), Simplás e Sinplast (RS), Simplast (MG) e Sindiplastes (ES).



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