Extrusoras: Mercado é favorável aos equipamentos para flexíveis

Mercado é mais favorável aos equipamentos para flexíveis, mas juros assustam compradores

As vendas do ano de 2023 não chegam a empolgar a maioria dos fabricantes de extrusoras do país. A situação não é uniforme, varia de acordo com o perfil do fornecedor e dos mercados que ele atende.

O número de marcas com fábricas no Brasil é significativo. Podem ser citados nomes como, em ordem alfabética, Bausano, Carnevalli, Extrusão Brasil, Ferreti, Lessa, Miotto, Rulli Standard e Wortex. Essas empresas, em geral, atuam em um ou mais segmentos de mercado.

Para os fornecedores especializados em filmes e placas flexíveis, que dependem bastante do segmento de embalagens, os negócios estão mais aquecidos. Para os que oferecem máquinas para formar tubos, perfis rígidos e fios, mais ligados à construção civil, as vendas estão fracas. Os que se dedicam a máquinas para o segmento de reciclagem também estão sofrendo. Todos, no entanto, têm esperança de melhora, ainda que tímida, para o segundo semestre.

Existem explicações para o atual cenário. O ano começou com a insegurança dos transformadores nacionais gerada pela chegada de um novo governo. Nos primeiros meses de 2023 havia a expectativa negativa de que as autoridades recém-empossadas adotassem medidas que acelerariam a crise fiscal do país, resultando na valorização do dólar e no aumento da inflação. Passado um semestre desde a posse, as perspectivas mais pessimistas não se confirmaram. O dólar recuou significativamente e a inflação parece controlada.

Foram anunciados pelo governo projetos de lei de austeridade fiscal e de reforma tributária, medidas bem digeridas pelo “mercado”. A expectativa é de que o clima econômico melhore nos próximos meses com a possível aprovação em curto prazo dessas medidas pelo Congresso Nacional. Em paralelo, representantes da indústria de máquinas e equipamentos reclamam de maneira unânime do atual nível dos juros imposto pelo Banco Central, considerado para lá de exagerado frente ao momento atual vivido pela economia.

Vendas de extrusoras

No caso particular dos fabricantes do equipamento para a indústria do plástico, um fator gerava otimismo no início do ano. Depois de quatro anos iria ser realizada a nova edição de uma feira de grande porte voltada para o segmento, a Plástico Brasil. O evento aconteceu em março na capital paulista, bateu recorde de público e gerou expectativa de fechamento de vários negócios. Como em geral acontece nas grandes feiras, muitas conversas são iniciadas e os negócios são fechados nos meses seguintes. O interesse dos transformadores em investir continua a existir, mas as vendas efetivas ainda não corresponderam às expectativas.

Não existem dados oficiais específicos sobre as vendas de extrusoras. Especialistas calculam que elas acompanham, de maneira aproximada, os resultados do setor de máquinas e equipamentos como um todo. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a receita líquida total obtida pelo setor de janeiro a maio foi de R$ 117 bilhões, valor 8,5% inferior ao do mesmo período do ano anterior.

A queda das vendas do setor foi influenciada pelo mercado interno. No país, foram geradas receitas de R$ 88 bilhões, com redução de 14,3% em relação ao do mesmo período do ano passado. Para os fabricantes nacionais que atuam no mercado internacional uma boa notícia: a forte valorização do dólar ocorrida durante o ano passado estimulou bastante as exportações. Nos cinco primeiros meses do ano as receitas obtidas com vendas externas alcançaram US$ 5,6 bilhões, um crescimento de 23%. A valorização do real verificada nesse ano, por enquanto, não preocupa.

Entre os destaques tecnológicos, encontram-se as máquinas capazes de fazer produtos coextrudados em várias camadas. O aperfeiçoamento dos controles, que permitem interação mais fácil com os conceitos da indústria 4.0 é outro ponto a ser notado, bem como a adaptação dos equipamentos ao uso de novos materiais, entre eles os reciclados.

Perfil do mercado

Os juros elevados desestimulam o consumo como um todo, o que resulta em capacidade ociosa em muitas fábricas dos compradores de equipamentos, em especial as que produzem bens duráveis. O cenário explica em parte o fato de as vendas de máquinas voltadas para aumentar a produção dos transformadores nacionais de plásticos se encontrarem em patamar reduzido. Os negócios hoje se concentram muito entre os empresários interessados em substituir as máquinas antigas das suas fábricas.

Um bom argumento para convencer os clientes a adquirir modelos modernos se concentra nas vantagens que eles oferecem. O retorno é reconhecido até mesmo pelos transformadores. Veja o testemunho de Rogério Mani, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), entidade de agrega nomes que formam o mercado principal das máquinas voltadas para a produção de filmes e chapas flexíveis.

“Existem três motivos que justificam o investimento em equipamentos novos”, explica. Para ele, o primeiro se encontra na redução do consumo de energia. O segundo é a possibilidade de os transformadores passarem a operar com novas matérias-primas lançadas no mercado pela indústria química. Por fim, em época de automação e adoção da indústria 4.0, o presidente da Abief destaca a maior operacionalidade dos equipamentos novos.

A opinião é ratificada por Mayer Shiste, gerente de produção da Majestic, empresa fabricante de mangueiras de polietileno e tubos de PVC rígidos.

Shiste: renovação do parque é feita a cada quatro anos ©QD Foto: Divulgação
Shiste: renovação do parque é feita a cada quatro anos

“Hoje possuímos capacidade instalada de 1.500 toneladas de extrusão dividida em três polímeros, PVC, PEAD e PEBD”, informa.

Shiste explica que a empresa conta com um comitê que, a partir de determinados dados, estuda o melhor momento para adotar uma estratégia de compra de equipamentos.

“Costumamos fazer retrofittings e novas aquisições em períodos médios de quatro anos”. As vantagens de utilizar máquinas novas são apontadas pelo gerente de produção: nível de automação, estabilidade de processo, custo de manutenção, produtividade, custo de produção e interação homem/máquina amigável dentro dos requisitos previstos pelas normas de trabalho. “No caso de todos os investimentos feitos até o momento, estamos satisfeitos”.

Tubo flexível de PEBD para água, fabricado pela Majestic ©QD Foto: Divulgação
Tubo flexível de PEBD para água, fabricado pela Majestic

Embalagens, filmes agrícolas…

Os fabricantes de equipamentos que se dedicam de maneira preferencial aos transformadores de filmes vivem momento razoável. Muitos de seus negócios são realizados junto ao segmento de embalagens, um dos que sofrem menos com a queda de consumo. “A indústria de embalagens flexíveis está operando com 75% de sua capacidade”, informa Mani, da Abief. O setor já viveu dias melhores, mas os números são considerados razoáveis. “Acreditamos em um segundo semestre um pouco melhor”.

“Iniciamos o ano de 2023 com boas vendas e com expectativa de aumentá-las mais ainda com a realização da Plástico Brasil. O sucesso da feira foi tão grande que aumentamos nossa carteira”, explica Wilson Carnevalli, diretor da Carnevalli, empresa nacional bastante tradicional no fornecimento desse tipo de equipamento. O diretor informa que em meados de maio os negócios diminuíram um pouco. Inicialmente houve uma acomodação do mercado e depois uma baixa gerada pela queda na demanda de embalagens relatadas pelos clientes.

“Mesmo assim, as vendas estão 20% acima das do mesmo período de 2022, aumento justificado única e exclusivamente pela feira realizada”. De acordo com Carnevalli, não há um nicho de mercado mais aquecido. “Sacolas plásticas, embalagens em geral e plásticos para agricultura estão em momento mediano, sofrendo com as incertezas da economia. Mercados para as embalagens de produtos de exportação estão melhores”.

Extrusoras: Mercado é favorável aos equipamentos para flexíveis ©QD Foto: Divulgação
Extrusora multicamadas Polaris Plus, fabricada pela Carnevalli

Para os próximos meses, a empresa acredita em boas perspectivas de negócios, com a ajuda das exportações. “Esperamos que as reformas aconteçam, que o governo demonstre seu compromisso com a responsabilidade fiscal para que os juros caiam e apareçam condições para a retomada dos investimentos e da confiança no mercado interno”.

Entre as linhas oferecidas, Carnevalli destaca como exemplos de alta tecnologia as de coextrusão de sete e nove camadas de alta barreira e as de plásticos para agricultura, usadas na fabricação de silos-bolsas e filmes para estufas. “Um exemplo é a máquina Coex 7-PA, única para sete camadas produzida no Brasil, com capacidade para até 500 kg/h e que produz filmes de alta barreira com poliamidas, EVOH, ionômeros e polietilenos”. Entre as mais procuradas, o dirigente aponta as coextrusoras de três camadas, que em muitas operações vêm substituindo as monocamadas em linhas de produção de filmes para sacolas, filmes agrícolas, para laminação, embalagens do tipo stand up pouch, sacarias e outras aplicações.

Outra empresa com forte atuação nessa área é a brasileira Rulli Standard.

Pires: anel pode ser usado com ou sem torre giratória ©QD Foto: Divulgação
Pires: anel pode ser usado com ou sem torre giratória

“A quantidade de máquinas vendidas neste primeiro semestre de 2023 foi maior em relação ao mesmo período de 2022”, informa Silvio Davi Pires, gerente de vendas.

Para ele, o resultado se deve principalmente à participação da empresa nas últimas edições das feiras K’ e Plástico Brasil, que também podem resultar no fechamento de muitos negócios no próximo semestre. O segmento de embalagens rígidas, especialmente os descartáveis de PET, é apontado como aquecido. “Os demais segmentos de rígidos em PS e PP se mantêm regular. No mercado de filmes poliolefínicos há oscilação maior”.

Os modelos mais sofisticados da Rulli Standard são os indicados para a produção de filmes para embalagens barreira, casos da Coex 4, com seis ou sete camadas, que processam materiais como PET/poliamidas ou EVOH/PE/PS, com capacidade de produção até 750 kg/h. Outra linha de destaque é a de coextrusão de filmes para o mercado agrícola e a produção de lonas, silos-bolsas e outros produtos, com modelos que produzem até 1.500 kg/h. “Lançamos na Plástico Brasil o primeiro anel automático produzido por uma empresa fabricante de linhas de extrusão que pode atender máquinas com ou sem torre giratória, além de linhas de recuperação”.

A marca brasileira Ferreti conta com um diferencial. Ela é especializada na fabricação de extrusoras voltadas para a produção de filmes de polipropileno, bastante usados em embalagens de alimentos como carnes e verduras, entre outras aplicações. De acordo com o diretor Luiz Ferreti, são filmes que apresentam excelente transparência, flexibilidade, resistência e durabilidade. Para o dirigente, a participação na Plástico Brasil foi uma iniciativa que deve gerar bons negócios este ano, em especial junto ao mercado latino-americano. Entre os países com os quais a empresa espera fechar negócios, o Chile é apontado como promissor.

Rígidos, fios, reciclados…

A produção de tubos e perfis rígidos depende muito do desempenho do segmento de construção civil. E o ano não começou muito bem para o setor. O PIB da construção registrou queda de 0,8% no primeiro trimestre, quando comparado com o trimestre anterior, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1º de junho.

Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do Sindicato da Indústria de Construção São Paulo (SindusCon-SP), atribuiu a queda menos à redução do ritmo da atividade da construção nos primeiros meses do ano do que ao declínio da produção de materiais de construção. “Este declínio foi decisivo para o resultado negativo, porém pode ser que se reverta no segundo trimestre com o aumento da atividade da parte representada pelas construtoras, que vêm elevando seu nível de emprego”.

Com a produção de materiais em queda, os fornecedores de equipamentos para os transformadores não vivem seus melhores momentos.

Chrystalino oferece sistemas para reciclagem lançados na K’ ©QD Foto: Divulgação
Chrystalino oferece sistemas para reciclagem lançados na K’

“Em março tivemos a Plástico Brasil e o número de pessoas que prestigiaram a feira foi muito bom”, lembra Chrystalino B. Filho, diretor comercial da Bausano, marca italiana com fábrica no Brasil.

O diretor conta que, apesar do interesse em adquirir equipamentos, entre os visitantes havia preocupação com os rumos da economia tomados pelo governo recém-empossado. Ele reclama dos juros muito elevados. “Não há financiamento, vendemos algumas máquinas com pagamento direto”.

Novo sistema para reciclar plásticos lançado pela Bausano ©QD Foto: Divulgação
Novo sistema para reciclar plásticos lançado pela Bausano

Na feira, a Bausano apresentou uma novidade: a chegada ao mercado de uma linha de reciclagem. As novas máquinas são fabricadas na Itália e foram apresentadas em caráter mundial na última edição da feira K’, na Alemanha. “A reciclagem é uma tendência mundial”, salienta. No Brasil a empresa continua a fabricar modelos monoroscas e de duplas roscas para tubos, perfis e outros produtos.

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Borges: telhas de PVC ainda são pouco utilizadas no país

“O mercado está parado, todo o mundo com quem você conversa reclama dos juros muito altos”, queixa-se Renato Rocha Borges, diretor da Extrusão Brasil, fabricante nacional de linhas de extrusão completas dotadas com extrusoras monoroscas, duplas roscas paralelas, duplas roscas cônicas e duplas roscas corrotantes.

Por conta do mercado fraco, a empresa não deve fazer lançamentos importantes em breve. Um dos mercados que o dirigente acredita ter ótimo potencial de crescimento nos próximos anos é o de máquinas para a fabricação de telhas para PVC. “A procura por máquinas para telhas ainda não pegou no Brasil, mas acredito que fará sucesso no futuro”.

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Modelo DR 67-22, da Extrusão Brasil

Gino Miotto, diretor da fabricante Miotto, também anda decepcionado com o mercado. “As vendas estão fracas, apresentamos queda considerável em relação ao ano anterior”. Apesar disso, ele preserva o otimismo. “As perspectivas para os próximos meses são boas, estamos vendo uma melhora no mercado, mesmo que tímida”. A expectativa é a de ao menos igualar a receita obtida no ano passado. Para a Miotto, os nichos mais aquecidos são os de extrusoras para fios e cabos e para reciclagem. A procura por equipamentos para tubos e perfis está fraca.

A brasileira Wortex tem se dedicado nos últimos anos ao segmento de reciclagem. A empresa lançou na Plástico Brasil a linha Challenger Recycler GIII, voltada para materiais plásticos, rígidos, flexíveis e expandidos.

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De Filippis: falta de resíduos retarda avanço da reciclagem

“A máquina processa uma grande variedade de materiais termoplásticos, assim como resíduos de filmes lisos, impressos, metalizados, multicamada entre outros”, garante o diretor Paolo de Filippis.

Ele acrescenta que o equipamento permite fazer a mistura de blendas de materiais rígidos e flexíveis em qualquer proporção, de acordo com a necessidade do cliente.

O diretor também reclama que o ano começou fraco, por conta dos mesmos problemas – novo governo e juros altos. Falando sobre o nicho de reciclagem, ele lamenta que o Brasil ainda não tenha a cultura adequada para produzir descartes de qualidade. “Falta material para reciclar, os descartes são feitos de maneira incorreta, a lavagem é difícil”.

A falta de material de qualidade para reciclar mudou o perfil dos compradores da Lessa, fabricante nacional de extrusoras com forte atuação no ramo da reciclagem. “Há dez anos, vendíamos para os produtores de granulados, hoje temos muitos clientes que fazem o produto final. Em vez de comprarem materiais reciclados de qualidade duvidosa, eles estão preferindo verticalizar a produção”, informa Diego Lessa, diretor comercial. As vendas da empresa este ano também não empolgam. “Estamos com uma queda de 40% nas vendas em relação ao ano passado”.

Alta tecnologia em extrusoras e periféricos

As opções de compra dos transformadores interessados em investir em alta tecnologia não se resumem ao uso de extrusoras de última geração. De olho nessa tendência, fornecedores de periféricos também passaram a oferecer opções que se adequam às necessidades do conceito de indústria 4.0, aumentam a qualidade final do produto e proporcionam economia de energia.

Uma dessas empresas é a alemã Octagon, que conta com escritório de representação no Brasil e atua no nicho de linhas de filmes com balão. A Octagon apresentou algumas novidades que chamaram a atenção dos visitantes na última edição da feira Plástico Brasil. Uma delas foi o anel de ar automático SmartLip, indicado para resfriar o balão e realizar controle de espessura. De acordo com a empresa, o aparelho trabalha em regimes de alta produção e possui isolamento térmico integrado. “Combinado com um ajuste de altura robusto e conveniente, permite aumento significativo de produção, tolerâncias de espessura melhoradas, menor condensação e baixo consumo de pressão. Ele realiza o controle do fluxo do ar por meio de vários motores”, explica Samuel Janzen, do departamento de desenvolvimento de engenharia.

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Anel de ar Smart Lip para alta produção, da Octagon

Outro produto exposto na feira foi o medidor de espessura para filmes usado no controle de qualidade de filmes prontos GPA EVO, sétima geração da série GPA. Ele opera por meio da medição de amostras de filmes tipo balão ou plano cortadas transversalmente. “O aparelho é equipado com dois sensores, um sensor capacitivo sem contato e um micrômetro. A calibração do sensor capacitivo é feita de forma automática”.

Uma terceira atração foi o dosador gravimétrico SmartGDS, que permite a alimentação de matéria-prima com alta precisão. Ele pode fazer a dosagem de aditivos e tem capacidade para fluxos de até 100 kg/h. “Isso é conseguido por meio de operação bastante precisa”. As proporções são determinadas de acordo com o princípio “perda de peso”, apontado por Janzen como o melhor processo para a reprodutibilidade uniforme da mistura.

Componentes

Alguns componentes presentes nas extrusoras são fornecidos por companhias especializadas. Uma dessas empresas é a alemã SEW-Eurodrive, fabricante de motorredutores, redutores e motores elétricos, elementos usados em qualquer linha de produção que dependa de movimentação de materiais sólidos. A empresa atua no Brasil desde os anos 70, e conta com fábrica em Indaiatuba-SP e duas montadoras, em Rio Claro-SP e Joinville-SC, além de escritórios regionais.

“No que diz respeito à indústria do plástico, as fabricantes de extrusoras são o nosso foco principal, somos a atual líder nesse mercado tanto no Brasil como em outras regiões”, revela Hiram Freitas, diretor industrial e de desenvolvimento. Ele ressalta que a empresa também fornece produtos e serviços para clientes que utilizam outras técnicas de transformação de resinas.

Um dos casos de sucesso da empresa no mundo da extrusão são os redutores, dispositivos mecânicos que têm como função principal a redução da rotação de um acionador, no caso dos equipamentos quase sempre um motor elétrico. “Nós temos redutores adequados, com mancais dotados de rolamentos reforçados, para suportar as altíssimas demandas de força axial que temos no processo de extrusão”. Outras opções são o redutor com mancal integrado na carcaça e o com mancal montado no redutor. “Desenvolvemos os produtos conforme a necessidade dos clientes”.

Leia Mais:

Para informações sobre máquinas extrusoras e acessórios, consulte o Guia QD, a maior plataforma de compra e vendas do setor.

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