Extrusoras – As novas gerações de máquinas facilitam os processos de manutenção preventiva

Mais produtivas, econômicas e eficientes as extrusoras para o processamento de resinas plásticas também evoluíram em relação à manutenção preventiva. Tecnologias agregadas visam a tornar a operação mais simples, rápida e fácil, além de reduzir o número de procedimentos e os custos.

Plástico Moderno, Carlos Alberto de Brito, gerente técnico da Rulli Standard, Extrusoras - As novas gerações de máquinas facilitam os processos de manutenção preventiva
Brito: intervenções ocorrem sem paradas

O desenho da máquina, a qualidade de seus componentes e acessórios e os insumos empregados na manutenção são decisivos para garantir tais objetivos. “Atualmente, as intervenções são mais raras, e até nos equipamentos mais simples ocorrem sem paradas”, afirma o gerente técnico da Rulli Standard, Carlos Alberto de Brito. Fundada em 1961, a Rulli fabrica extrusoras de filmes e chapas em Guarulhos-SP.

Em uma extrusora, assim como num carro, existem itens que devem ser checados com base em uma tabela que considera horas trabalhadas ou toneladas processadas. Em geral, procedimentos, prazos,  benefícios e demais

instruções estão relacionados nos manuais técnicos dos fabricantes, que também oferecem cursos distintos para operação e manutenção das máquinas. Alguns manuais incluem lista de problemas e possíveis soluções, e dicas para o bom uso do equipamento.

O conceito, no entanto, não está arraigado tanto quanto deveria na planta dos transformadores. Os usuários, em especial as empresas de pequeno e médio porte, recorrem com mais freqüência e necessidade à manutenção corretiva, ou seja, quando a bomba já estourou e a solução, em geral, é mais cara e demorada. “O principal benefício é evitar a parada de máquina por problemas de última hora que poderiam ser detectados antes”, diz o diretor da By Engenharia, Marco Antonio Gianesi.

Dessa opinião compartilha o diretor-industrial da Minematsu, Edson Minematsu, fabricante de extrusoras para filmes tubulares, com sede em Osasco-SP. “Com a produção tomada, a manutenção normalmente ocorre quando o equipamento realmente necessita de reparos”, diz. Alerta ainda que em caso de quebra ou falhas de operação, a solução geralmente é mais simples em equipamentos que passam por revisão periódica.

De acordo com Gianesi, dentre os itens a serem verificados com mais freqüência e atenção estão rolamentos do redutor, rosca e camisa da extrusora, resistências e outros. Recomendações não faltam. “Partem de uma simples verificação do óleo ou graxa em um rolamento e a periodicidade ideal para tal prática, ao alinhamento da rosca em relação ao redutor e medição da rosca e camisa da extrusora, para detectar eventual desgaste.”

Dentre as representadas da By Engenharia estão a Davis Standard, desde 2002, e a F.LLI Maris, fabricante italiano de extrusoras co-rotantes para compostos, masterbatches, hot melt etc.

Empurrão externo – Simplificar os procedimentos, aumentar a vida útil dos componentes e, conseqüentemente, reduzir os gastos com essa operação estão no escopo dos fabricantes de máquinas nacionais e estrangeiros faz alguns anos. A satisfação do cliente e sua fidelização, aliados à concorrência, cada vez mais acirrada, deram um empurrãozinho para essas melhorias ocorrerem. Mas a entrada dos fabricantes nacionais no mercado externo ajudou mais ainda.

Isso porque equipamentos bem dimensionados e fabricados com componentes de ponta quebram menos e, certamente, requerem menos atenção dos técnicos. Afinal, garantir eficiente assistência técnica no Brasil custa caro. No exterior, então, nem se fala. Dentro desse contexto, reduzir custos e enxugar estruturas financeiras tornou-se condição obrigatória para se manter no acirrado mercado internacional. “Sabemos da necessidade da máquina trabalhando e o prejuízo que causa parada”, afirma Minematsu.

A padronização construtiva dos equipamentos também garantiu a permanência de marcas nacionais no mercado externo e facilitou a manutenção das máquinas e a aquisição de peças de reposição. “Usamos motores, rolamentos, alinhadores, itens pneumáticos e outros componentes sempre dos mesmos fabricantes. Todos esses itens estão codificados para que o transformador consiga identificar rapidamente a peça que necessita”, explica Brito.

A evolução das resinas plásticas e o crescente uso de cargas e aditivos também exigiram a adequação dos equipamentos. As ligas bimetálicas ou especiais aumentaram a vida útil e o desempenho de roscas e cilindros. “Hoje é possível projetar e obter o comportamento reológico ideal dos materiais dentro dos conjuntos de extrusão.”

Os avanços se devem não apenas às melhorias incorporadas aos projetos das extrusoras, mas também à evolução de seus componentes, desde roscas, cilindros e cabeçotes aos comandos. “Nos últimos anos, novas tecnologias aumentaram a produtividade e reduziram sensivelmente a variação de espessura e o consumo de energia elétrica, entre outros parâmetros”, afirma Brito.

Os insumos usados na manutenção também evoluíram consideravelmente, tais como as graxas sem ação residual. “A manutenção preventiva proporcionará sempre um ótimo estado de funcionamento do equipamento, bem como sua conservação”, afirma o diretor-comercial da HGR Extrusoras, de Guarulhos-SP, Ricardo Rodrigues.

Para a lubrificação do cabeçote, que em média deve ocorrer a cada três ou seis meses, Brito, da Rulli, recomenda graxa à base de teflon, cujo quilo custa em torno de R$ 5 mil. “O material alcança altas temperaturas, não deixa resíduos e sua aplicação ocorre sem parada de máquina.”

As graxas à base de molibdênio, cobre, grafite e outros minerais evaporam e deixam resíduos sólidos que podem comprometer a vida útil dos rolamentos e causar paradas de produção. Um erro comum e regularmente detectado nesses casos é a limpeza do cabeçote com lixa.

Para cada item existe uma determinação específica, como o prazo para a troca de óleo do redutor ou para o reaperto do painel e da cabine primária. “Ações simples e rotineiras evitam grandes problemas e gastos”, garante Brito.

Roscas em boas condições garantem a vida útil dos cilindros que, em média, alcança entre cinco e seis anos. “Ao rodarem desgastadas, danificam a peça.” Segundo Brito, os manuais também informam os parâmetros que ajudam a detectar o desgaste de roscas e cilindros e evitar erros de avaliação.

De acordo com os fabricantes, as recomendações começam antes da venda da máquina. “Para cada tipo de material processado temos uma ação. O cliente fornece dados sobre a largura do filme, resina, volume de produção, mercado de atuação, entre outros detalhes. Com isso, é possível dimensionar a linha adequada às necessidades do transformador”, afirma Rodrigues.

As orientações vão além do dimensionamento da máquina e de seus equipamentos auxiliares de processo, e podem ajudar o transformador a projetar a fábrica, com instruções para nivelamento do piso, localização das máquinas e dos pontos de instalação e cálculos sobre o consumo de ar, água e energia elétrica etc.

O gerente de extrusão da Krauss Maffei do Brasil, Bruno M. Sommer, recomenda inspeções nos fusos e cilindros duas ou três vezes ao ano em extrusoras dupla-rosca para produção de tubos de PVC. A iniciativa visa a estabelecer não só as ações a serem tomadas quando detectado um desgaste acentuado num curto período de tempo, como também programar a troca com antecedência. “Análises de vibração dos redutores e do óleo de lubrificação das caixas de redução também são muito importantes para que eventuais problemas possam ser detectados logo após seu surgimento, evitando assim um eventual dano de outros componentes da caixa ou seu total comprometimento.”

Todos os procedimentos e prazos estão relacionados no manual técnico. “Recomendamos também as medições de desgaste de roscas e cilindros com nossos técnicos.” Tais medições devem ocorrer a partir de 1.500 horas de trabalho, e depois com intervalos de aproximadamente 3.000 horas.

Novos, mas obsoletos – Outra questão importante quando o assunto é manutenção, seja ela corretiva ou preventiva, refere-se à obsolescência do parque industrial brasileiro. Estima-se que mais de 40% das extrusoras em uso no país estejam tecnologicamente desatualizadas, o que nem sempre significa que tenham muitos anos de uso. “Existem equipamentos novos fabricados com tecnologias ultrapassadas. O transformador precisa ficar atento ao que está comprando”, alerta Brito.

Calcula-se a existência de mais de uma dezena de fabricantes nacionais de extrusoras para filmes. O mercado local é disputado ainda por marcas estrangeiras, algumas com produção nacionalizada ou com importação direta. Entre essas empresas brasileiras e estrangeiras estão a Carnevalli, a Ciola-Acmack, Oryzon, Windmoeller, Magmar, HWA Chin, Man Ferrostaal, ROR, Teck Tril, AWS e outras.

A grande rotatividade de mão-de-obra e a falta de treinamento e até de escolaridade estão entre os problemas detectados na formação dos operadores de máquinas e profissionais da manutenção. “A qualidade do ensino médio caiu muito e, de certa forma, comprometeu a qualificação profissional”, avalia Brito. Em contrapartida, os transformadores estão solicitando cada vez mais os treinamentos oferecidos pelos fabricantes das máquinas. “Essa demanda está em alta.”

Plástico Moderno, Ricardo Rodrigues, diretor-comercial da HGR Extrusoras, Extrusoras - As novas gerações de máquinas facilitam os processos de manutenção preventiva
Rodrigues aposta na co-extrusão

 

A demanda por máquinas também vinha bem aquecida. Porém, assim como em outros setores da indústria, os fabricantes de extrusoras acreditam que não ficarão imunes à crise do mercado financeiro mundial. Os reflexos devem começar já no início de 2009. “Muitas propostas foram proteladas para o próximo ano”, afirma Rodrigues, da HGR.

Apesar do clima de cautela, as vendas de 2008 avançaram 30% em relação ao volume registrado em 2007. Rodrigues destaca ainda o crescente aumento de demanda do mercado de co-extrusão para embalagens com barreira e aplicações especiais.

Fundada em 1993, a HGR fabrica extrusoras de 40 mm a 150 mm e co-extrusoras até cinco camadas. No próximo ano, os desenvolvimentos estarão voltados para o design. “Estão ainda mais robustos. Também desenvolvemos novas tecnologias direcionadas à produção, bem como novas geometrias de rosca e dimensões de matriz”, explica Rodrigues.

A empresa vai marcar presença na Brasilplast 2009, de 4 a 8 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. “Entraremos forte com alta tecnologia agregada para a obtenção de filmes técnicos.” A HGR exporta 25% da produção para o Peru, Colômbia, Chile, Venezuela, Bolívia, Equador, Portugal e Itália.

Mercado – As vendas da Rulli também avançaram 30% em relação a 2007. Mas a crise mundial e os sucessivos aumentos das resinas plásticas já começam a frear o crescimento. “Antes de conseguir repassar os aumentos, o transformador trabalha dois ou três meses com os preços defasados. Este ano, enfrenta ainda a falta de crédito. A última coisa que ele pensa em fazer é comprar novas máquinas quando, na verdade, está tentando sobreviver”, lamenta Brito.

Plástico Moderno, Marco Antonio Gianesi, diretor da By Engenharia, Extrusoras - As novas gerações de máquinas facilitam os processos de manutenção preventiva
Gianesi comemora o melhor ano de vendas da história da empresa

 

Na área de flexíveis, as co-extrusoras representam 15% das vendas da Rulli. Nos rígidos, a co-extrusão participa com 60%. “Esse mercado cresceu muito nos últimos dois anos”, ressalta o gerente técnico. As exportações contribuem com 20% do faturamento, e seguem para 28 países. “As vendas externas já representaram 50%.”

A Rulli fabrica mono e co-extrusoras até 7 camadas para filmes e 4 camadas para chapas. Na Brasilplast 2009, promete novidades, com destaque para os anéis de resfriamento. “Estamos avaliando o que será apresentado na feira.”

A linha de monoextrusoras garante diversas capacidades de plastificação, conforme o material. No polietileno de baixa densidade (PEBD), varia de 220 kg/h a 700 kg/h, para filmes com largura desde 1.800 mm até 4.000 mm, e rosca de 63,5 mm a 130 mm. Nas co-extrusoras para cinco camadas, a capacidade de plastificação atinge 450 kg/h e produz filmes com até 1.800 mm de largura.

A By Engenharia vai marcar presença na Brasilplast com equipamentos e acessórios de diversas representadas. Um dos destaques, segundo Gianesi, será uma extrusora dupla-rosca co-rotante da Maris, versão 41 ou 70 mm, entre outras novidades. Recentemente, a empresa lançou uma extrusora de laboratório de 20 mm com LD 48 com 1.500 r.p.m. de velocidade. “2008 está sendo o melhor ano em vendas desde a fundação da empresa”, comemora Gianesi. Ele afirma, no entanto, que a crise financeira mundial alterou o cenário. “Estamos sofrendo algumas pressões para postergar a entrega de equipamentos por causa da valorização do dólar.”

Plástico Moderno, Extrusoras - As novas gerações de máquinas facilitam os processos de manutenção preventiva
Diretores da Minematsu lastimam provável retração do mercado

Fundada em 1988, a Minematsu fabrica extrusoras para filmes com larguras a partir de 1,20 m até 2,10 m. A linha foi ampliada recentemente com três modelos novos. As capacidades de produção vão de 90 kg/h a 280 kg/h no processamento de polietileno de alta densidade.

De acordo com o diretor-administrativo, Ricardo Minematsu, o aumento do consumo de plásticos e a ampliação da linha de produtos da empresa garantiram novo fôlego aos negócios. “Vamos ultrapassar as metas traçadas para este ano, cujas vendas devem ficar 20% acima do volume registrado em 2007”, afirma.

Os pedidos em carteira garantem produção até o primeiro trimestre de 2009. “O setor já está sentindo e sendo afetado pela turbulência mundial.” Os diretores da Minematsu lamentam a provável retração diante da necessidade de atualização da indústria nacional. “Realmente há muitas máquinas que precisam ser atualizadas ou substituídas por extrusoras mais produtivas, muitas vezes gerando, com mesmo custo de mão-de-obra e energia, um aumento significativo na produção”, diz Ricardo.

Plástico Moderno, Bruno M. Sommer, gerente de extrusão da Krauss Maffei do Brasil, Extrusoras - As novas gerações de máquinas facilitam os processos de manutenção preventiva
Sommer: obra de saneamento deram novo fôlego aos negócios

 

Tubos – A retomada dos investimentos em saneamento básico e construção civil impulsionaram os negócios no ramo de tubos e conexões e, conseqüentemente, trouxeram novo fôlego para os fabricantes de máquinas. “Com certeza, as obras de saneamento estão impactando também a venda de extrusoras, uma vez que o os fabricantes de tubos estão com a demanda bastante aquecida e buscando aumentar sua capacidade de produção”, afirma Sommer.

A oferta de novas resinas também ajudou a ampliar o leque de oportunidades e a diversificar as aplicações. Enquanto o PVC se mantém entre os materiais mais utilizados, o mercado acompanha o avanço do polietileno (PE), principalmente na produção de tubos para redes de distribuição de gás e água e de cabos elétricos e de telefonia.

Segundo a Associação Brasileira de Tubos Poliolefínicos e Sistemas (Abpe), a demanda de PE para o mercado de tubos 

e conexões deve crescer 15% em relação a 2007, e alcançar 27 mil t. A entidade vislumbra novas oportunidades na indústria sucroalcooleira, com o uso de tubos de diversos diâmetros; e em redes de distribuição de água e sistemas coletores de esgoto em tubulações até 200 mm.

O mercado brasileiro segue tendência mundial, conforme especialistas do setor. Em diversos países, a totalidade das novas redes de distribuição de gás emprega a resina. No Brasil, a demanda de extrusoras aumentou especialmente entre os clientes que visam a exportar parte da produção.

Na opinião do gerente do departamento de máquinas plásticas da Man Ferrostaal, Ferry Rosenstock, o PE vai crescer em aplicações específicas, e só avançará no saneamento básico quando as empresas forem privatizadas. “Vamos vender mais, pois vai se somar uma nova aplicação para a extrusão de tubos plásticos.”

As características do material, a facilidade de instalação e de transporte e o custo ajudaram a impulsionar o uso de PE, mas a recente normatização de algumas aplicações vai contribuir para consolidar esse mercado e aumentar a confiança no produto final. Recentemente, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou um conjunto de normas para tubos destinados a sistemas de distribuição e adução de água, transporte de esgoto sanitário sob pressão e para tubos corrugados de dupla parede para sistemas coletores de esgoto e conexões: NBR 15561, NBR 15551 e NBR 15552, respectivamente.

De acordo com a ABPE, os tubos de polietileno garantem vida útil acima de cinqüenta anos e empregam menor número de juntas de vedação por trecho instalado. Fatores que aliados ao preço da resina tornam os custos do produto final e de instalação bastante competitivos. Dentre os benefícios citados estão a facilidade de instalação e as características técnicas, tais como baixa incrustação e rugosidade e resistência à abrasão, ao impacto e a produtos químicos.

Adequação – A retomada dos investimentos em saneamento básico e construção civil, aliada às conjunturas do mercado mundial, ajudou a impulsionar também a concorrência estrangeira, em especial, das máquinas chinesas, exigindo readequação das fábricas à nova realidade.

Em 2008, a alemã Krauss Maffei inaugurou uma fábrica na China. Denominada Performance, a nova linha de extrusoras chinesas visa à entrada da Krauss Maffei em mercados onde originalmente são comercializadas máquinas com preço e qualidade inferiores.

Segundo o fabricante, o resultado são máquinas com custo reduzido, porém com a qualidade assegurada pela marca alemã. “A fábrica foi planejada e construída de acordo com os padrões de qualidade e segurança da matriz”, afirma Sommer.

De acordo com ele, os redutores continuam sendo importados da Europa, para manter a qualidade e a vida útil das extrusoras, e as roscas e cilindros são produzidos com máquinas importadas da matriz. “Todos os modelos têm a mesma potência instalada e características dimensionais de seus respectivos modelos feitos na Alemanha, porém com preços até 30% mais baixos.”

De acordo com Sommer, a blindagem de molibdênio soldado é padrão nas extrusoras dupla-rosca fabricadas na Alemanha. “Nas chinesas, roscas e cilindros são nitretados.” Mas a nova fábrica está capacitada a fornecer linhas completas para a moldagem de tubos feitos de poliolefinas e PVC até 630 mm de diâmetro.

A Krauss Maffei fornece linhas completas para tubos de PEAD até 2.000 mm de diâmetro externo, além de máquinas para o processamento de PP, PEX (polietileno reticulado), ABS e PVC, tubos co-extrudados com até 5 paredes, tubos de PVC com camada interna espumada, de poliolefinas com carga, de alta pressão reforçados com fibras kevlar ou aramida e para irrigação com gotejadores.

As capacidades de plastificação variam desde 75 kg/h a 1.700 kg/h nas monorroscas para tubos de poliolefinas; e de 70 kg/h a 1.900 kg/h nas extrusoras dupla-rosca contra-rotantes para tubos de PVC.

Na Brasilplast, os destaques ficam por conta dos sistemas para a produção de tubos de grande diâmetro (até 1.600 mm), e as linhas para PVC e PE com o sistema Quickswitch, que permitem fazer trocas de bitolas de tubos durante a produção, sem paradas e com reduzida perda de material, em comparação às linhas convencionais, segundo o fabricante. “Hoje temos a possibilidade não só de instalar uma linha completamente automatizada, mas também de substituir os seus principais componentes, de maneira que possibilite uma semi-automatização.”

Na avaliação de Sommer, as vendas para o segmento de PVC foram as que mais cresceram. “Aproximadamente 35% em relação ao volume de vendas de 2007.” A América Latina, atendida pela filial brasileira, representa aproximadamente 16% do faturamento da Krauss Maffei Extrusão. “Esta participação usualmente não passava de 4% e teve um aumento importante graças a grandes projetos de extrusão realizados nos últimos dois anos”, comemora Sommer.

3 Comentários

  1. Boa noite a todos que trabalham com plásticos o assunto abordado é muito bom trabalho com maquinas de corte solda e extrusoras a 31 anos tenho acompanha a tecnologia que vem avançando a cada ano.
    extrusoras carnevale/ Rulli Standard hoje trabalho so com extrusora da windm0ller e impressoras roto com manutenção preventiva adequada para as extrusora evitando parada desnescessaria

  2. Boa,noite pessoal do plastico.com.br,adorei muito a matéria sobre etrusoras
    se tivesse mais tempo seria capaz de ficar aqui muitas horas apreciando,o
    conteudo da matéria,vcs estão de parabéns.
    Agora,a respeito de manutenção em maquinas extrusoras e também
    maquina de corte e solda do plastico,gostaria se possivel,que vcs me indicasem
    algumas intituições que formam profissionais neste tipo de maquinas.
    Um abraço.

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